Almir Sater

abril 30, 2009 
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Apesar da dificuldade da produtora do evento para acomodar o público, causando, assim, um atraso de 302 Almir Sater minutos para o início do show, o mato-grossense Almir Sater soube, logo na entrada, contornar a impaciência do público (que praticamente vaiou o responsável pela abertura do evento, bem como pela apresentação de Almir, antes deste entrar no palco) com bom humor.

Chapéu de abas curtas, botas, e viola na mão. Assim que, pouco antes das 21h30min, entrou no palco Almir, anunciado como um dos maiores violeiros da atualidade. Uma rápida passagem de som entre os músicos da banda e Almir passa ao público, em poucos segundos, uma rápida idéia da atmosfera pantaneira que iria acompanhá-los durante a noite inteira. A banda era formada por Marcelus Anderson (acordeon), Cristiano Kotlinski (violão), Papette (percussão), Tonho Porto (baixo), Carlão de Souza (violão de 12 cordas) e Gisele Sater (vocal). Leia mais

B 52′s

abril 26, 2009 
Categoria Reviews

Saudosismo e diversão marcam o show do B 52′s em Porto Alegre. O grupo que teve ascenção nos anos 80, revelando as vozes de Cindy Wilson e Kate Pierson, além de melodias e visuais extravagantes, em um clima b522 B 52s de muito bom humor, fez um show extenso, totalizando 18 músicas e quase 2 horas ao palco.
Na abertura, Frank Jorge faz um show decente, mas que infelizmente não leva muita gente para dentro do teatro. O local estava menos de um terço preenchido. Ainda assim, os que assistiram este, que é um dos maiores representantes do rock no Rio Grande do Sul, tiraram o chapéu. Apresentação curta, mas que nos fez lembrar de algumas pérolas de Frank, como quando o público cantava junto: “Querida, nunca diga que eu tenho mau gosto” – que, diga-se de passagem, poderia ter contado com Fernanda Takai, nos vocais, já que a vocalista do Pato Fu estava presente no Teatro do Bourbon Leia mais

Nei Lisboa

abril 22, 2009 
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Nesta última semana Nei Lisboa chegou à casa dos 50 anos. E resolveu, pra nossa alegria, compartilhar esta marca nos brindando com duas apresentações muito especiais no Teatro do CIEE. A temática do show era sua versão mais “lado B”, num formato de apresentação mais intimista, só com voz e violão.

Como já é sabido para quem acompanha a cena musical gaúcha, Nei Lisboa nunca foi um músico de grandes hits radiofônicos, mas tem seu lugar de rnei Nei Lisboaelevância garantido na história da música sulina. Aqui vão alguns dados que constam no currículo do Nei: teve uma composição sua gravada por Caetano Veloso, o qual sempre teve um faro certeiro no que se trata de revelar ou popularizar talentos pouco lembrados ou em ascensão (como foi o caso de Adriana Calcanhotto e Cazuza); foi um dos casos raríssimos de artistas que receberam um CD tributo ainda em vida e, segundo me consta, o único no Brasil.

O caso é que Nei está se modernizando, mais em forma do que conteúdo, e ainda leva um público fiel para seus shows, que adorou a idéia de uma apresentação recheada de grandes clássicos que não costumavam fazer parte do repertório das apresentações de Nei. Muitos dos que ali estavam, e já haviam presenciado outros shows do cantor, nunca tiveram a oportunidade de escutá-los ao vivo. Leia mais

W.O.A. – Metal Battle

abril 17, 2009 
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Que o Wacken Open Air – conhecido também apenas como W.O.A. – é o maior festival de Metal da Europa,ro2 W.O.A.   Metal Battle isso não é nenhuma novidade. E tocar na pequena cidade de Wacken é o sonho de muitas bandas de metal em busca de um pouco de notoriedade perante a cena. Afinal de contas, quem não gostaria de tocar, mesmo que em palco separado, em um festival por onde já passaram bandas como: Blind Guardian, In Extremo, Tankard, Black Label Society e Cannibal Corpse (sendo essas apenas algumas das bandas que já passaram pelo evento)?
Pois é isso que o W.O.A. Metal Battle propõe: levar uma banda talentosa para a Alemanha na esperança de agradar os ouvidos criticos de jornalistas e especialistas em metal. Para isso acontecem seletivas em várias cidades do Brasil onde as vencedoras disputam uma vaga em outra seletiva em São Paulo. Um verdadeiro pente-fino antes de embarcar para a Alemanha.
Porto Alegre teve mais uma vez sua edição realizada no Manara bar, no dia 10 de abril. Disputando a vaga: Swampy, Symphony Draconis, Disrupted Inc., Scelerata e Predator. Como banda convidada, Rosa Tattooada (N. do R: apenas para show de encerramento). Leia mais

Titãs

abril 10, 2009 
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Quarta-feira, 8 de abril, noite de receber um dos ícones do chamado “Rock Nacional”: Titãs. Divulgando seu último álbum, “MTV Ao Vivo”, a banda que mais encolhe no Brasil (eram 8 na época de Arnaldo Antunes e foram reduzidos a 5 com a saída de Nando Reis e a morte de Marcelo Frommer) se apresentou no Teatro do Bourbon Country.
Sem atração de abertura, a banda inicia o show pontualmente as 21h, como é de praxe no TBC, com o riff de introdução de “Diversão” enquanto as cortinas se abriam. Era o início de uma noite que 3427415301 f7be52091d m Titãsde nostalgia e, como a canção mesmo diz, diversão. Em seguida, “Flores” e uma versão competente de “O Portão”, um clássico dos anos 60 interpretado por Roberto Carlos que ficou muito bem na voz de Branco Mello. O primeiro de vários covers daquela noite. Após o primeiro cover, a primeira surpresa: “Mentiras”, do disco “Jesus Não Tem Dentes No País Dos Banguelas”. Música que nunca foi hit, “Mentiras” foi bem escolhida pela densidade de sua letra, mas, infelimente, foi anunciada por seu intérprete Sergio Britto de forma infeliz: “Sei que muita gente aqui não deve se lembrar dessa música, nem sequer conhecer… ‘Mentiras’”. Ok, não deixa de ser verdade, a sentença foi comprovada pela reação fraquíssima do público presente, porém a atitude foi, certamente, arrogante com quem conhece o trabalho da banda e conhecia a canção. Neste caso, este redator incluso.
Após “Go Back” e “Provas de Amor”, que não obtiveram uma resposta muito superiora a “Mentiras”, um sorridente e carismático Paulo Miklos ganha a galera com louvor: “A gente sempre quis fazer parte do Rock Gaúcho. Mas pra isso a gente tinha que ser gaúcho. Aí a gente resolveu que ia fazer Rock Gaúcho. E depois a gente chegou a conclusão que pra fazer Rock Gaúcho a gente tinha que ser gaúcho. Eu não estou puxando o saco de vocês… DEMAIS. Mas aí, pra compensar, a gente resolveu ser gaúcho essa semana!!!”. (N do R: A tour RS veio de Pelotas para POA e ainda passaria por Muçum, Marau, Nova Prata e Tapera). Inevitavelmente, o coro de “Ah, eu sou gaúcho” tomou conta do TBC.
Os músicos contratados Lee Marcucci (baixo) e André Fonseca (guitarra) deixam o palco, enquanto Miklos assume a guitarra e Branco Mello o baixo. Leia mais

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