Gig Rock, o maior festival de rock do RS (Parte II)

Pato Fu

Depois de uma demorada troca de palco, os mineiros do Pato Fu. Sem um disco específico para divulgar, a banda reduz o tempo do seu show em função do atraso nos shows. Uma atitude de muito respeito com os artistas que viriam a se apresentar na seqüência e com o próprio público que esperava também por esses shows. No palco, o Pato Fu é pura diversão. Músicas confirmadas como as excelentes versões para “Ando Meio Desligado”, dos Mutantes e “Eu”, da Graforréia Xilarmônica (dedicada a Frank Jorge, autor da música e que se apresentaria em seguida) e ainda seus hits “Made In Japan”, “Depois” e “Canção Pra Você Viver Mais” dividiram espaço com músicas que não fazem parte do repertório com tanta freqüência, como “Mamãe Ama É Meu Revolver”, que, segundo Fernanda, “O pessoal em Porto Alegre curte”.

Com bem menos público do que os mineiros, foi a vez da Graforréia Xilarmônica. A exemplo dos antecessores, também reduziram o set. No entanto, a perda foi maior. Como as músicas da GX são curtas, deixaram uma sensação de show curto. Receberam como convidado durante todo o show o guitarrista do Walverdes, Julio Porto. Mas ganharam o que nenhuma outra banda ganhou: Pedidos de bis. E atenderam, com “Literatura Brasileira”.

Já a Bidê ou Balde não se importou com o horário e fez seu show sem grandes preocupações. Como é de costume, o vocalista Carlinhos Carneiro é energia pura. Aos berros com a galera, levantou o pequeno público que ficou para vê-los. Como é, também, de costume, falou pelos cotovelos ao microfone. A frase da noite foi dele: “Quem não dança, segura a criança. O Camelo que o diga”. Uma clara e desnecessária alfinetada no casal que tocou um pouco antes.

Os Efervescentes, banda underground de Porto Alegre, tocaram logo depois. Surpreendeu muito a energia da banda. Já surpreenderia em condições normais. No entanto ver uma banda que não possui um grande público se apresentar depois de medalhões, com um atraso de mais de três horas no cronograma e, ainda assim, arrasar no palco demonstrou o tanto de personalidade que esses caras tem. Um nome que merece atenção na cena gaúcha.

Já era de manhã quando, com um público bem menor do que a banda merece, o encerramento ficou a cargo do Tenente Cascavel. A banda, formada por membros do TNT e do Cascavelettes, relembrou os grandes clássicos das duas bandas e fechou a sétima edição do GIG ROCK em grande estilo.

O destaque negativo ficou por conta de São Pedro, que não colaborou e mandou chuva forte sobre Porto Alegre. Em função disso, houve um atraso inicial de quase duas horas e que foi crescendo durante todo o festival. Graforréia, Bidê, Efervescentes e Tenente Cascavel mereciam mais público diante dos shows que fizeram. Também por isso o publico ficou abaixo do que se esperava. Um grande evento onde quem ganhou foram os bravos fãs gaúchos que enfrentaram a chuva, chegaram cedo e saíram tarde. Baita evento.

Por: Marcel Bittencourt

Fotos: Fabiana Menine e Paulo Capiotti

Depois de uma demorada troca de palco os mineiros do Pato Fu. Sem um disco específico para divulgar, a banda reduz o tempo do seu show em função do atraso nos shows. Uma atitude de muito respeito com os artistas que viriam a se apresentar na seqüência e com o próprio público que esperava também por esses shows. No palco, o Pato Fu é pura diversão. Músicas confirmadas como as excelentes versões para “Ando Meio Desligado”, dos Mutantes e “Eu”, da Graforréia Xilarmônica (dedicada a Frank Jorge, autor da música e que se apresentaria em seguida) e ainda seus hits “Made In Japan”, “Depois” e “Canção Pra Você Viver Mais” dividiram espaço com músicas que não fazem parte do repertório com tanta freqüência, como “Mamãe Ama É Meu Revolver”, que, segundo Fernanda, “O pessoal em Porto Alegre curte”. Com bem menos público do que os mineiros, foi a vez da Graforréia Xilarmônica. A exemplo dos antecessores, também reduziram o set. No entanto, a perda foi maior. Como as músicas da GX são curtas, deixaram uma sensação de show curto. Receberam como convidado durante todo o show o guitarrista do Walverdes, Julio Porto. Mas ganharam o que nenhuma outra banda ganhou: Pedidos de bis. E atenderam, com “Literatura Brasileira”.

Já a Bidê ou Balde não se importou com o horário e fez seu show sem grandes preocupações. Como é de costume, o vocalista Carlinhos Carneiro é energia pura. Aos berros com a galera, levantou o pequeno público que ficou para vê-los. Como é, também, de costume, falou pelos cotovelos ao microfone. A frase da noite foi dele: “Quem não dança, segura a criança. O Camelo que o diga”. Uma clara e desnecessária alfinetada no casal que tocou um pouco antes.

Os efervescentes, banda underground de Porto Alegre, tocaram logo depois. Surpreendeu muito a energia da banda. Já surpreenderia em condições normais. No entanto ver uma banda que não possui um grande público se apresentar depois de medalhões, com um atraso de mais de três horas no cronograma e, ainda assim, arrasar no palco demonstrou o tanto de personalidade que esses caras tem. Um nome que merece atenção na cena gaúcha.

Já era de manhã quando, com um público bem menor do que a banda merece, o encerramento ficou a cargo do Tenente Cascavel. A banda, formada por membros do TNT e do Cascavelettes, relembrou os grandes clássicos das duas bandas e fecharam a sétima edição do GIG ROCK em grande estilo.

O destaque negativo ficou por conta de São Pedro, que não colaborou e mandou chuva forte sobre Porto Alegre. Em função disso, houve um atraso inicial de quase duas horas e que foi crescendo durante todo o festival. Graforréia, Bidê, Efervescentes e Tenente Cascavel mereciam mais público diante dos shows que fizeram. Também por isso o publico ficou abaixo do que se esperava. Um grande evento onde quem ganhou foram os bravos fãs gaúchos que enfrentaram a chuva, chegaram cedo e saír

Depois de uma demorada troca de palco os mineiros do Pato Fu. Sem um disco específico para divulgar, a banda reduz o tempo do seu show em função do atraso nos shows. Uma atitude de muito respeito com os artistas que viriam a se apresentar na seqüência e com o próprio público que esperava também por esses shows. No palco, o Pato Fu é pura diversão. Músicas confirmadas como as excelentes versões para “Ando Meio Desligado”, dos Mutantes e “Eu”, da Graforréia Xilarmônica (dedicada a Frank Jorge, autor da música e que se apresentaria em seguida) e ainda seus hits “Made In Japan”, “Depois” e “Canção Pra Você Viver Mais” dividiram espaço com músicas que não fazem parte do repertório com tanta freqüência, como “Mamãe Ama É Meu Revolver”, que, segundo Fernanda, “O pessoal em Porto Alegre curte”. Com bem menos público do que os mineiros, foi a vez da Graforréia Xilarmônica. A exemplo dos antecessores, também reduziram o set. No entanto, a perda foi maior. Como as músicas da GX são curtas, deixaram uma sensação de show curto. Receberam como convidado durante todo o show o guitarrista do Walverdes, Julio Porto. Mas ganharam o que nenhuma outra banda ganhou: Pedidos de bis. E atenderam, com “Literatura Brasileira”.

Já a Bidê ou Balde não se importou com o horário e fez seu show sem grandes preocupações. Como é de costume, o vocalista Carlinhos Carneiro é energia pura. Aos berros com a galera, levantou o pequeno público que ficou para vê-los. Como é, também, de costume, falou pelos cotovelos ao microfone. A frase da noite foi dele: “Quem não dança, segura a criança. O Camelo que o diga”. Uma clara e desnecessária alfinetada no casal que tocou um pouco antes.

Os efervescentes, banda underground de Porto Alegre, tocaram logo depois. Surpreendeu muito a energia da banda. Já surpreenderia em condições normais. No entanto ver uma banda que não possui um grande público se apresentar depois de medalhões, com um atraso de mais de três horas no cronograma e, ainda assim, arrasar no palco demonstrou o tanto de personalidade que esses caras tem. Um nome que merece atenção na cena gaúcha.

Já era de manhã quando, com um público bem menor do que a banda merece, o encerramento ficou a cargo do Tenente Cascavel. A banda, formada por membros do TNT e do Cascavelettes, relembrou os grandes clássicos das duas bandas e fecharam a sétima edição do GIG ROCK em grande estilo.

O destaque negativo ficou por conta de São Pedro, que não colaborou e mandou chuva forte sobre Porto Alegre. Em função disso, houve um atraso inicial de quase duas horas e que foi crescendo durante todo o festival. Graforréia, Bidê, Efervescentes e Tenente Cascavel mereciam mais público diante dos shows que fizeram. Também por isso o publico ficou abaixo do que se esperava. Um grande evento onde quem ganhou foram os bravos fãs gaúchos que enfrentaram a chuva, chegaram cedo e saíram tarde. Baita evento.

am tarde. Baita evento.

Publicações Relacionadas

Comente

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *