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	<title>POA SHOW &#187; Bourbon Country</title>
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		<title>Oswaldo Montenegro</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 14:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poashow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro do Bourbon Country]]></category>

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		<description><![CDATA[Data: 05/03/2010 Local: Teatro do Bourbon Country Hora de Início: 21h Ingressos: Bilheteria do Teatro do Bourbon Country Horário de atendimento das 14h às 22h de segunda a sábado. Telentrega Ingresso Show (51) 8401.0555 Horário de atendimento das 9h às 19h de segunda a sexta. Início de vendas 10/02 Ingressos Promocionais: Galerias &#8211; R$ 50,00 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Oswaldo Montenegro" src="http://4.bp.blogspot.com/_3QTU6XU35FU/SnCGmRV498I/AAAAAAAAAL8/sAfhKIeCUsE/s320/oswaldo+montenegro.jpg" alt="oswaldo+montenegro Oswaldo Montenegro" width="320" height="232" /><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Data: </strong>05/03/2010<br />
<strong>Local: </strong>Teatro do Bourbon Country<br />
<strong>Hora de Início: </strong>21h</p>
<p><span id="more-3073"></span><strong>Ingressos: </strong></p>
<p>Bilheteria do Teatro do Bourbon Country<br />
Horário de atendimento das 14h às 22h de segunda a sábado.</p>
<p>Telentrega Ingresso Show (51) 8401.0555<br />
Horário de atendimento das 9h às 19h de segunda a sexta.</p>
<p>Início de vendas 10/02</p>
<p><strong>Ingressos Promocionais:</strong></p>
<p>Galerias &#8211; R$ 50,00<br />
Mezanino &#8211; R$ 70,00<br />
Platéia Alta &#8211; R$ 80,00<br />
Platéia Baixa &#8211; R$ 90,00<br />
Camarote &#8211; R$ 120,00</p>
<p>Desconto de 10% no Clube Premier Bourbon (usuários dos cartões Zaffari Card, Bourbon Card, e Rancho Card)<br />
Desconto de 10% para titular cartão ZH</p>
<p>Desconto de 50% nos 100 primeiros ingressos, para Titulares do Cartão do Clube do Assinante Zero-Hora. Desconto válido somente pela Telentrega Ingresso Show.</p>
<p>Desconto de 10% para titulares do cartão TAM.</p>
<p>Descontos não cumulativos.</p>
<p>Não recomendado para menores de 12 anos</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=3073&type=feed" alt=" Oswaldo Montenegro"  title="Oswaldo Montenegro" />]]></content:encoded>
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		<title>Projeto “Eu Faço Cultura” com Zeca Baleiro</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 01:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poashow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
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		<description><![CDATA[Um bom show, com um resultado estético bacana]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/fabianamenine" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2522" title="Zeca Baleiro" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/zeca6p.jpg" alt="zeca6p Projeto “Eu Faço Cultura” com Zeca Baleiro" width="450" height="305" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O  projeto <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.eufacocultura.com.br/" target="_blank">“Eu Faço Cultura”</a>,</span> iniciativa conjunta do MCPC (Movimento  Cultural do Pessoal da Caixa) e da Caixa Seguros, chega pela terceira  vez a Porto Alegre. Depois das apresentações de Nando Reis e Vanessa  da Mata, no último domingo foi a vez do cantor e compositor maranhense  <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www2.uol.com.br/zecabaleiro/" target="_blank">Zeca Baleiro</a></span> apresentar sua música ao público gaúcho.</p>
<p style="text-align: justify;">No  horário marcado, 20h, começa o show de abertura. O violinista francês  radicado no Brasil <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.nicolaskrassik.com/" target="_blank">Nicolas Krassik</a></span> apresenta um repertório com muito  samba e música brasileira, mas também claramente influenciado pelo  jazz. Acompanhado de um baterista e um violonista competentíssimos,  agradou ao pequeno público que o assistia.</p>
<p style="text-align: justify;">Pouco  depois das 21h15 Zeca Baleiro sobe ao palco com “Meu Amor, Minha Flor,  Minha Menina”, do disco “Baladas do Asfalto e Outros Blues”. Em  seguida, outro sucesso “Eu Despedi o Meu Patrão”. Aparentemente  contrariado com algo, Zeca manteve o semblante sério durante as primeiras  canções do set. Foi assim também em “Salão de Beleza” e “Proibida  pra Mim”, onde Baleiro incluiu um trecho de “Zóio d’Lula”,  outro sucesso do Charlie Brown Jr..</p>
<p style="text-align: justify;">Zeca Baleiro foi então até o fundo do palco para deixar a guitarra.  Retornou de costas para o público, com uma dancinha. Foi ali que o  cantor se mostrou sorridente pela primeira vez. Felizmente seu ânimo,  a partir daquele momento, mudou da água para o vinho. Antes de “Bola  Dividida”, Zeca pediu desculpas por sua voz, e então foi possível  perceber que o cantor estava bastante congestionado. Talvez fosse esse  o motivo do desconforto.</p>
<p style="text-align: justify;">O clima que já era light ficou ainda mais tranqüilo com o set  acústico preparado pela banda. “Essa música não é minha. Mas é  minha também.” Veio então um dos destaques da noite, a execução  com três violões (um terceiro foi assumido pelo baixista Fernando  Nunes) de &#8220;Bicho de Sete Cabeças”, de Geraldo Azevedo. Um dos  momentos mais emocionantes da apresentação. Ao final, Fernando deixa  o palco para que apenas Zeca e o guitarrista Tuco Marcondes mandassem  “Vapor Barato” e “A Flor da Pele”.</p>
<p style="text-align: justify;">Como  de costume, alguém gritou “Toca Raul”. Obviamente uma provocação  bem humorada ao compositor que escreveu exatamente sobre este bordão  na música que leva este título. Zeca, simpático, canta um trecho  de “A Maçã” e conclui: “É&#8230; acho que vou fazer&#8230;”. Deixou  a expectativa de uma possível versão.</p>
<p style="text-align: justify;">O  repertório contou ainda com clássicos como “Babylon”, “Telegrama”,  “Ópio”, “Quase Nada” e “A Alma Não Tem Cor”, mas também  houve ausências significativas como “Piercing” e “Lenha”, que  ficaram de fora.</p>
<p style="text-align: justify;">Para encerrar, mandou &#8220;Toca Raul&#8221;, homenagem ao grande Raulzito  que acabou se tornando carro chefe de seu último disco, &#8220;O Coração  do Homem Bomba&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o bis, a já tradicional junção de &#8220;Detesto Coca Light&#8221;  e &#8220;Heavy Metal do Senhor&#8221;, em uma versão explosiva e cheia  de energia, como o Heavy Metal deve ser. &#8220;Heavy Metal do Senhor&#8221;  levantou o público de forma que nenhuma outra canção o fez até ali  e provou que ainda é, sim, o maior hit de Zeca.</p>
<p style="text-align: justify;">Um  bom show, com um resultado estético bacana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Marcel Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos: </strong><a href="http://www.flickr.com/fabianamenine" target="_blank">Fabiana Menine</a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">
<a href='http://poashow.com.br/2009/11/25/projeto-eu-faco-cultura-com-zeca-baleiro/zeca1p/' title='Zeca Baleiro'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/zeca1p-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="zeca1p 150x150 Projeto “Eu Faço Cultura” com Zeca Baleiro" title="Zeca Baleiro" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2009/11/25/projeto-eu-faco-cultura-com-zeca-baleiro/zeca2p/' title='Zeca Baleiro'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/zeca2p-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="zeca2p 150x150 Projeto “Eu Faço Cultura” com Zeca Baleiro" title="Zeca Baleiro" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2009/11/25/projeto-eu-faco-cultura-com-zeca-baleiro/zeca3p/' title='Zeca Baleiro'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/zeca3p-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="zeca3p 150x150 Projeto “Eu Faço Cultura” com Zeca Baleiro" title="Zeca Baleiro" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2009/11/25/projeto-eu-faco-cultura-com-zeca-baleiro/zeca4p/' title='Zeca Baleiro'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/zeca4p-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="zeca4p 150x150 Projeto “Eu Faço Cultura” com Zeca Baleiro" title="Zeca Baleiro" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2009/11/25/projeto-eu-faco-cultura-com-zeca-baleiro/zeca5p/' title='Zeca Baleiro'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/zeca5p-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="zeca5p 150x150 Projeto “Eu Faço Cultura” com Zeca Baleiro" title="Zeca Baleiro" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2009/11/25/projeto-eu-faco-cultura-com-zeca-baleiro/zeca6p/' title='Zeca Baleiro'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/zeca6p-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="zeca6p 150x150 Projeto “Eu Faço Cultura” com Zeca Baleiro" title="Zeca Baleiro" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2009/11/25/projeto-eu-faco-cultura-com-zeca-baleiro/zeca7p/' title='Zeca Baleiro'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/zeca7p-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="zeca7p 150x150 Projeto “Eu Faço Cultura” com Zeca Baleiro" title="Zeca Baleiro" /></a>
<br />
</span></p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=2516&type=feed" alt=" Projeto “Eu Faço Cultura” com Zeca Baleiro"  title="Projeto “Eu Faço Cultura” com Zeca Baleiro" />]]></content:encoded>
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		<title>Mulheres da Banda</title>
		<link>http://poashow.com.br/2009/10/27/mulheres-da-banda/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 19:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poashow</dc:creator>
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		<description><![CDATA[com Renata Adegas, Vanessa Longoni, Marisa Rotemberg e Andrea Cavalheiro Data: 11/11/2009 Local: Teatro do Bourbon Country Hora de Início: 21h Ingressos: Bilheteria do Teatro do Bourbon Country Horário de atendimento das 14h às 22h de segunda a sábado. Telentrega Ingresso Show (51) 8401.0555 Horário de atendimento das 9h às 19h de segunda a sexta. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong></strong><img class="aligncenter" title="mulheres da banda" src="http://opuspromocoes.com.br/agenda/307MULHERESDABANDA.jpg" alt="307MULHERESDABANDA Mulheres da Banda" width="140" height="140" /></p>
<p style="text-align: center;">com Renata Adegas, Vanessa Longoni, Marisa Rotemberg e Andrea Cavalheiro</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Data: 11/11/2009</strong><br />
<strong>Local: </strong>Teatro do Bourbon Country<br />
<strong>Hora de Início: </strong>21h</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-2082"></span><strong>Ingressos:</strong></p>
<p>Bilheteria do Teatro do Bourbon Country<br />
Horário de atendimento das 14h às 22h de segunda a sábado.</p>
<p>Telentrega Ingresso Show (51) 8401.0555<br />
Horário de atendimento das 9h às 19h de segunda a sexta.</p>
<p>Início de vendas 30/10</p>
<p>Preço &#8211; 1° Lote Promocional<br />
Galerias &#8211; R$ 30,00<br />
Mezanino &#8211; R$ 40,00<br />
Platéia Alta &#8211; R$ 40,00<br />
Platéia Baixa &#8211; R$ 50,00<br />
Camarote &#8211; R$ 80,00</p>
<p>Desconto de 10% no Clube Premier Bourbon (usuários dos cartões <a href="http://www.zaffaricard.com.br/">Zaffari Card</a>, <a href="http://www.bourboncard.com.br/">Bourbon Card</a>,  e <a href="http://www.ranchocard.com.br/">Rancho Card</a>)<br />
Desconto de 10% para titular cartão ZH</p>
<p>Desconto de 50% nos 100 primeiros ingressos, para Titulares do Cartão do Clube do Assinante Zero-Hora. Desconto válido somente pela Telentrega Ingresso Show.</p>
<p>Descontos não cumulativos.</p>
<p>Não recomendado para menores de 12 anos</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=2082&type=feed" alt=" Mulheres da Banda"  title="Mulheres da Banda" />]]></content:encoded>
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		<title>Os Paralamas do Sucesso vieram tocar na capital</title>
		<link>http://poashow.com.br/2009/10/14/os-paralamas-do-sucesso-vieram-tocar-na-capital/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 18:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poashow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Bourbon Country]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última sexta-feira, 09 de Outubro, o trio trouxe a Porto Alegre sua nova tour, “Brasil Afora”. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/paralamas-do-sucesso1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1893" title="paralamas-do-sucesso" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/paralamas-do-sucesso1.jpg" alt="paralamas do sucesso1 Os Paralamas do Sucesso vieram tocar na capital" width="450" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Após  um pequeno atraso de 15 minutos, a banda sobe ao palco com “Sem Mais  Adeus” do álbum mais recente, e não obtêm grande repercussão.  Na seqüência, a primeira surpresa: “Dos Margaritas” que levantou  o público. Desde o início é possível constatar a qualidade e o entrosamento  da banda. Seus músicos, de talento individual notável, se complementam  muito bem. Os músicos contratados, no teclado, trombone e sax, dão  uma identidade especial aos arranjos do trio, o que também pode ser  observado na terceira canção do set: “Pólvora”. Fica clara, ainda,  a excelente performance vocal de Herbert Vianna. O vocalista, que já  foi alvo de diversas críticas no que se refere à sua voz, está, talvez,  em sua melhor fase.<span id="more-1884"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Após  as tradicionais saudações, a banda agradece a presença e continua  com “Ela Disse Adeus” e “Cuide Bem do Seu Amor”. Nesta, inseriram  uma conveniente pausa para que o público cantasse o primeiro verso  do refrão. Abrilhantou a música, que já era bela.</p>
<p style="text-align: justify;">Houve  também espaço para um pequeno set acústico, onde Bi Ribeiro e João  Barone trocaram de lado no palco (a bateria ficou a direita e o baixo  a esquerda, enquanto que durante o acústico Bi tocou baixo acústico  na direita e Barone um set composto apenas de bumbo e caixa a esquerda  do público). Aqui, destacou-se o talento do baterista. Com apenas caixa  e bumbo, Barone desfilou puro talento e muita técnica variando nas  levadas e criando um clima especial às canções com apenas duas peças.  Para este formato, a banda escolheu “Mormaço”, “O Rio Severino”,  “Caleidoscópio” e “Expresso do Oriente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante  a execução de “O Calibre”, arrebentou uma das peles da bateria,  mas foi rapidamente consertado.</p>
<p style="text-align: justify;">A  grande surpresa da noite foi o inusitado cover de Los Hermanos, “O  Vencedor”, com João Barone nos vocais. “A gente vai tocar uma música  agora, de uma banda que a gente gosta muito, e quem souber pode cantar  junto”, anunciou o baterista. A versão, trazida para o estilo dos  Paralamas, contou inclusive com um solo de guitarra, algo que não existe  na versão original. Certamente, um dos pontos altos da apresentação.  Houve ainda espaço para os grandes hits como “Meu Erro” e “Alagados”  bem como músicas do novo álbum, “Meu Sonho” e “A Lhe Esperar”.</p>
<p style="text-align: justify;">O  bis contou com cinco canções: retornaram com “Lanterna dos Afogados”.  NE seqüência, outro cover, desta vez dos Titãs,  “Sonífera  Ilha”. Os Paralamas, que já fizeram duas tours com os paulistas,  representaram os companheiros muito melhor do que os Titãs com “Loirinha  Bombril” (música que os Titãs incluíram em seu setlist). A versão  foi competente muito bem arranjada. Para encerrar, a trinca “Cinema  Mudo”, “Óculos”, onde Herbert fez uma referência a sua condição  de cadeirante substituindo o verso “atrás dessas lentes também bate  um coração” por “em cima dessas rodas também bate um coração”.  Ganhou aplausos cheios de admiração e solidariedade. Em “Vital e  sua Moto”, Herbert ganhou a galera do emendar em “Os Paralamas do  Sucesso vem tocar na capital” o adendo “do Rio Grande do Sul”.</p>
<p style="text-align: justify;">Após  1h40min de apresentação, reforçou-se a certeza de que os Paralamas  do Sucesso continuam sendo uma das melhores bandas do cenário nacional.  Estão, infelizmente, longe de serem a maior. Mas estão, certamente,  entre as melhores. Não estamos aqui abrindo espaço para exposição  de gosto pessoal do redator, e sim fazendo justiça a um trio onde todos  são excelentes instrumentistas, que contrata sidemen de primeira linha,  que sabe arranjar suas canções com perfeição e que continua, há  quase 30 anos, fazendo o som que acreditam, sem ceder a modismos ou  fórmulas de sucesso pré-fabricadas.</p>
<p style="text-align: justify;">É  recomendável que se conheça o trabalho dessa banda. Abrir os olhos  para as bandas clássicas nunca é demais. E os Paralamas são uma das  provas viva desta teoria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Marcel Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> <a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine" target="_blank">Fabiana Menine</a></p>

<a href='http://poashow.com.br/2009/10/14/os-paralamas-do-sucesso-vieram-tocar-na-capital/paralamas-do-sucesso4/' title='paralamas-do-sucesso4'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/paralamas-do-sucesso4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="paralamas do sucesso4 150x150 Os Paralamas do Sucesso vieram tocar na capital" title="paralamas-do-sucesso4" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2009/10/14/os-paralamas-do-sucesso-vieram-tocar-na-capital/paralamas-do-sucesso3/' title='paralamas-do-sucesso3'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/paralamas-do-sucesso3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="paralamas do sucesso3 150x150 Os Paralamas do Sucesso vieram tocar na capital" title="paralamas-do-sucesso3" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2009/10/14/os-paralamas-do-sucesso-vieram-tocar-na-capital/paralamas-do-sucesso2/' title='paralamas-do-sucesso2'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/paralamas-do-sucesso2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="paralamas do sucesso2 150x150 Os Paralamas do Sucesso vieram tocar na capital" title="paralamas-do-sucesso2" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2009/10/14/os-paralamas-do-sucesso-vieram-tocar-na-capital/paralamas-do-sucesso1/' title='paralamas-do-sucesso'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/paralamas-do-sucesso1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="paralamas do sucesso1 150x150 Os Paralamas do Sucesso vieram tocar na capital" title="paralamas-do-sucesso" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2009/10/14/os-paralamas-do-sucesso-vieram-tocar-na-capital/paralamas-do-sucesso-2/' title='paralamas-do-sucesso'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/paralamas-do-sucesso-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="paralamas do sucesso 150x150 Os Paralamas do Sucesso vieram tocar na capital" title="paralamas-do-sucesso" /></a>

<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1884&type=feed" alt=" Os Paralamas do Sucesso vieram tocar na capital"  title="Os Paralamas do Sucesso vieram tocar na capital" />]]></content:encoded>
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		<title>Rita Lee</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2009 06:45:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rita Lee veio apresentar pela segunda vez em Porto Alegre seu mais recente show, Pic Nic.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157618991219606/" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-647" title="Rita Lee" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/rl3.jpg" alt="rl3 Rita Lee" width="300" height="200" /></a>Na última sexta-feira a cantora Rita Lee veio a Porto Alegre para apresentar, pela segunda vez, seu mais recente show, Pic Nic. Acompanhada de seu filho Beto Lee e do marido, Roberto de Carvalho nas guitarras, além dos músicos de apoio, Rita desfilou um vasto repertório baseado em hits e comentários novelísticos ao longo de duas horas de show.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um pequeno atraso de 15 minutos, A banda começa com “Flagra”, “Nem Luxo, Nem Lixo” e “Saúde”. Uma bela trinca de sucessos que levantaram, logo de cara, o público presente. Público esse que, a partir daí, mostrou-se um pouco comedido, mas sem deixar de demonstrar carinho pela cantora.</p>
<p style="text-align: justify;">“Já faz mais de um ano que eu não venho aqui nesse teatro&#8230; nesse meio tempo tanta coisa aconteceu&#8230; lá fora ainda era o Bush, aquele babaca, aquele imbecil&#8230; que mais? Ah, roubaram nosso caminhão com nossos equipamentos&#8230; mas não foi aqui não&#8230; mas, enfim&#8230; a Dercy não tinha feito 100 anos&#8230; aliás, tinha, a Hebe que não tinha feito 80!”.<span id="more-638"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui, claro, risos. Risos que, aliás, permearam toda a apresentação. O talento de Rita Lee para a comédia é impressionante e, aliado a sua simpatia e carisma, arranca gargalhadas até dos fãs mais sérios.</p>
<p style="text-align: justify;">“Agora vamos fazer duas músicas para as mulheres”. Vieram, então, “Cor de Rosa Choque” e “Todas as Mulheres do Mundo”. Ainda adaptou “Bwana” para “Obama”, em uma clara homenagem a quem chamou de “Negrão bonito, tesudo”, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.</p>
<p style="text-align: justify;">Rita então lembrou: “Ah, teve mais uma coisa: nesse meio tempo fui operada as pressas de hérnia de disco&#8230; esse negócio de envelhecer tem disso, sabe&#8230; agora não posso mais pular no palco&#8230; não posso segurar a guitarra, que pesa, só um violãozinho&#8230; mas um dos criadores do Rock and Roll, o Chuck Berry, está com 81 anos e fazendo show&#8230; eu com 62 acho que ainda chego lá&#8230;”.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi exatamente com Berry que Rita Lee começou uma breve seqüência de covers: a ótima versão de “Roll Over Beethoven”, foi, com toda a certeza, um dos pontos altos do show. Também se fizeram presentes uma versão de “Vingativa”, das Frenéticas, com vocais divididos com as backing vocals Rita Kfouri e Débora Reis e, ainda, “O Bode e a Cabra”, versão de “I Wanna Hold Your Hand”, dos Beatles.<a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157618991219606/"><img class="alignleft size-full wp-image-648" title="Rita Lee" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/rl1.jpg" alt="rl1 Rita Lee" width="300" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Sim, você leu exatamente isso. “I Wanna Hold Your Hand” foi transformada num “forrock” com uma letra que realmente estranhíssima. A letra pode ser encontrada na internet, bem como vídeos no Youtube. Convido-o a fazer seu próprio julgamento sobre o que alguns acham hilário e outros bizarro.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de “Tão”, música com uma letra inteligente e bem sacada, tivemos a oportunidade de assistir uma rápida demonstração de grosseria de Roberto de Carvalho, que gritou “aumenta o click, porra!!!!” com alguém da equipe. Causou breve constrangimento em quem estava prestando atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Rita Lee então veste uma peruca de cabelos rebeldes para uma canção dos Mutantes, que foram lembrados com “Baby”. Rita erra a letra, mas poucos percebem. Aliás, desde o começo do show chamou a atenção o fato de a cantora ter uma estante de partitura com as letras das canções a sua frente. Mesmo com tantos anos de carreira, ela ainda prefere a segurança da pastinha.</p>
<p style="text-align: justify;">O público volta a se manifestar mais fortemente no encerramento do show, com “Doce Vampiro”, que ganhou uma vocalização final que se transformou em uma declaração de amor ao&#8230; Internacional! Os colorados presentes foram à loucura com frases como “dormir e sonhar com o meu Internacional” e “Nilmar, aquele safadinho que fez aquele golaço contra o Corinthians”. E do Grêmio, nada.</p>
<p style="text-align: justify;">A banda encerra com “Ovelha Negra” e “Agora Só Falta Você”.</p>
<p style="text-align: justify;">Rita então volta para o bis vestindo uma camisa do Internacional, com o numero 100, em referência ao centenário do clube, comemorado esse ano e ainda com seu nome nas costas. Obviamente causou euforia nos colorados e ganhou vaias dos gremistas. “Que que eu posso fazer, gente? É meu coração&#8230;”. Perdeu pontos com os tricolores.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157618991219606/"><img class="alignleft size-full wp-image-649" title="Rita Lee" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/rt2.jpg" alt="rt2 Rita Lee" width="300" height="200" /></a>O final previsível contou com “Mania de Você”, “Erva Venenosa”, que Rita Lee cantou com uma falsa cobra no pescoço e, logicamente, “Lança Perfume”.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram duas horas de show em que a jovem senhora de 62 anos mostrou que ainda está em plena forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Rita Lee e a Novela</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o show, Rita Lee fala muito. Conversa de forma eloqüente entre uma canção e outra. Nesse show, especialmente, a cantora fez muitas referências à novela “Caminho das Índias”, da Rede Globo. Seguem abaixo alguns dos comentários televisivos de Rita Lee:</p>
<p style="text-align: justify;">“Agora apresento a vocês, a banda dos Dhalits” – Ao apresentar a banda.</p>
<p style="text-align: justify;">“Vou fazer uma tradução livre do ‘tic’. ‘Tic’ pra mim é o hum-hum. Aquela concordância. Já o ‘hare baba’ é aquele lance, você usa em várias situações&#8230; espanto: ‘hare baba’. Raiva: ‘hare baba’. Então o ‘hare baba’ seria ‘puta que pariu!’” – Fazendo análise da expressão mais famosa da novela.</p>
<p style="text-align: justify;">“Na guitarra, o meu Chankar, Roberto de Carvalho” – Em referência ao personagem de Lima Duarte.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ao invés de arrastar o sare pelo mercado&#8230; nos backing vocals&#8230;” – Apresentando as backing vocals com analogia as mulheres da novela.</p>
<p style="text-align: justify;">Rita Lee mostrou que, além de comandar os “negócios da família” no palco, ainda tem tempo de ver novela. Impressionante.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em> <em>Teatro do Bourbon Country | 29 de maio de 2009 |</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Marcel Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> Fabiana Menine</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=638&type=feed" alt=" Rita Lee"  title="Rita Lee" />]]></content:encoded>
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		<title>B 52&#8242;s</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 02:57:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Saudosismo e diversão marcam o show do B 52&#8242;s em Porto Alegre. O grupo que teve ascenção nos anos 80, revelando as vozes de Cindy Wilson e Kate Pierson, além de melodias e visuais extravagantes, em um clima de muito bom humor, fez um show extenso, totalizando 18 músicas e quase 2 horas ao palco. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Saudosismo e diversão marcam o show do B 52&#8242;s em Porto Alegre. O grupo que teve ascenção nos anos 80, revelando as vozes de Cindy Wilson e Kate Pierson, além de melodias e visuais extravagantes, em um clima <img class="alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="B52" src="http://www.poashow.com.br/fot/b522.jpg" alt="b522 B 52s " width="224" height="168" />de muito bom humor, fez um show extenso, totalizando 18 músicas e quase 2 horas ao palco.<br />
Na abertura, Frank Jorge faz um show decente, mas que infelizmente não leva muita gente para dentro do teatro. O local estava menos de um terço preenchido. Ainda assim, os que assistiram este, que é um dos maiores representantes do rock no Rio Grande do Sul, tiraram o chapéu. Apresentação curta, mas que nos fez lembrar de algumas pérolas de Frank, como quando o público cantava junto: &#8220;Querida, nunca diga que eu tenho mau gosto&#8221; &#8211; que, diga-se de passagem, poderia ter contado com Fernanda Takai, nos vocais, já que a vocalista do Pato Fu estava presente no Teatro do Bourbon<span id="more-382"></span>O show de abertura havia atrasado uma hora, e consequentemente, o B 52&#8242;s também sobe ao palco depois do esperado. O fato foi avisado à imprensa com alguma antecedência, mas creio que grande parte do público não estava a par da situação.</p>
<p style="text-align: justify;">O show principal começa com &#8220;Pump&#8221;, a faixa que abre o novo álbum do grupo, após um jejum de mais de 15 anos sem trabalhos inéditos. Incrivelmente, o local lota num piscar de olhos. Na segunda música, &#8220;Mesopotamia&#8221;, já se tinha a impressão de se estar em uma danceteria.<br />
Fred Schneider, Cindy Wilson e Kate Pierson, comandam a festa e mostram que têm disposição de sobra, apesar da idade. O guitarrista Keith Strickland não fica para trás: é performático e tira bons timbres de suas guitarras (as quais troca a todo momento), ainda que não seja um grande instrumentista.<br />
O grupo vem acompanhado ainda de um baterista, um tecladista/guitarrista e uma baixista.<br />
<img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="B52" src="http://www.poashow.com.br/fot/b52.jpg" alt="b52 B 52s " width="178" height="219" />O repertório foi variado e bem escolhido: das 18 composições apresentadas, 6 eram de seu mais recente álbum, &#8220;Funplex&#8221;, sendo a faixa título &#8211; que já se tornou um de seus hits &#8211; uma delas.<br />
Clássicos como &#8220;Private Idaho&#8221; e &#8220;Love Shack&#8221;, que encerrou a primeira parte do show, estavam no set list, que ainda traria três músicas no bis.<br />
Aplaudidos a todo momento, os músicos retornam para mais alguns minutos de diversão. Mais um pouco de material novo e um final &#8220;velha guarda&#8221;, com &#8220;Rock Lobster&#8221;, de seu primeiro álbum.<br />
O público &#8211; que eu arriscaria dizer, era 90% formado por maiores de 25 anos &#8211; delirou. A satisfação podia ser vista nas expressões, tanto dos fãs quanto dos ídolos.<br />
Depois de tudo isso, a platéia não parecia nem um pouco cansada: dançavam o tempo inteiro, permanecendo boa parte no local, mesmo após o show, pois ainda rolaram muitos clássicos pop no som mecânico. Uma verdadeira festa, o que combina bastante com B 52&#8242;s.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Murilo Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos: </strong>Bárbara Sudbrack</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=382&type=feed" alt=" B 52s "  title="B 52s " />]]></content:encoded>
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		<title>Titãs</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 19:51:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quarta-feira, 8 de abril, noite de receber um dos ícones do chamado &#8220;Rock Nacional&#8221;: Titãs. Divulgando seu último álbum, &#8220;MTV Ao Vivo&#8221;, a banda que mais encolhe no Brasil (eram 8 na época de Arnaldo Antunes e foram reduzidos a 5 com a saída de Nando Reis e a morte de Marcelo Frommer) se apresentou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quarta-feira, 8 de abril, noite de receber um dos ícones do chamado &#8220;Rock Nacional&#8221;: Titãs. Divulgando seu último álbum, &#8220;MTV Ao Vivo&#8221;, a banda que mais encolhe no Brasil (eram 8 na época de Arnaldo Antunes e foram reduzidos a 5 com a saída de Nando Reis e a morte de Marcelo Frommer) se apresentou no Teatro do Bourbon Country.<br />
Sem atração de abertura, a banda inicia o show pontualmente as 21h, como é de praxe no TBC, com o riff de introdução de &#8220;Diversão&#8221; enquanto as cortinas se abriam. Era o início de uma noite que <img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Titãs" src="http://farm4.static.flickr.com/3589/3427415301_f7be52091d_m.jpg" alt="3427415301 f7be52091d m Titãs" width="160" height="240" />de nostalgia e, como a canção mesmo diz, diversão. Em seguida, &#8220;Flores&#8221; e uma versão competente de &#8220;O Portão&#8221;, um clássico dos anos 60 interpretado por Roberto Carlos que ficou muito bem na voz de Branco Mello. O primeiro de vários covers daquela noite. Após o primeiro cover, a primeira surpresa: &#8220;Mentiras&#8221;, do disco &#8220;Jesus Não Tem Dentes No País Dos Banguelas&#8221;. Música que nunca foi hit, &#8220;Mentiras&#8221; foi bem escolhida pela densidade de sua letra, mas, infelimente, foi anunciada por seu intérprete Sergio Britto de forma infeliz: &#8220;Sei que muita gente aqui não deve se lembrar dessa música, nem sequer conhecer&#8230; &#8216;Mentiras&#8217;&#8221;. Ok, não deixa de ser verdade, a sentença foi comprovada pela reação fraquíssima do público presente, porém a atitude foi, certamente, arrogante com quem conhece o trabalho da banda e conhecia a canção. Neste caso, este redator incluso.<br />
Após &#8220;Go Back&#8221; e &#8220;Provas de Amor&#8221;, que não obtiveram uma resposta muito superiora a &#8220;Mentiras&#8221;, um sorridente e carismático Paulo Miklos ganha a galera com louvor: &#8220;A gente sempre quis fazer parte do Rock Gaúcho. Mas pra isso a gente tinha que ser gaúcho. Aí a gente resolveu que ia fazer Rock Gaúcho. E depois a gente chegou a conclusão que pra fazer Rock Gaúcho a gente tinha que ser gaúcho. Eu não estou puxando o saco de vocês&#8230; DEMAIS. Mas aí, pra compensar, a gente resolveu ser gaúcho essa semana!!!&#8221;. (N do R: A tour RS veio de Pelotas para POA e ainda passaria por Muçum, Marau, Nova Prata e Tapera). Inevitavelmente, o coro de &#8220;Ah, eu sou gaúcho&#8221; tomou conta do TBC.<br />
Os músicos contratados Lee Marcucci (baixo) e André Fonseca (guitarra) deixam o palco, enquanto Miklos assume a guitarra e Branco Mello o baixo.<span id="more-345"></span><br />
A belíssima &#8220;Epitáfio&#8221;, não poderia ficar de fora. Interpretação sublime, tanto de Sergio quanto do público. Um Hit, em todos os sentidos da palavra.<img class="alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Titãs" src="http://farm4.static.flickr.com/3351/3427414303_37165134e6_m.jpg" alt="3427414303 37165134e6 m Titãs" width="240" height="160" /><br />
O mesmo pode ser dito, sem alterações, sobre &#8220;Pra Dizer Adeus&#8221;. Sergio Brito, então, surpreende cantando, sozinho, os primeiros versos de &#8220;Eu Nasci há 10 mil anos atrás&#8221;. A surpresa, obviamente, vem pelo fato de esse clássico ter sido regravado muito recentemente pelo inimigo intimo da banda, Nando Reis. Mas tratava-se apenas de uma forma de homenagear Raulzito e introduzir &#8220;Aluga-se&#8221;, um dos pontos altos do show.<br />
Miklos vai ao microfone novamente, desta vez para protestar. &#8220;Nossos excelentíssimos senhores senadores agora tentam parar a imprensa, o quarto poder. Agora, pergunta só por escrito e resposta em no mínimo uma semana. Aí da tempo de varrer tudo pra debaixo do tapete&#8230; Para esses senhores, &#8216;Vossa Excelência&#8217;&#8221;. A veia punk da banda se potencializou a partir daí, naquela que para parte do público foi a melhor parte do show: &#8220;Bichos Escrotos&#8221;, &#8220;Cabeça Dinossauro&#8221;, &#8220;AA-UU&#8221;, e &#8220;Polícia&#8221;. Uma quebradeira desenfreada, protagonizada por músicos taxados de velhos por seus detratores, porém que ainda demonstram um vigor juvenil ao executar esse tipo de música.<br />
Voltam ao palco Lee e André para &#8220;A melhor banda de todos os tempos da ultima semana&#8221;. Música fraca, mas que ganhou porte ao vivo, surpreendentemente. Após &#8220;Domingo&#8221; e &#8220;Lugar Nenhum&#8221;, novamente Sergio Brito decepciona. Após um segundo coro de &#8220;Ah, eu sou gaúcho&#8221;, Sérgio rebate: &#8220;Acho bacana esse orgulho que vocês tem de ser gaúcho, assim como eu sou carioca, mas moro em São Paulo e passei metade da minha vida no Chile. Mas isso não tem importância, somos todos de lugar nenhum&#8221;. Nova infelicidade por parte do tecladista, ainda mais frente ao público mais bairrista que existe.<img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Titãs" src="http://farm4.static.flickr.com/3579/3427414393_4a76e8f9bc_m.jpg" alt="3427414393 4a76e8f9bc m Titãs" width="240" height="160" /><br />
O encerramento não poderia ser diferente, com os clássicos que faltavam: &#8220;Homem Primata&#8221; e &#8220;Sonífera Ilha&#8221;, recentemente ressuscitada por ser trilha de novela. Intervalo para o Bis e o retorno, para o que não precisava ter acontecido.<br />
Após um show que pode ser classificado como quase impecável e que deixou a imensa maioria muito satisfeitos, os Titãs quase põem tudo a perder. Iniciam o Bis com uma versão bastante discutível de &#8220;Loirinha Bombril&#8221;, dos Paralamas. Primeiramente, essa escolha foi errada, visto que os Paralamas tem uma imensa gama de músicas que podem ser mais bem aproveitadas pelos Titãs do que essa que, aliás, já é uma versão. A escolha do cantor também não acertada, visto que, pelo menos no imaginário deste redator, ficaria melhor na voz de Paulo Miklos do que de Branco Melo. Em seguida, &#8220;Marvin&#8221;. Nada contra &#8220;Marvin&#8221;. É ótima, um clássico. Mas, até ali, os Titãs haviam ignorado completamente todas as canções cantadas por Nando Reis. Não fizeram falta nenhuma, nem Nando nem as músicas que ele cantava. Foi desnecessária. E, por fim, a previsível e manjadíssima &#8220;É Preciso Saber Viver&#8221;, de Roberto Carlos.<br />
O público dos Titãs tem se mantido o mesmo, pelo que pudemos constatar naquele show. É um público que envelhece com a banda e os Titãs tem dificuldade em hangariar novos fãs. A maioria dos presentes tinha mais de 30 anos. Essa é a única explicação plausível para a escolha do Bis. Felizmente, em razão do show excelente e da surpresa que contarei a seguir, isso não desabonou o show em nada.<br />
Após exatos 90 minutos, bem como previa o release do show, a banda deixa o palco. Mas, volta pela segunda vez e, aí sim, surpreende positivamente com &#8220;O Pulso&#8221; e &#8220;Comida&#8221;. Verdadeiros fãs foram a loucura. Todos foram embora muito satisfeitos e surpresos com o bis &#8220;de verdade&#8221;.<br />
O único ponto a lamentar, e aqui exponho minha opinião pessoal, é o fato de a banda ignorar totalmente o disco &#8220;Titanomaquia&#8221;. Mas aí, talvez já seja pedir demais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por: </strong>Marcel Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> Fabiana Menine</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=345&type=feed" alt=" Titãs"  title="Titãs" />]]></content:encoded>
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		<title>Zé Ramalho</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 01:35:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Zé Ramalho canta Dylan&#8230; Pelo menos era o que dizia o cartaz. Um dos maiores nomes da música brasileira, Zé Ramalho, sempre foi considerado pelos seus fãs, como uma espécie de “visionário” e ele próprio nunca fez muito esforço para se livrar deste tipo de identificação. Ano passado lançou um disco em homenagem a Bob [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Um dos maiores nomes da música brasileira, Zé Ramalho, sempre foi considerado pelos seus fãs, como uma espécie de “visionário” e ele próprio nunca fez muito esforço para se livrar deste tipo de identificação. Ano passado lançou um disco em homenagem a Bob Dylan, o qual sempre foi referência para a carreira de Zé. <img class="alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Zé Ramalho" src="http://farm4.static.flickr.com/3573/3390848849_0a1c5350bf_m.jpg" alt="3390848849 0a1c5350bf m Zé Ramalho" width="160" height="240" />E se analisarmos este aspecto de forma um pouco mais profunda, veremos que as similaridades são muito grandes. Bom, esse antigo projeto finalmente foi lançado e acabou gerando uma porção de críticas, para o bem e para o mal, acho que na verdade mais para o mal, mas nada que o próprio cantor não esperasse. O simples fato de traduzir 11 canções de um dos maiores ícones da música mundial e lançá-las em um disco, por si só, já seria motivo para controvérsias, sendo o tradutor em questão o próprio Zé Ramalho, a coisa ainda aumenta de figura. Apesar do público dos dois não serem antagônicos, estão longe de serem uma unanimidade. Era uma tarefa difícil, neste caso, agradar a Gregos e Troianos. Coragem o Zé teve&#8230;<br />
As críticas negativas acabaram se sobressaindo durante a turnê. O que elucida isso muito bem foi o repertório do show apresentado na capital na noite de sexta-feira, dia 27 de março. Das 18 músicas apresentadas, menos de um quarto da apresentação foi composta de versões para as músicas de Dylan, por isso o nome da matéria. Zé optou por fazer um show que agradasse seus fãs antigos, que em sua maioria, tinham torcido o nariz para seu último trabalho, e não causasse aborrecimento a quem tinha ido ver seus grandes sucessos. <span id="more-298"></span>A apresentação começa pontualmente ás 21h, já muito bem embalada por Disparada, de Geraldo Vandré, que é clássico incontestável da música popular nacional. Segue com Do Muito e Do Pouco, parceria com Oswaldo Montenegro. Estas duas sendo as poucas surpresas do show, que depois teria seu curtíssimo momento Bob Dylan. Aqui abro um novo parêntese: Quando ouvi o disco, confesso que senti um pouco de estranheza, mas tirando alguns preconceitos musicais muito comuns, e entrado na viagem a qual o Zé Ramalho se propôs, o material acaba se mostrando mais entendível, ganhando sentido.<br />
A tradução das letras de Dylan para o português, é uma ótima oportunidade para criar o interesse de um público que desconhece este gênio da música. Mas a maioria do público não aprovou as traduções, o que acabou se refletindo nas míseras quatro canções apresentadas naquela noite, começando por Ta Tudo Mudando, seguida de O Vento Vai Responder e a já consagrada na voz de vários outros artistas, Negro Amor. Todas elas recebidas de forma meio fria pelos presentes, o que fez Zé se adiantar e avisar que aquele “momento Dylan” seria breve.<br />
A partir de então não faltaram clássicos do compositor Paraibano, Avôhai, Vila Do Sossego, Chão De Giz, sendo esta um dos momentos mais bonitos do show. Passando por Garoto De Aluguel e o seu maior clássico, Admirável Gado Novo. Logo após, o público ainda pode conferir mais uma versão de Bob Dylan, que há muito já é cantada por Zé Ramalho, trata-se de Batendo na Porta do Céu, que agradou a maioria. Pra finalizar, tivemos mais clássicos: Frevo Mulher, Banquete dos Signos e A Terceira Lâmina formaram a despedida, que, como todo mundo já sabia, não era definitiva. Ao som de “Volta, Volta!”, Zé, de maneira rápida, até de mais, diga-se de passagem, retorna para o Bis, que contou com Sinônimos e, para finalizar a apresentação, Vida de Viajante(Aquela do seriado Carga Pesada).<br />
Foi com um ar de frustração que terminou a apresentação de Zé na capital gaúcha, pelo menos para mim, que esperava um repertório mais balanceado. Mas a maioria dos presentes saiu de alma lavada, mais contentes ainda pela ausência das músicas que eu senti falta. Como eu disse no inicio: não se pode agradar a Gregos e Troianos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Angelo Borba</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> Fabiana Menine</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=298&type=feed" alt=" Zé Ramalho"  title="Zé Ramalho" />]]></content:encoded>
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		<title>Mallu Magalhães, Identidade e Cachorro Grande</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 22:31:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A noite de quinta-feira no Teatro do Boubon Country começou com o lançamento do PARC &#8211; Porto Alegre Rock City &#8211; projeto da Coca-Cola que tem como principal objetivo promover o Rock and Roll na cidade mais Rock do Brasil. Trata-se de um concurso de bandas cuja premiação é um projeto de band coaching onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A noite de quinta-feira no Teatro do Boubon Country começou com o lançamento do PARC &#8211; Porto Alegre Rock City &#8211; projeto da Coca-Cola que tem como principal objetivo promover o Rock and Roll na cidade mais Rock do Brasil. Trata-se de um concurso de bandas cuja premiação é um projeto de band coaching onde um músico consagrado e um produtor darão todo o apoio e atenção para oito <a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157615992426534/" target="_blank"><img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Mallu Magalhães" src="http://farm4.static.flickr.com/3426/3390863496_7aa1bc7435_m.jpg" alt="3390863496 7aa1bc7435 m Mallu Magalhães, Identidade e Cachorro Grande" width="160" height="240" /></a>bandas selecionadas por um juri competente e rigoroso. As bandas selecionadas participarão de encontros exclusivos onde os jovens terão a chance de trocar experiências, saber mais do meio artístico/musical, além de receberem dicas sobre técnicas utilizadas nos palcos e estúdios Bacana, não? Seria, não fosse o detalhe de que o projeto é voltado exclusivamente para bandas formadas por jovens de 13 a 19 anos. Fica o elogio por um projeto tão interessante e a crítica construtiva de que existem muitas bandas competentes precisando mais desse apoio do que essa fatia de bandas em estágio pré-embrionário que ainda tem muita garagem pela frente. Todos os detalhes podem ser conferidos em www.cocacolaparc.com.br<br />
Pouco depois das 22h, anunciada como &#8220;O maior fenômeno do Brasil&#8221;, sobe ao palco Mallu Magalhães. Fenômeno da internet, amada pela geração digital, detestada por muitos, a menina prodígio foi ao microfone: &#8220;Oi, meu nome é Mallu&#8230; eu vim aqui pra tocar pra vocês&#8230;&#8221; E começou com &#8220;You Know You&#8217;ve Got&#8221;, ótima música, cantada por Mallu de forma impecável. Cercada de uma banda competente e concisa, com um guitarrista de muito bom gosto, um tecladista criativo e uma cozinha impecável, Mallu é muito bem assessorada nos quesitos musicais. E foi só. O restante do show deixou muito a desejar. Até seus hits de propaganda de celular &#8220;Tchubaruba&#8221; e a bela &#8220;J1&#8243; foram tocadas e cantadas pela menina de maneira pouco abaixo do aceitável. Apresentou uma música nova, mas sem o potencial pop daquelas que tornaram seu Myspace o mais acessado do Brasil. Muita gente observava o show apenas por curiosidade, outros, que nem isso tinham, preferiram ficar no bar.<span id="more-289"></span><br />
Mallu desafina e sai do tom com certa frequencia. O que é inaceitável em qualquer vocalista se torna tolerável e até mesmo bacana na menina, visto que todos são complacentes com o fato de &#8220;ela só ter 16 anos&#8221;. E é por isso que não existe muito sentido e validade em elogia-la ou critica-la. Não se elogia uma artista que não está pronta e está longe de estar, ao mesmo tempo que não é ético malhar uma artista que não está pronta e está longe de estar.<br />
O sucesso de Mallu Magalhães é explicável apenas pela sua idade, fofura e total falta de eloquencia. Sua dificuldade em se comunicar, e seu ar infantil e dócil é interpretado por seus admiradores como qualidades singulares de uma artista sem precedentes na música brasileira. Mallu é um produto da indústria musical moderna onde a música está em segundo plano.  Foram 80 minutos de show, o mais longo da noite.<br />
Com metade das condições técnicas, metade do tempo disponível e muito mais que o dobro de energia e disposição, a Identidade, banda que vem conseguindo alguma visibilidade nos últimos anos em Porto Alegre, subiu ao palco perto da meia noite e mostrou muito bem a que veio. Com simplicidade e sem rodeios, m<a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157615906184389/" target="_blank"><img class="alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Identidade" src="http://farm4.static.flickr.com/3452/3390040731_5f9c243596_m.jpg" alt="3390040731 5f9c243596 m Mallu Magalhães, Identidade e Cachorro Grande" width="240" height="160" /></a>andaram seu Rock and Roll recheado da influência sessentista dos Rolling Stones, personificadas principalmente no vocalista Evandro Bittencourt e  no guitarrista Lucas Hanke, destaques da banda no que se refere a presença de palco. Com alguns &#8220;hits&#8221; no underground, como &#8220;Lia&#8221; e &#8220;Lucy Jones&#8221;, alguns presentes cantaram com a banda. O destaque musical ficou por conta de &#8220;Antiguidades Versus Modernidades&#8221;, faixa que dará nome ao terceiro álbum da banda. Com uma trinca de metais convidada da banda &#8220;Família Sarará&#8221;. Quero chamar a atenção para essa música. Poucas vezes uma banda em ascenção apresentou, em Porto Alegre, uma música tão forte. &#8220;Antiguidades Versus Modernidades&#8221; merece ser conhecida por todos, e pode abrir muitas portas que ainda estão fechadas para a Identidade. O ponto negativo ficou pela comparação infeliz de Mallu, Identidade e Cachorro Grande com, respectivamente, Bob Dylan, Stones e Beatles, feita ao microfone por Lucas. Mas o show foi tão bacana que o saldo se manteve positivo.<br />
Por fim, a atração de fundo: A maior banda gaúcha da atualidade subiu ao palco perto da uma da manhã. Chagaram com uma quebradeira sem tamanho, em um acorde que se prolongou por quase um minuto. Foram ovacionados e mandaram de cara o hit &#8220;Você não Sabe o Que Perdeu&#8221;, do disco &#8220;Pista Livre&#8221; e, talvez, o maior sucesso da Cachorro. De cara a voz suja e agressiva de Beto Bruno chamou a atenção por estar ainda mais suja e agressiva. Emendaram &#8220;Hey Amigo&#8221; e &#8220;Que Loucura&#8221;, do segundo álbum, o comercialmente renegado,  &#8220;As Próximas Horas Serão Muito Boas&#8221;. Um início arrebatador para um show que não foi diferente.<br />
A partir dali, pudemos apreciar uma banda relativamente jovem, com cerca de 10 anos, com apenas 4 álbuns, mas com uma série de hits que já fazem parte do repertório do rock gaúcho e até mesmo nacional. <a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157615992127658/" target="_blank"><img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Cachorro Grande" src="http://farm4.static.flickr.com/3544/3390845164_90c070cbbe_m.jpg" alt="3390845164 90c070cbbe m Mallu Magalhães, Identidade e Cachorro Grande" width="240" height="160" /></a>&#8220;Sexperienced&#8221;, &#8220;Sinceramente&#8221;, &#8220;Bom Brasileiro&#8221;, &#8220;Você Me Faz Continuar&#8221; e muitas outras agitaram o Teatro do Bourbon Contry em uma proporção muito maior que as atrações anteriores. Outro destaque foi &#8220;A Alegria Voltou&#8221;, música nova, cantada pelo baterista Gabriel Azambuja e com o canhoto Beto Bruno na guitarra. Ótimo som, diga-se de passagem.<br />
O show da Cachorro Grande, banda que a cada dia ganha mais fãs e mais críticos, provou por A + B que faz Rock and Roll com muita competência e merece, sim, seu lugar de destaque no cenário nacional.<br />
Enfim, foi uma noite que apresentou um projeto para o que há de mais novo e moderno, coroada por artistas totalmente &#8220;vintage&#8221;, cada um com seu estilo, proposta e grau de competência. O tempo vai nos mostrar no que isso tudo vai dar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por: </strong>Marcel Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos: </strong>Fabiana Menine</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=289&type=feed" alt=" Mallu Magalhães, Identidade e Cachorro Grande"  title="Mallu Magalhães, Identidade e Cachorro Grande" />]]></content:encoded>
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		<title>Ana Carolina</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 18:26:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pessoas das mais variadas idades, aparências e preferências tiveram a oportunidade de assistir uma apresentação brilhante da cantora Ana Carolina, um dos maiores nome daquilo que chamamos de MPB. Nesta quarta feira, dia 25, essas pessoas lotaram as dependências do Teatro do Bourbon Country e cantaram apaixonadamente com a cantora mineira. O show, nunca é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pessoas das mais variadas idades, aparências e preferências tiveram a oportunidade de assistir uma apresentação brilhante da cantora Ana Carolina, um dos maiores nome daquilo que chamamos de MPB. Nesta quarta feira, dia 25, essas pessoas lotaram as dependências do Teatro do Bourbon Country e cantaram <a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157615905827645/" target="_blank"><img class="alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Ana Carolina" src="http://farm4.static.flickr.com/3564/3390837404_05530e8f1e_m.jpg" alt="3390837404 05530e8f1e m Ana Carolina" width="240" height="160" /></a>apaixonadamente com a cantora mineira.<br />
O show, nunca é demais dizer, teve seu inicio dentro do que podemos chamar de pontualidade. Os 4 minutos de atraso foram muito bem vindos, pois aindahavia pessoas entrando, tantos eram os fãs presentes. A abertura foi com &#8220;Cantinho&#8221;, alternando versos com o &#8220;Fever&#8221;, de Peggy Lee, iniciada com a banda apenas estralando os dedos e o instrunemtal iniciando pouco a pouco. Ao fundo, cores cintilantes alternavam entre o azul, roxo e cinza e podia-se acompanhar projeções. Surpreendentemente, Ana entra no palco tocando baixo! A performance da cantora no instrumento, que já podia ser apreciada no DVD &#8220;Ana e Jorge&#8221;, foi incluida no show apenas para essa música. Com certeza, um charme a mais e uma grande surpresa. Em seguida, um roadie leva o baixo e entrega o violão. &#8220;Eu comi a Madonna&#8221;, que arrancou gritos histéricos das fãs mais enlouquecidas. Com &#8220;Rosas&#8221; não foi diferente. Nessas três músicas ficou claro que estávamos diante de uma cantora de talento singular e de uma voz rara. O alcance e afinação de Ana realmente impressionam até os que acompanham de perto o trabalho da cantora.<span id="more-277"></span><br />
Para &#8220;Nada te Faltará&#8221;, baixam dois telões, um de fundo no palco e um menor, atras de Ana, que empunha uma guitarra elétrica. Depois de toda a energia e densidade da canção, um contraponto interessante. Ana fica em pé, imóvel, com as mãos postas e cabeça baixa como quem faz uma prece. Silencio que não dura. Os aplausos que vem em seguida são logo substituidos pelo coro de &#8220;Ana eu te amo&#8221;. Foi um momento bonito de admiração em meio a loucura das fãs da cantora. Ana retribui &#8220;Não mais que eu amo vocês. Não mais&#8221;. Mais aplausos.<br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157615905827645/" target="_blank"><img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Ana Carolina" src="http://farm4.static.flickr.com/3613/3390836814_40fc381108_m.jpg" alt="3390836814 40fc381108 m Ana Carolina" width="160" height="240" /></a> Após &#8220;O Cristo da Madeira&#8221;, o sucesso &#8220;É Isso Aí&#8221;, em parceria com Seu Jorge foi executada ao piano, de forma belíssima e seu primeiro sucesso: a previsível, porém indispensável &#8220;Garganta&#8221;.<br />
O show encerra com &#8220;1.000,00 (Nega Marrenta)&#8221; e &#8220;Elevador&#8221;, esta última, com certeza, o ponto alto do show no que se refere a resposta do público.<br />
No bis, uma versão remix de &#8220;Eu comi a Madonna&#8221;, flertando com o  Electro Rock, e foi só. Simples assim. Após a saudação clássica ao público com todos abraçados, ainda deu tempo de um ultimo ato de histeria. Uma fã atravessou o palco correndo atrás de Ana. Foi devidamente engravatada pelo segurança.<br />
Todos foram embora felizes, satisfeitos e, principalmente, aguardando a volta de Ana Carolina.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Marcel Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> Fabiana Menine</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=277&type=feed" alt=" Ana Carolina"  title="Ana Carolina" />]]></content:encoded>
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		<title>Lulu Santos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 03:31:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em mais um mais um show na capital gaúcha, Lulu Santos deixa claro porque é um dos mais respeitados artistas do Brasil. O Teatro Bourbon Country concentrava grande número de fãs, de várias faixas etárias. Sem delongas, o próprio Lulu é o primeiro a dar as caras no palco, de terno riscado e chapéu. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em mais um mais um show na capital gaúcha, Lulu Santos deixa claro porque é um dos mais respeitados artistas do Brasil.<a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/" target="_blank"><img class="alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Lulu Santosjavascript:;" src="http://farm4.static.flickr.com/3627/3374157287_aa1646cbb2_m.jpg" alt="3374157287 aa1646cbb2 m Lulu Santos" width="240" height="160" /></a><br />
O Teatro Bourbon Country concentrava grande número de fãs, de várias faixas etárias.<br />
Sem delongas, o próprio Lulu é o primeiro a dar as caras no palco, de terno riscado e chapéu. O show tem início com sofisticados efeitos em um grande telão ao fundo do palco, contando também com ótima iluminação.<br />
O antigo sucesso &#8220;Deixa Isso Pra Lá&#8221;, regravado recentemente por Lulu Santos é a faixa escolhida para a abertura. O início poderia ter sido melhor, já que nesta Lulu somente canta sobre batidas eletrônicas, que por vezes remetem ao funk carioca, destoando um bocado dos trabalhos que consagraram este cantor.<br />
Mas se o público estava lá para ouvir sucessos de toda a carreira de Lulu Santos, o restante do show foi simplesmente perfeito: mais 22 canções, de todas as suas fases, tornando raros os momentos em que a massa não acompanhava entoando as letras.<br />
&#8220;Toda Forma de Amor&#8221; e &#8220;Um Certo Alguém&#8221; e &#8220;Tempos Modernos&#8221; foram apenas algumas das composições que agitaram o Teatro nesta noite.<br />
Como se não bastasse a desenvoltura e a experiência de Lulu Santos (idem em relação aos músicos que o acompanham) o som estava perfeito. Nada a ser alterado!<br />
Lulu dá um show cantando e tocando suas várias guitarras, acompanhado por Chocolate (bateria), Dunga (baixo), Milton Guedes (sax, flauta e vocais) e Hiroshi Mizutani(teclados), todos exímios músicos. Um time e tanto.<span id="more-259"></span><br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/" target="_blank"><img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Lulu Santos" src="http://farm4.static.flickr.com/3572/3374168029_0afbd54a3a_m.jpg" alt="3374168029 0afbd54a3a m Lulu Santos" width="240" height="160" /></a>O espetáculo contou ainda com sucessos absolutos como &#8220;Aviso aos Navegantes&#8221;, &#8220;Assim Caminha a Humanidade&#8221; e &#8220;Sábado à Noite&#8221;, encaminhando-se para o final com um medley de &#8220;Sereia&#8221;, &#8220;De Repente California&#8221; e &#8220;Como Uma Onda No Mar&#8221;. Nesta última as luzes se apagaram e os músicos deixaram o palco enquanto o público cantava o refrão em uníssono. Momento belo de se ver e ouvir.<br />
Lulu retorna sem demora, fazendo um emocionado agradecimento e adiantando que, para não ficar &#8220;aquela enrolação e blablabla&#8221;, a banda continuará tocando! Assim introduz-se automaticamente o bis do show:<br />
&#8220;Na Boa&#8221;, &#8220;Casa&#8221; e o final mais do que esperado com &#8220;Descobridor dos Sete Mares&#8221;, deixando a sensação de satisfação em um show que durou quase duas horas.<br />
Sem dúvidas um dos melhores do ano, ignorando completamente o fato de ainda nos encontrarmos em Março.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Murilo Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> Fabiana Menine</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=259&type=feed" alt=" Lulu Santos"  title="Lulu Santos" />]]></content:encoded>
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		<title>Frejat</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 02:27:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Numa quinta-feira chuvosa, porém, movimentada em Porto Alegre, o Teatro do Bourboun Country recebe o conceituado Frejat, que lança seu terceiro álbum, &#8220;Intimidade Entre Estranhos&#8221;. Apostando no trabalho novo, Frejat e banda iniciam com a faixa que abre o álbum: &#8220;Controle Remoto&#8221;, e sem paradas dão continuidade com &#8220;Dois Lados&#8221;, também do novo disco e [...]]]></description>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Numa quinta-feira chuvosa, porém, movimentada em Porto Alegre, o Teatro do Bourboun Country recebe o conceituado Frejat, que lança seu terceiro álbum, &#8220;Intimidade Entre Estranhos&#8221;.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Apostando no trabalho novo, Frejat e banda iniciam com a faixa que abre o álbum: &#8220;Controle Remoto&#8221;, e sem paradas dão continuidade com &#8220;Dois Lados&#8221;, também do novo disco e &#8220;Eu não quero brigar mais não&#8221;.<img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Frejat" src="http://www.poashow.com.br/fot/fre.jpg" alt="fre Frejat" width="144" height="192" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O teatro se encontrava muito longe de sua lotação, mas o público presente era bastante participativo, alguns já conhecedores de uma porção de canções do novíssimo &#8220;Intimidade Entre Estranhos&#8221;.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">&#8220;Túnel do Tempo&#8221;, um dos maiores sucessos de Frejat, foi um dos momentos de maior repercussão da apresentação, bem como &#8220;Segredos&#8221; e ainda os hits &#8220;Malandragem&#8221;,&#8221;Amor Meu Grande Amor&#8221; (de Angela Ro Ro) e &#8220;Mais Uma Vez&#8221;, citando antes desta o compositor Renato Russo como &#8220;um dos maiores daquela geração&#8221;.<br />
Da maneira como o show ia, poderia ser facilmente rotulado como &#8220;parado&#8221;. Mas quando Frejat troca o violão pela guitarra, as coisas mudam. A própria banda passa a brilhar mais, bem ensaiados e entrosados.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Frejat além do timbre característico e inconfundível de voz, manda muito bem na guitarra, fazendo incríveis solos, como em &#8220;Homem Não Chora&#8221;, dando sequência com as animadas &#8220;Tudo de Bom&#8221; e &#8220;Eu Preciso te Tirar do Sério&#8221;.<span id="more-190"></span><br />
Bem humorado e com ar de satisfação, Frejat agradece a presença de todos e se comunica de maneira bem humorada. Pede ajuda para que a galera cante com ele, justificando que está &#8220;começando a esquecer a letra, com a idade&#8221; e emendando &#8220;ainda bem que só isso está falhando&#8221;. Risos gerais no palco!</p>
<p style="text-align: justify;">Situação semelhante antes de tocar o mega sucesso &#8220;Por Você&#8221;, que é apresentada por Frejat como &#8220;uma música que compus hoje à tarde&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O show se encaminhava para o fim. Mas o retorno ao palco ainda reservava uma surpresa: Frejat convida Alemão Ronaldo para subir ao palco, interpretando &#8220;Agora Somos Família&#8221;. Uma parceria de longa data, agora ao vivo.</p>
<p style="text-align: justify;">A platéia saiu com a certeza de ter visto um show que não se assiste todo ano. Os fãs sentirão saudades!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Por: </strong>Murilo Bittencourt</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> Felipe Grahl</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=190&type=feed" alt=" Frejat"  title="Frejat" />]]></content:encoded>
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		<title>Deep Purple</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 17:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poashow</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Noite de segunda-feira (isso mesmo, segunda!) e Porto Alegre recebe mais uma vez a lenda viva do Rock, Deep Purple. É a terceira apresentação da banda em apenas 6 anos (anteriormente a banda esteve em 2003 e 2006, no Gigantinho) e agora em dose dupla, visto que houve mais um show no dia 3, terça-feira. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Noite de segunda-feira (isso mesmo, segunda!) e Porto Alegre recebe mais uma vez a lenda viva do Rock, Deep Purple. É a terceira apresentação da banda em apenas 6 anos (anteriormente a banda esteve em 2003 e <a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157614739560340/"><img class="alignright" title="Rosa Tattooada" src="http://farm4.static.flickr.com/3606/3326080932_c55e2d9bf9_m.jpg" alt="3326080932 c55e2d9bf9 m Deep Purple" width="216" height="144" /></a>2006, no Gigantinho) e agora em dose dupla, visto que houve mais um show no dia 3, terça-feira.<br />
A noite começou pontualmente as 20h com o show de abertura do Rosa Tattooada. Apresentação curta, de pouco menos de 30 minutos, mas que serviu muito bem para aquecer os motores para a banda de fundo. Com uma performance excelente, agradaram em cheio aos poucos presentes naquele momento. Destaque para &#8220;Carburador&#8221;, do álbum de mesmo nome e para uma versão de &#8220;Detroit Rock City&#8221;, do KISS, levada totalmente para o estilo da banda. Nota 10.</p>
<p style="text-align: justify;">Na hora marcada, 21h, é hora do Deep Purple subir ao palco do Teatro do Bourbon Country. Ian Paice (bateria), Don Airey (teclados), Roger Glover (baixo) e Steve Morse (guitarra) começam um dos maiores clássicos da banda: &#8220;Highway Star&#8221;. Previsível, visto que também abriu as 2 apresentações anteriores em Porto Alegre. Em seguida, Ian Gillan (vocal &#8211; de pés descalços, como é de praxe), começa o hino,  mas nem precisava. O público se encarregou disso. Na sequência a primeira música nova: &#8220;The Things I Never Said&#8221;, do disco &#8220;<a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157614662369843/"><img class="alignleft" title="Deep Purple" src="http://farm4.static.flickr.com/3597/3325394522_5d7e1fefc4_m.jpg" alt="3325394522 5d7e1fefc4 m Deep Purple" width="240" height="160" /></a>Rapture of the Deep&#8221; impecavelmente executada, e &#8220;Into the Fire&#8221;. A banda já mostrava a que veio emapenas 3 músicas. Três músicas também foram suficientes para perceber que algo não ia vem com Gillan. Dificuldade para atingir determinadas notas (algo que é normal na sua idade) e tosse frequente. Acometido de uma infecção pulmonar, o vocalista se recusou a cancelar os shows da tour em respeito aos fãs. Chamou a atenção desde o início também a iluminação. Superior as das tours anteriores, integrou-se perfeitamente com a música.<span id="more-174"></span><br />
Baseado principalmente nos clássicos, o repertório do Purple contou com a faixa título do último álbum, &#8220;Rapture of the Deep&#8221;, os clássicos &#8220;Strange Kind of Woman&#8221;, &#8220;Space Truking&#8221; e &#8220;Perfect Strangers&#8221; e ainda com grandes supresas, como o belíssimo tema instrumental &#8220;Contact Lost&#8221; e ainda &#8220;The Battle Rages On&#8221;, <a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157614662369843/"><img class="alignleft" title="Deep Purple" src="http://farm4.static.flickr.com/3613/3325370744_46ce4d34bc_m.jpg" alt="3325370744 46ce4d34bc m Deep Purple" width="144" height="216" /></a>totalmenre imprevisível e tocada com maestria, mesmo tendo ficado de fora do repertório do Purple por tanto tempo. Quanto aos tradicionais solos, foram na medida certa. Airey e Paice acertaram em cheio, com muito bom gosto e respeito a quem detesta esses momentos.<br />
Para finalizar, nenhuma surpresa: &#8220;Smoke on the Water&#8221;, &#8220;Hush&#8221; e &#8220;Black Night&#8221;, fechando 90 minutos de viagem musical pela carreira da banda que, ao lado de Led Zeppelin e Black Sabbath, ajudou a firmar os pilares do Rock pesado.<br />
Apesar do desempenho vocal de Ian Gillan ter ficado apenas nas raias do tolerável, seu carisma e a competência do Deep Purple fazem valer a pena um ingresso tão caro (os ingressos de pista custavam R$180,00). O fato de o Purple marcar presença em Porto Alegre a cada 3 anos tira um pouco o brilho do evento. Mas depois que o show começa, não há como escapar do Deep Purple.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Marcel Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> Fabiana Menine</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=174&type=feed" alt=" Deep Purple"  title="Deep Purple" />]]></content:encoded>
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		<title>Peter Murphy</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 02:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poashow</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Noite de sexta-feira 13 e nada poderia ter mais a ver com essa data do que um show daquele que liderou a mais emblemática banda gótica dos anos 80: o Bauhaus. Pois finalmente Porto Alegre teve a oportunidade de receber Peter Murphy, autor do clássico &#8220;Cuts You Up&#8221;. Algumas figuras conhecidas do meio musical prestigiaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Noite de sexta-feira 13 e nada poderia ter mais a ver com essa data do que um show daquele que liderou a mais emblemática banda gótica dos anos 80: o Bauhaus. Pois finalmente Porto Alegre teve a oportunidade de receber Peter Murphy, autor do clássico &#8220;Cuts You Up&#8221;. <img class="alignleft" style="margin-right: 10px;" title="Peter Murphy" src="http://farm4.static.flickr.com/3414/3278104884_b8444a41c9_m.jpg" alt="3278104884 b8444a41c9 m Peter Murphy" width="160" height="240" /><br />
Algumas figuras conhecidas do meio musical prestigiaram o evento. Jimi Joe, músico e diretor da Rádio Unisinos FM falou ao Poa Show: &#8220;É um acontecimento. Primeiramente é um acontecimento. Tardio, mas é um acontecimento. Não é como o Echo and the Bunnymen, quando veio pela primeira vez, mas é importante.&#8221;. Cagê, da rádio Atlântida, também se mostrava animado com a possibilidade de relembrar o Bauhaus: &#8220;Não conheço muito do trabalho solo, mas conheço bem os dois primeiros álbuns do Bauhaus. Esperamos que ele toque também algo do Bauhaus.&#8221;<br />
O show, começou pouco depois do horário anunciado, com um público que pode ser classificado tranquilamente como frustrante. Pouco menos de um terço da capacidade do Teatro do Bourbon Country. Mas as frustrações ficaram resumidas apenas ao número de ingressos vendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Peter Murphy subiu ao palco após longa introdução instrumental. Abriu com &#8220;Burning&#8221;. Com uma luz amarela, que pode ser observada na foto, ficou durante toda a música  interagindo com a cortina de fundo. Em seguida, &#8220;Disappearing&#8221;, levantou um pouco mais o publico presente. A partir daí o set foi imenso, e para todos os gostos. &#8220;Hurt&#8221;, &#8220;Black Stone Heart&#8221;, e &#8220;Strange Kind of Love&#8221; fizeram parte do repertório.<span id="more-124"></span><br />
O público, pequeno porém sincero, se surpreendeu com um Peter Murphy bem humorado, fazendo pequenas piadas espiriruosas. No momento em que pediu menos som de violão no retorno, obteve mais. Chamou o operador da mesa para o palco e mandou &#8220;este é o homem que pensa que &#8220;mais baixo&#8221; é &#8220;mais alto&#8221;. Risadas generalizadas. Peter ainda convidou as pessoas a fazerem perguntas, algo nunca antes presenciado, pelo menos por este redator. A performance cênica também não ficou para trás. Murphy é um verdadeiro ator, expressivo e performático, com movimentação perfeita dentro de seu universo musical.<br />
<img class="alignright" style="margin-left: 10px;" title="Peter Murphy" src="http://farm4.static.flickr.com/3343/3278105754_05759d6acb_m.jpg" alt="3278105754 05759d6acb m Peter Murphy" width="216" height="144" />Igualmente surpreendente foram os dois bis e a duração do show, que ultrapassou os 120 minutos. E, como era de se esperar, &#8220;Cuts You Up&#8221; foi o ponto alto, sem sombra de dúvida. Cantada em coro, foi a que arrancou mais aplausos. Destaque também para o cover de &#8220;Lust For Life&#8221;, de Iggy Pop. Excelente.<br />
O ritmo lento das músicas de Peter Murphy acabou jogando um pouco contra ele, visto que o show durou quase duas horas e meia, mas não deixou de abrilhantar o talento e a performance do gênio gótico. Saldo altamente positivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por: Marcel Bittencourt</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos: Fabiana Menine</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Theatro do Bourboun Country | 13de fevereiro de 2009|</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=124&type=feed" alt=" Peter Murphy"  title="Peter Murphy" />]]></content:encoded>
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		<title>Lenine</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 19:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poashow</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eram exatamente 21h00min (no meu relógio), do dia 12 de dezembro de 2008, quando se ouviu nos alto-falantes a chamada para o tão aguardado show de Lenine na capital gaúcha. O público não lotou o Teatro do Bourbon Country, mas compareceu em grande número, se considerarmos os preços dos ingressos (R$60,00 o mais barato) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[endif]--></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: black;">Eram<span class="apple-converted-space"> </span>exatamente<span class="apple-converted-space"> </span>21h00min<span class="apple-converted-space"> </span>(no meu<span class="apple-converted-space"> </span>relógio), do dia 12 de<span class="apple-converted-space"> </span>dezembro<span class="apple-converted-space"> </span>de 2008, quando se ouviu nos alto-falantes a chamada para o tão aguardado<span class="apple-converted-space"> </span>show<span class="apple-converted-space"> </span>de Lenine na capital<span class="apple-converted-space"> </span>gaúcha. O público<span class="apple-converted-space"> </span>não lotou o Teatro do<span class="apple-converted-space"> </span>Bourbon<span class="apple-converted-space"> </span>Country, mas compareceu em grande número, se considerarmos os<span class="apple-converted-space"> </span>preços dos ingressos (R$60,00 o mais barato) e a pouca proximidade, pelo menos por enquanto, que o público<span class="apple-converted-space"> </span>gaúcho<span class="apple-converted-space"> </span>tem com o artista em<span class="apple-converted-space"> </span>questão. Mas longe de ser um problema, os presentes vibraram a cada música<span class="apple-converted-space"> </span>e responderam à </span><a href="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/2008/12/17.jpg"><img class="size-medium wp-image-21 alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Lenine" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/2008/12/17.jpg" alt="17 Lenine " width="247" height="267" /></a><span style="color: black;">altura ao prazer que Lenine demonstrava em cima do palco.</span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: black;">A apresentação se inicia com<span class="apple-converted-space"> </span><strong>Martelo bigorna</strong>, música<span class="apple-converted-space"> </span>que abre o novo trabalho,<span class="apple-converted-space"> </span><em>Labiata</em>, o qual estava sendo<span class="apple-converted-space"> </span>lançado pelo compositor e que foi executado na íntegra. O<span class="apple-converted-space"> </span>show<span class="apple-converted-space"> </span>continua com<span class="apple-converted-space"> </span><strong>Lá e lô,<span class="apple-converted-space"> </span></strong>uma<span class="apple-converted-space"> </span>composição antiga do cantor, do álbum<span class="apple-converted-space"> </span><em>Olho de Peixe</em><span class="apple-converted-space"> </span>de 1992. Deste mesmo disco ainda tocaria <strong>A<span>credite ou não<span class="apple-converted-space"> </span></span></strong>em uma<span class="apple-converted-space"> </span>versão muito legal. Aliás, praticamente todas as músicas<span class="apple-converted-space"> </span>antigas foram modificadas para se adaptarem ao formato do novo<span class="apple-converted-space"> </span>show. Um bom exemplo de<span class="apple-converted-space"> </span>mudança ocorreu com a música<span class="apple-converted-space"> </span><strong>nem o sol, nem a lua, nem eu</strong>, cuja nova<span class="apple-converted-space"> </span>versão ficou bem mais ritmada,<span class="apple-converted-space"> </span>até meio<span class="apple-converted-space"> </span>dançante, bem diferente da gravação original, do álbum<span class="apple-converted-space"> </span><em>Falange Canibal</em>, anteriormente com um andamento bem mais devagar e introspectivo.</span><span id="more-20"></span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: black;">As músicas<span class="apple-converted-space"> </span>novas, bem mais cadenciadas e densas, dividiam o<span class="apple-converted-space"> </span>espaço no<span class="apple-converted-space"> </span><em>set<span class="apple-converted-space"> </span>list</em><span class="apple-converted-space"> </span>com obras que consagraram e representam muito bem o estilo de<span class="apple-converted-space"> </span>composição do Lenine, </span><span style="color: black;">músicas<span class="apple-converted-space"> </span>que não estavam no<span class="apple-converted-space"> </span>repertório da última<span class="apple-converted-space"> </span>turnê, do<span class="apple-converted-space"> </span>cd/dvd<span class="apple-converted-space"> </span>acústico<span class="apple-converted-space"> </span>MTV, como o caso de<span class="apple-converted-space"> </span><strong>A lavadeira do rio</strong>,<span class="apple-converted-space"><strong> </strong></span><strong>O dia em que faremos<span class="apple-converted-space"> </span>contato<span class="apple-converted-space"> </span></strong>e<span class="apple-converted-space"><strong> </strong></span><strong>Do<span class="apple-converted-space"> </span>It,<span class="apple-converted-space"> </span></strong>sendo esta trinca um dos grandes momentos do<span class="apple-converted-space"> </span>show<strong>.<span class="apple-converted-space"> </span></strong>Esta primeira parte se encerra com a<span class="apple-converted-space"> </span>pesadíssima<span class="apple-converted-space"> </span><strong>O Céu é muito,<span class="apple-converted-space"> </span></strong>parceria mais recente com Arnaldo Antunes, do último<span class="apple-converted-space"> </span>trabalho. Neste momento Lenine apresenta a ótima<span class="apple-converted-space"> </span>banda que o acompanha há um bom tempo, e conta com<span class="apple-converted-space"> </span>Guila<span class="apple-converted-space"> </span>no baixo,<span class="apple-converted-space"> </span>Pantico<span class="apple-converted-space"> </span>Rocha na bateria e<span class="apple-converted-space"> </span>backing<span class="apple-converted-space"> </span>vocal e<span class="apple-converted-space"> </span>Jr<span class="apple-converted-space"> </span>Tostoi<span class="apple-converted-space"> </span>na guitarra e programação. Enquanto os músicos, um a um, vão se retirando do palco, e deixando-o acompanhado apenas da melodia tensa de<span class="apple-converted-space"> </span><strong>Continuação</strong>, as luzes se voltam para ele dando um belo efeito para a música<span class="apple-converted-space"> </span>que de fato daria fim àquela<span class="apple-converted-space"> </span>parte da apresentação.</span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--> <!--[if gte mso 10]><br />
<mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} --></p>
<p><!--[endif]--></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><a href="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/2008/12/15.jpg"><img class="size-medium wp-image-22 alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="15" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/2008/12/15-279x300.jpg" alt="15 279x300 Lenine " width="279" height="300" /></a><span style="color: black;">Como já era de se esperar, logo ele volta para o esperado bis, que neste<span class="apple-converted-space"> </span>show<span class="apple-converted-space"> </span>conta somente com músicas<span class="apple-converted-space"> </span>escolhidas,<span class="apple-converted-space"> </span>através do seu site, pelos fãs de cada região em que o compositor se apresenta, e foram elas:<span class="apple-converted-space"> </span><strong>Jack<span class="apple-converted-space"> </span>Soul<span class="apple-converted-space"> </span>Brasileiro,<span class="apple-converted-space"> </span></strong>um de seus maiores<span class="apple-converted-space"> </span><em>hits</em><span class="apple-converted-space"> </span>e cantada com muita energia pela<span class="apple-converted-space"> </span>platéia,<span class="apple-converted-space"> </span><strong>Miedo<span class="apple-converted-space"> </span></strong>na qual Lenine esquece a letra, mas logo se recupera, e finaliza com<span class="apple-converted-space"> </span><strong>A rede.<span class="apple-converted-space"> </span></strong>Confesso que me surpreendi com as duas últimas<span class="apple-converted-space"> </span>escolhas, esperava<span class="apple-converted-space"> </span><strong>Paciência<span class="apple-converted-space"> </span></strong>e<span class="apple-converted-space"> </span><strong>Hoje eu quero sair só,<span class="apple-converted-space"> </span></strong>que acabaram ficando de fora do<span class="apple-converted-space"> </span>show, para tristeza de muitos. A banda se despede, mais uma vez, mas diante dos gritos de “mais um, <span> </span>mais um” volta para fazer uma<span class="apple-converted-space"> </span>versão arrasadora de<span class="apple-converted-space"> </span><strong>Alzira e a Torre,<span class="apple-converted-space"> </span></strong>com direito a trechos de<span class="apple-converted-space"> </span>composições<span class="apple-converted-space"> </span>do Clube da Esquina, O Rappa e Raul<span class="apple-converted-space"> </span>Seixas, presentes entre um<span class="apple-converted-space"> </span>refrão e outro.</span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: black;">Foi com uma<span class="apple-converted-space"> </span>sensação de muita<span class="apple-converted-space"> </span>satisfação para público<span class="apple-converted-space"> </span>e artista que se encerrava a passagem de Lenine por terras<span class="apple-converted-space"> </span>gaúchas, e de muita honra para mim, por presenciar e escrever sobre um dos maiores artistas da<span class="apple-converted-space"> </span>atualidade, que permanece em plena forma criativa, em meio à pobreza que ronda a música<span class="apple-converted-space"> </span>popular brasileira. Isso hoje em dia é um feito para poucos.</span></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;">
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><strong>Por: Angelo Borba</strong></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><strong>Fotos: Fabiana Menine</strong></p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">Teatro Bourbon Country |12 de dezembro 2008|</p>
<p class="western" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=20&type=feed" alt=" Lenine "  title="Lenine " />]]></content:encoded>
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