Capital Inicial: Uma excelente apresentação, recheada de sucessos

julho 19, 2010 
Categoria Destaques

IMG 8374 Capital Inicial: Uma excelente apresentação, recheada de sucessos

Um ótimo show com muitos problemas extra-palco. Assim pode ser definida a noite de sexta-feira, 16 de Julho, no Pepsi On Stage. O Capital Inicial, uma das mais bem sucedidas bandas do Rock Nacional trouxe a Porto Alegre sua nova turnê, Das Kapital. Dinho Ouro-Preto (vocal), Yves Passarel (guitarra) e os irmãos Flávio Lemos (baixo) e Fê Lemos (bateria) empolgaram com uma apresentação competente e recheada de covers.

Antes do show, recebemos a informação de que o responsável pela TSO Produtora (produtora do evento até a data) havia desaparecido. Não havia credenciais de imprensa nem maiores informações do que havia sido previamente acertado. Fomos informados também de que a realização do show foi assumida pela Opinião Produtora (administradora do Pepsi On Stage) para que o evento acontecesse. Existiu a possibilidade de não haver show. Coincidência ou não, havia seis viaturas da Brigada Militar e muitos policiais no local. Além disso, o próprio POA Show foi lesado pela atitude da produtora, conforme esclarecemos em nota oficial.

Minutos após a meia noite a banda sobe ao palco para “Ressurreição”, do álbum mais recente, “Das Kapital”, seguida de “Quatro Vezes Você”, o primeiro hit da noite. “Quatro Vezes Você”, guiada por seu riff característico, levantou o Pepsi On Stage.

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Pouca Vogal lotando mais uma vez o Teatro do Bourbon Country

julho 18, 2010 
Categoria Destaques

IMG 8253 Pouca Vogal lotando mais uma vez o Teatro do Bourbon Country

 

"A Voz do Brasil" ("O Guarani" de Carlos Gomes) anuncia o início do show do Pouca Vogal. A dupla, Humberto Gessinger e Duca Leindecker já conquistou seu espaço entre o gosto dos Gaúchos. Ambos fizeram/fazem parte da história do rock/pop Gaúcho com suas bandas de origem: Engenheiros do Hawaii e Cidadão Quem. Ambos poetas. As letras de Humberto são mais rebuscadas, implícitas. Um mestre no jogo de palavras que fazem com que se vá além do que se escuta. Duca é mais direto, mas nem por isso deixa de brincar com as palavras e transformar fatos do cotidiano em belas composições. As composições em comum se tornaram jogos de palavras cheio de significado.

O show começa com "Depois da Curva" e em seguida temos uma sequência composta de "Até o fim", "Girassóis", "Breve", "Pose", "Dia especial", "Além da Máscara" e "Somos quem podemos ser". Impressiona o coral, que parecia ensaiado, de toda a platéia, cantando baixinho e dando um espetáculo a parte.

Humberto chama então, chama Luciano Leidencker, irmão de Duca, para participar do show. Luciano assume um lugar entre Duca e Humberto e toca um instrumento criado por ele, chamado Quince. Com Luciano no palco, tocam "Música Inédita", "Na paz e na pressão" e "Terra de Gigantes". Ao se despedirem de Luciano, Humberto brinca que Luciano é o melhor músico de Quince do mundo, escolhido pela revista Quince Player. Momento de descontração e sorrisos. Leia mais

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Dia Internacional do Rock com Hibria & Distraught

julho 16, 2010 
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1 Distraught 4 Dia Internacional do Rock com Hibria & Distraught

Em Porto Alegre, pouco importou se o Dia Internacional do Rock caiu na terça-feira mais gelada do ano. Na data especial do calendário, os gaúchos não perderam a oportunidade de conferir duas das maiores bandas do estado em uma apresentação arrasadora. Hibria e Distraught proporcionaram uma bela noite para todos os headbangers que invadiram o Drakkar Music Hall, mesmo com uma previsão climática nada animadora.

De volta a capital gaúcha depois da abertura para o Megadeth em abril, a Distraught ficou encarregada de iniciar as atividades da noite. Com cerca de uma hora de atraso, o quinteto formado por André Meyer (vocal), Marcos Machado (guitarra), Ricardo Silveira (guitarra), Nelson Casagrande (baixo) e Dionatan Santos (bateria) retornou aos palcos da sua cidade natal para continuar a promoção do seu mais recente disco, “Unnatural Display of Art”. Às 22h a banda entrou em cena com “The End of Times” e “Burial of Bones”, as duas do álbum novo. Destaque, nesse primeiro momento, para a iluminação impecável do Drakkar.

Desde o início do show, a Distraught deixou evidente a extrema qualidade do seu thrash metal, que completa exatos vinte anos de história em 2010. As músicas novas – estruturalmente similares às presentes em “Behind the Veil”, o disco anterior – funcionam muitíssimo bem ao vivo. Com uma camiseta que dizia “Your God is Dead”, André Meyer comandava o mosh na frente do palco e viu um que outro corajoso tentar um stage diving sobre a plateia. Os presentes ainda quebraram o pescoço na ótima “The Order”, um dos maiores sucessos do disco anterior.
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