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	<title>POA SHOW &#187; clássicos</title>
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		<title>Zé Ramalho</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 01:35:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Zé Ramalho canta Dylan&#8230; Pelo menos era o que  dizia o cartaz.
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<p style="text-align: justify;">Um dos maiores nomes da música brasileira, Zé Ramalho, sempre foi considerado pelos seus fãs, como uma espécie de “visionário” e ele próprio nunca fez muito esforço para se livrar deste tipo de identificação. Ano passado lançou um disco em homenagem a Bob Dylan, o qual sempre foi referência para a carreira de Zé. <img class="alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Zé Ramalho" src="http://farm4.static.flickr.com/3573/3390848849_0a1c5350bf_m.jpg" alt="3390848849 0a1c5350bf m Zé Ramalho" width="160" height="240" />E se analisarmos este aspecto de forma um pouco mais profunda, veremos que as similaridades são muito grandes. Bom, esse antigo projeto finalmente foi lançado e acabou gerando uma porção de críticas, para o bem e para o mal, acho que na verdade mais para o mal, mas nada que o próprio cantor não esperasse. O simples fato de traduzir 11 canções de um dos maiores ícones da música mundial e lançá-las em um disco, por si só, já seria motivo para controvérsias, sendo o tradutor em questão o próprio Zé Ramalho, a coisa ainda aumenta de figura. Apesar do público dos dois não serem antagônicos, estão longe de serem uma unanimidade. Era uma tarefa difícil, neste caso, agradar a Gregos e Troianos. Coragem o Zé teve&#8230;<br />
As críticas negativas acabaram se sobressaindo durante a turnê. O que elucida isso muito bem foi o repertório do show apresentado na capital na noite de sexta-feira, dia 27 de março. Das 18 músicas apresentadas, menos de um quarto da apresentação foi composta de versões para as músicas de Dylan, por isso o nome da matéria. Zé optou por fazer um show que agradasse seus fãs antigos, que em sua maioria, tinham torcido o nariz para seu último trabalho, e não causasse aborrecimento a quem tinha ido ver seus grandes sucessos. <span id="more-298"></span>A apresentação começa pontualmente ás 21h, já muito bem embalada por Disparada, de Geraldo Vandré, que é clássico incontestável da música popular nacional. Segue com Do Muito e Do Pouco, parceria com Oswaldo Montenegro. Estas duas sendo as poucas surpresas do show, que depois teria seu curtíssimo momento Bob Dylan. Aqui abro um novo parêntese: Quando ouvi o disco, confesso que senti um pouco de estranheza, mas tirando alguns preconceitos musicais muito comuns, e entrado na viagem a qual o Zé Ramalho se propôs, o material acaba se mostrando mais entendível, ganhando sentido.<br />
A tradução das letras de Dylan para o português, é uma ótima oportunidade para criar o interesse de um público que desconhece este gênio da música. Mas a maioria do público não aprovou as traduções, o que acabou se refletindo nas míseras quatro canções apresentadas naquela noite, começando por Ta Tudo Mudando, seguida de O Vento Vai Responder e a já consagrada na voz de vários outros artistas, Negro Amor. Todas elas recebidas de forma meio fria pelos presentes, o que fez Zé se adiantar e avisar que aquele “momento Dylan” seria breve.<br />
A partir de então não faltaram clássicos do compositor Paraibano, Avôhai, Vila Do Sossego, Chão De Giz, sendo esta um dos momentos mais bonitos do show. Passando por Garoto De Aluguel e o seu maior clássico, Admirável Gado Novo. Logo após, o público ainda pode conferir mais uma versão de Bob Dylan, que há muito já é cantada por Zé Ramalho, trata-se de Batendo na Porta do Céu, que agradou a maioria. Pra finalizar, tivemos mais clássicos: Frevo Mulher, Banquete dos Signos e A Terceira Lâmina formaram a despedida, que, como todo mundo já sabia, não era definitiva. Ao som de “Volta, Volta!”, Zé, de maneira rápida, até de mais, diga-se de passagem, retorna para o Bis, que contou com Sinônimos e, para finalizar a apresentação, Vida de Viajante(Aquela do seriado Carga Pesada).<br />
Foi com um ar de frustração que terminou a apresentação de Zé na capital gaúcha, pelo menos para mim, que esperava um repertório mais balanceado. Mas a maioria dos presentes saiu de alma lavada, mais contentes ainda pela ausência das músicas que eu senti falta. Como eu disse no inicio: não se pode agradar a Gregos e Troianos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Angelo Borba</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> Fabiana Menine</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=298&type=feed" alt=" Zé Ramalho"  title="Zé Ramalho" />]]></content:encoded>
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		<title>Deep Purple</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 17:15:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Noite de segunda-feira (isso mesmo, segunda!) e Porto Alegre recebe mais uma vez a lenda viva do Rock, Deep Purple. É a terceira apresentação da banda em apenas 6 anos (anteriormente a banda esteve em 2003 e 2006, no Gigantinho) e agora em dose dupla, visto que houve mais um show no dia 3, terça-feira.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Noite de segunda-feira (isso mesmo, segunda!) e Porto Alegre recebe mais uma vez a lenda viva do Rock, Deep Purple. É a terceira apresentação da banda em apenas 6 anos (anteriormente a banda esteve em 2003 e <a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157614739560340/"><img class="alignright" title="Rosa Tattooada" src="http://farm4.static.flickr.com/3606/3326080932_c55e2d9bf9_m.jpg" alt="3326080932 c55e2d9bf9 m Deep Purple" width="216" height="144" /></a>2006, no Gigantinho) e agora em dose dupla, visto que houve mais um show no dia 3, terça-feira.<br />
A noite começou pontualmente as 20h com o show de abertura do Rosa Tattooada. Apresentação curta, de pouco menos de 30 minutos, mas que serviu muito bem para aquecer os motores para a banda de fundo. Com uma performance excelente, agradaram em cheio aos poucos presentes naquele momento. Destaque para &#8220;Carburador&#8221;, do álbum de mesmo nome e para uma versão de &#8220;Detroit Rock City&#8221;, do KISS, levada totalmente para o estilo da banda. Nota 10.</p>
<p style="text-align: justify;">Na hora marcada, 21h, é hora do Deep Purple subir ao palco do Teatro do Bourbon Country. Ian Paice (bateria), Don Airey (teclados), Roger Glover (baixo) e Steve Morse (guitarra) começam um dos maiores clássicos da banda: &#8220;Highway Star&#8221;. Previsível, visto que também abriu as 2 apresentações anteriores em Porto Alegre. Em seguida, Ian Gillan (vocal &#8211; de pés descalços, como é de praxe), começa o hino,  mas nem precisava. O público se encarregou disso. Na sequência a primeira música nova: &#8220;The Things I Never Said&#8221;, do disco &#8220;<a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157614662369843/"><img class="alignleft" title="Deep Purple" src="http://farm4.static.flickr.com/3597/3325394522_5d7e1fefc4_m.jpg" alt="3325394522 5d7e1fefc4 m Deep Purple" width="240" height="160" /></a>Rapture of the Deep&#8221; impecavelmente executada, e &#8220;Into the Fire&#8221;. A banda já mostrava a que veio emapenas 3 músicas. Três músicas também foram suficientes para perceber que algo não ia vem com Gillan. Dificuldade para atingir determinadas notas (algo que é normal na sua idade) e tosse frequente. Acometido de uma infecção pulmonar, o vocalista se recusou a cancelar os shows da tour em respeito aos fãs. Chamou a atenção desde o início também a iluminação. Superior as das tours anteriores, integrou-se perfeitamente com a música.<span id="more-174"></span><br />
Baseado principalmente nos clássicos, o repertório do Purple contou com a faixa título do último álbum, &#8220;Rapture of the Deep&#8221;, os clássicos &#8220;Strange Kind of Woman&#8221;, &#8220;Space Truking&#8221; e &#8220;Perfect Strangers&#8221; e ainda com grandes supresas, como o belíssimo tema instrumental &#8220;Contact Lost&#8221; e ainda &#8220;The Battle Rages On&#8221;, <a href="http://www.flickr.com/photos/fabianamenine/sets/72157614662369843/"><img class="alignleft" title="Deep Purple" src="http://farm4.static.flickr.com/3613/3325370744_46ce4d34bc_m.jpg" alt="3325370744 46ce4d34bc m Deep Purple" width="144" height="216" /></a>totalmenre imprevisível e tocada com maestria, mesmo tendo ficado de fora do repertório do Purple por tanto tempo. Quanto aos tradicionais solos, foram na medida certa. Airey e Paice acertaram em cheio, com muito bom gosto e respeito a quem detesta esses momentos.<br />
Para finalizar, nenhuma surpresa: &#8220;Smoke on the Water&#8221;, &#8220;Hush&#8221; e &#8220;Black Night&#8221;, fechando 90 minutos de viagem musical pela carreira da banda que, ao lado de Led Zeppelin e Black Sabbath, ajudou a firmar os pilares do Rock pesado.<br />
Apesar do desempenho vocal de Ian Gillan ter ficado apenas nas raias do tolerável, seu carisma e a competência do Deep Purple fazem valer a pena um ingresso tão caro (os ingressos de pista custavam R$180,00). O fato de o Purple marcar presença em Porto Alegre a cada 3 anos tira um pouco o brilho do evento. Mas depois que o show começa, não há como escapar do Deep Purple.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Marcel Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> Fabiana Menine</p>
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