Kip Winger se apresenta no Drakkar Music Hall

Kip Winger

Nos últimos tempos, Porto Alegre tem sido rota de shows de grandes vocalistas de bandas de hard rock oitentistas. Este ano já passaram por aqui Jeff Scott Soto e Joey Lynn Turner e nesta quarta-feira, foi a vez do vocalista, produtor e multi-instrumentista Kip Winger apresentar seu show acústico para o público da capital gaúcha. A abertura do show ficou por conta da dupla BJ (voz) e Leo Mancini (guitarra) da banda Tempestt, que empolgou a platéia com um set acústico de covers e músicas próprias, destaque para “Hole Hearted” (Extreme), “Dead Or Alive” (Bon Jovi) e “Don’t Stop Believin'” (Journey), a qual teve a participação do próprio Kip nos refrões.

Quem foi ao show pensando encontrar o clima intimistas dos videozinhos que andam rolando pelo YouTube, acabou dando de cara um verdadeiro show de rock no formato voz + violão. Durante mais de uma hora e meia, Kip Winger passou em revista os melhores momentos de sua carreira solo, bem como os grandes sucessos da banda Winger, conseguindo transpor com maestria para o formato acústico, a força e a pulsação de hits como “Madalaine”, “Can´t Get Enougth” e “Seventeen”, a qual teve seu último refrão trocado para “thirty-five” (35) numa brincadeira que fazia clara alusão a faixa etária das fãs da banda. Simpático e comunicativo, Kip interagiu o tempo todo com o público, atendendo pedidos de músicas e conversando com os fãs, tendo como ponto alto da noite o momento em que chamou um rapaz da platéia para acompanhá-lo nos vocais da balada absoluta “Miles Way” (aquela da propaganda de cigarro).

Kip Winger deixou por aqui uma ótima impressão com seu show acústico descontraído e ao mesmo tempo competente, mas deixa também a vontade de, quem sabe em breve, vê-lo em versão plugada ao lado de Reb Beach e companhia na banda Winger. Aguardamos.

Por: Felipe Kober

Fotos: Karina Kohl

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2 Comments

  1. Pingback: Kip Winger | POA SHOW

  2. Felipe

    Simplesmente matador!! Um show de musicalidade provando, mais uma vez, que as bandas de hard rock dos anos 80 eram compostas por MÚSICOS extremamente competentes e que os mesmos não têm o reconhecimento que mereciam. SOTO, LYNN TURNER e KIP WINGER deram uma aula de simpatia e qualidade técnica em seus shows em POA, uma pena que nenhum deles tenha conseguido lotar seus shows. Faltou divulgação e vergonha na cara de quem tem preguiça e não comparece!!! Que venham outros mais, a minha presença é garantida!

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