9ª edição afirma Noite Senhor F e Porto Alegre no centro da conexão Brasil – Mercosul
No próximo dia 23, no Opinião, 21 horas, acontece a nona edição da Noite Senhor F, evento nascido em Brasília, mas definitivamente instalado em Porto Alegre, desde dezembro de 2010. Desta vez, a Noite Senhor F destaca a banda paulista "Garotas Suecas" indicada ao VMB 2011 nas categorias (Melhor Capa e Clipe do Ano)e as gaúchas "Rocartê" e "Apanhador Só" também concorrendo ao VMB 2011 na categoria (Revelação). O evento tem ainda o DJ Diogo Lachance (Ex- Superguidis). Nesta edição, com cerveja dupla das 21 às 22 horas.
Serviço
Noite Senhor F
Opinião
23 de outubro, domingo
21 horas
Conheça os artistas:
Rocartê – www.bandarocarte.blogspot.com
Garotas Suecas – www.bandagarotassuecas.com.br
Apanhador Só – www.apanhadorso.com
E o Dj
Diogo Lachance
Ingressos antecipados a R$ 10,00; na hora R$ 15,00
Saiba mais sobre a Noite Senhor F
A Noite Senhor F é produzida pela Produtora Senhor F, sob a coordenação de Brisa Daitx, e conta com apoio da Opinião Produtora (Gabriel Souza), Rádio Ipanema, Força Sindical, Coletivo de produção musical 4:33,Remix ZH e sites Rock Gaúcho, POA Show e ObaOba RS.
Conheça as atrações:
ROCARTÊ
A Rocartê, banda autoral de Porto Alegre, começou seus trabalhos em 2008. Foram dois anos criando e gravando, para somente em 2010 começar a fazer apresentações públicas. Desde então a banda já fez 20 apresentações, entre a capital, região metropolitana e interior do estado, dividindo o palco com bandas de São Paulo, Recife e Curitiba, em ocasiões como o encerramento da FestiPOA Literária e em Santa Mariana 1ª prévida do Macondo Circus 2011.
A banda não acredita no CD como material físico para divulgação do seu trabalho e explora mais os meios gratuitos da internet para disponibilizar áudio, vídeo e também o Zine produzido pelos próprios integrantes. Vale ressaltar que 2011 foi o ano de lançamento do mini-doc da Rocartê, produzido pela Verte Filmes, que registra depoimentos e três músicas gravadas ao vivo.
GAROTAS SUECAS
Do mundo para o Brasil e de volta para o mundo. Na construção de seu estilo e trajetória, o Garotas Suecas é como um bumerangue musical. Reprocessando influências de ritmos negros americanos (o rock, o funk e o soul) a partir da tradição antropofágica brasileira (o tropicalismo dos Mutantes, a fase roqueira de Roberto Carlos e o groove de Tim Maia), o grupo arrebata fãs dentro e fora do país com o balanço contagiante de seu álbum de estreia, Escaldante Banda.
Lançado em CD e vinil, o disco chegou primeiro aos Estados Unidos, pelo selo californiano American Dust, e marcou o início de uma turnê de 28 apresentações pela terra do Tio Sam, em setembro de 2010. Passando, entre outras cidades, por Nova York, Los Angeles, São Francisco, Chicago e Seattle (onde a banda se apresentou na 40ª edição do festival Bumbershoot, ao lado de artistas como Bob Dylan, Solomon Burke e Booker T.), o frescor retropicalista do Garotas Suecas conquistou plateias estrangeiras, em shows concorridos e críticas rasgadas ao disco e à performance ao vivo de Guilherme Saldanha (voz), Irina Bertolucci (teclado e voz), Tomaz Paoliello (guitarra e voz), Fernando Machado (baixo e voz) e Nico Paoliello (bateria e voz).
APANHADOR SÓ
Um punhado de belas canções e uma invejável capacidade de cativar o público de imediato: foram estes ingredientes que garantiram ao Apanhador Só prestígio e destaque na fértil cena musical brasileira, desde 2006, quando surgiu com o EP Embrulho Pra Levar.
Com versos filosóficos e música de espírito aventureiro, o disco do quarteto de Porto Alegre conquistou admiradores fiéis em shows pelos principais palcos do Rio Grande do Sul. Com ele, a banda ganhou, em votação popular, concurso da TramaVirtual e foi ao Rio de Janeiro abrir show de Maria Rita. À viagem seguiram-se apresentações em São Paulo que renderam bons comentários e garantiram regresso à capital paulista, em 2008, no projeto Prata da Casa, do SESC Pompeia, e destaque em matéria do O Estado de S. Paulo sobre “novos artistas para ficar de olho”.
O segredo do sucesso do grupo está no talento para compor canções que remetem a uma ancestralidade pop de assimilação imediata, ao mesmo tempo em que desafia ouvintes atentos a desvendar novas camadas sonoras e líricas a cada audição. Foi esse equilíbrio entre o popular e o experimental que rendeu ao Apanhador Só tanto reconhecimento, antes mesmo de seu primeiro álbum, Apanhador Só, ser lançado em 2010 e ir direto para as listas de melhores daquele ano.



