Chiquinha: carisma e nostalgia em Porto Alegre.

    

No mesmo ano em que se apresentaram em Porto Alegre Carlos Villagrán, o Kiko, e Edgar Vivar, o Senhor Barriga, nos shows que levam os nomes de seus clássicos personagens do seriado Chaves, Porto Alegre recebeu uma terceira atração da série mexicana: Maria Antonieta de Las Nieves, a Chiquinha, se apresentou em terras gaúchas na última segunda-feira, dia 11 de Novembro. O show, que mescla músicas da série e interação com o público, contagiou o público com nostalgia e carinho pela filha do Seu Madruga. 

    O show começa pontualmente às 20h30, com uma canção infantil, acompanhada por seus dançarinos caracterizados com figurino que remete à personagem principal. Porém, era apenas isso. Chiquinha cantando sobre uma base e os dançarinos a acompanhando. Nada no palco, nenhum cenário ou aparato extra. Tudo vazio, o que já causou certa estranheza aos mais atentos. Porém, na sequencia, como não poderia deixar de ser, Maria foi ovacionada pelos nostálgicos fãs que compareceram para prestigia-la. A partir dali, nada de especial: a atriz, em espanhol, fez piadas fracas, cantou, dançou, trocou de figurino algumas vezes e foi aplaudida muito mais pelo poder de seu personagem nas memórias lúdicas da plateia do que pela qualidade de seu show, que chegou a despertar certo constrangimento em parte do público, com olhares para os lados e perceptível sensação de desconforto. 
    Infelizmente, por mais que se queira, não há muito o que relatar sobre o show. É excelente para quem quer ver um personagem da série Chaves, mas  validade se resume à memória afetiva dos fãs. Enquanto espetáculo, é tão fraco e ruim quanto esta resenha. 

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