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	<title>POA SHOW &#187; gaúcho</title>
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		<title>Segunda Maluca</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 19:04:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A noite da última segunda-feira, em mais uma das edições da já clássica Segunda Maluca, o Bar Opinião recebeu três das mais promissoras e atuantes bandas da cena atual da cidade: Os Efervescentes, Vera Loca e Damn Laser Vampires. Além de oferecer uma opção de show para a noite da segunda, geralmente vazia e pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A noite da última segunda-feira, em mais uma das edições da já clássica Segunda Maluca, o Bar Opinião recebeu três das mais promissoras e atuantes bandas da cena atual da cidade: Os Efervescentes, Vera Loca e Damn Laser Vampires. Além de oferecer uma opção de show para a noite da segunda, geralmente vazia e <img class="alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Vera Louca" src="http://poashow.com.br/fot/ver.jpg" alt="ver Segunda Maluca" width="255" height="170" />pouco movimentada, a intenção do evento era a de reunir bandas que dessem ao público uma idéia do &#8220;novo rock gaúcho&#8221;.<br />
Sobre a proposta, várias coisas podem ser ditas: 1. a julgar pela linha retrô e, digamos assim, pela redundância dos estilos, poderíamos perguntar o que há de realmente novo trazido pelos conjuntos; 2. a julgar pela escassez do público &#8211; nem mesmo a frente do palco do Opinião estava lotada -, parece que os gaúchos não vêm mesmo se interessando por novidades, preferindo talvez outras opções ou mesmo aquelas que já conhecem há mais tempo; e 3. caberia perguntar também o que há de genuinamente rock em cada um dos conjuntos escalados.<br />
De todo modo, a noite foi muito promissora e deu um bom panorama. Os conjuntos indicaram, de fato, aquelas que parecem ser as três principais tendências do que vem se fazendo hoje no Estado. De um lado, representados pelos Efervescentes, temos a linhagem mod, fortemente calcada em Beatles e The Who, que os gaúchos da Cachorro Grande, e mesmo antes deles o próprio Júpiter Maçã, já vêm fazendo há algum tempo (talvez até com mais qualidade). Em seguida, na linhagem da Vera Loca, temos um tipo de pop rock nos moldes do que Garotos da Rua já faziam, parecendo-se às vezes com Barão Vermelho fase Cazuza ou mesmo TNT dos anos 1980. Por fim, a Damn Laser Vampires, muito inspirados numa estética dos quadrinhos e de histórias de terror, movendo-se por sonoridades e climas góticos, de ecos londrinos, remetendo ao pós-punk, ao Bauhaus de Peter Murphy (que, aliás, passou por Porto Alegre há pouco tempo). A Damn Laser Vampires estaria indicando aqui os rumores mais undergrounds da cena gaúcha.<span id="more-332"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os Efervescentes fizeram um ótimo show de abertura. A banda, formada por Daniel Tessler (vocal e guitarra), Beto Stone (bateria e vocal) e Eduardo Barreto (baixo e vocal), está muito afiada, tem uma pegada forte, as canções são boas, são fáceis e pegajosas, empolgantes e muito bem tocadas. Chama atenção a competência <img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Efervescentes" src="http://poashow.com.br/fot/efe.jpg" alt="efe Segunda Maluca" width="207" height="156" />instrumental do trio. O trio, aliás, contava com a participação de um tecladista. Além disso, todos eles cantam, alternam-se nos vocais, o que dá um toque melódico, uma variação melódica muito boa para a instrumentação vigorosa da banda. Nesse momento, a única nota ruim foi justamente o público. Pouquíssima gente estava no Opinião por volta das 23:15, quando a banda subiu ao palco (o show estava marcado para às 22h). Além disso, a banda tem preocupações com o figurino (os ternos e as costeletas), com a interação com a platéia e vai dando mostras de que não fica atrás &#8211; em termos de competência, seriedade, talento e profissionalismo &#8211; de alguns outros conterrâneos, tais como os já citados Cachorro Grande ou ainda Locomotores, Identidade, Cartolas, etc. Foi uma boa abertura, correta e muito precisa. Considerando então, mais do que o próprio tempo de estrada da banda, mas o estilo, a linhagem em que se insere, o &#8220;novo rock gaúcho&#8221; dos Efervescentes não é novo.<br />
Em seguida, veio a Vera Loca. Fabrício Beck (Vocal), Diego Dias (Teclado), Luigi (Bateria), Mumu (Baixo) e Hernan González (Guitarra) fazem um bom pop rock, com muito estilo, refrões pegajosos, letras fáceis, que caem rapidamente no gosto do público (principalmente do público feminino ali presente). É inegável que há um certo exagero ou até uma boa dose de afetação na performance da banda (do vocalista, sobretudo). &#8220;As coisas que eu te disse ontem&#8221;, por exemplo, lembra muito o timbre de voz e as letras de Cazuza. Há até uma certa idolatria em torno do grupo. As músicas são boas, mas são interpretadas como se já fossem hits confirmados, garantidos já na história do rock gaúcho. Os músicos são bons. Entretanto, parece ter se perdido alguma coisa. Chamá-los de pop rock implica dizer também que, nessa dobradinha, é o próprio rock &#8211; a própria atitude rock &#8211; que perde força, que parece ter sido esquecida diante de tanto cálculo e correção, diante de tanto apelo pop. Na medida em que a banda é muito correta, seja nas letras, seja no visual, seja no comportamento no palco, seja nas composições, tudo se torna muito estilizado, tudo se torna clichê. <img class="alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Dam Laser Vampire" src="http://poashow.com.br/fot/dlv.jpg" alt="dlv Segunda Maluca" width="184" height="246" />Perde-se assim o que é o mais importante para o rock, que é algo como adrenalina, espontaneidade, imprevisibilidade e falta de protocolo. Antes de ser uma boa banda, a Vera Loca é um bom produto. Ou seja: o &#8220;novo rock gaúcho&#8221; da Vera Loca não é rock.<br />
Muito disso (adrenalina e falta de protocolo, etc etc) foi resgatado então pelo trio Damn Laser Vampires. Os músicos &#8211; Ronaldo Selistre (vocais e guitarra), Francis K (guitarra) e Michel Munhoz (na bateria) &#8211; não são ruins, mas compensam a falta de um domínio técnico maior de seus instrumentos com muita criatividade e, sobretudo, jogando muito bem com as (ou dentro das) margens do gênero musical que tocam. Os arranjos são bem feitos, principalmente o modo como as guitarras vão compondo os climas adequados, intercalando frases, complementos aos riffs e às bases principais de cada canção. A ausência de um baixista, por exemplo, não chega a comprometer. Os vocais também são muito clássicos (dentro do gênero, não se pode esquecer). O público também teve uma participação mais ativa, pogando na frente do palco, entrando no clima gótico e divertido proposto pelo grupo. A Damn Laser Vampires é uma ótima banda dentro de um gênero fortemente marcado e fortemente identificado com o rock gótico inglês dos anos 1980. Ou seja: o &#8220;novo rock gaúcho&#8221; da Damn Laser Vampires não é gaúcho.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada mal para uma Segunda Maluca.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Fabrício Nasser</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> Adriano Braga</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=332&type=feed" alt=" Segunda Maluca"  title="Segunda Maluca" />]]></content:encoded>
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		<title>Projeto 24 horas de Cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 22:33:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Porto Alegre realmente estava contente ao começar a comemoração de seus 237 anos de fundação. Fosse o céu de um azul encantador, a sombra das árvores da Praça da Alfândega, o vento suave que tocava aqueles que saiam dar um passeio ou mesmo a serenidade daqueles, que na metade da tarde, começaram a se juntar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Porto Alegre realmente estava contente ao começar a comemoração de seus 237 anos de fundação. Fosse o céu de um azul encantador, a sombra das árvores da Praça da Alfândega, o vento suave que tocava aqueles que saiam dar um passeio ou mesmo a serenidade daqueles, que na metade da tarde, começaram a se juntar entre o museu do Margs e o Memorial para celebrar mais um ano de existência dessa cidade tão querida por tantos. E os que <img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Nelson Coelho de Castro" src="http://www.poashow.com.br/fot/ncc.jpg" alt="ncc Projeto 24 horas de Cultura" width="221" height="147" />estavam ali sabiam de que forma queriam celebrar essa data que ainda está por chegar; com música, e ao que a programação indicava, de muita qualidade!<br />
As apresentações (Projeto 24 horas de Cultura &#8211; Secretaria de Cultura Prefeitura Municipal de Porto Alegre) se iniciaram com a pianista e compositora Bethy Krieger, que apresentava o repertório do seu CD “Pampa Y Piano”, acompanhada de Luizinho Santos (saxofones e flautas), Lucas Esvael (baixo) e Marquinhos Fe (bateria). O show começou com a música “VIP”, seguida de “Balada” e a homenagem “Chacarera”. Num segundo momento se juntaram ao quarteto os sopros de Marcelo Piraino (clarinete, clarone e sax alto) e Anjinho (trompete e flughelhorn) para execução de músicas como “Lagoa”, a conhecida “Partido” e “Falta um Samba”. Uma apresentação deveras rápida, porém, muito agradável, que após seu encerramento com a encantadora “Tempo Frio” possibilitou que os espectadores comprassem o CD diretamente com a pianista.<br />
Dando segmento as apresentações foi a vez de “Nelson Coelho de Castro, Mônica Tomasi &amp; Amigos”, e que amigos, músicos da pesada que deram conta de embalar com antigas e inesquecíveis marchinhas de carnaval a todos que arriscassem levantar das cadeiras. O carismático Nelson Coelho, vestido de um impecável terno branco, foi só sorriso, enquanto executava músicas como “A Jardineira”, “Sassaricando”, “Cabeleira do Zezé”, “Pierrot Apaixonado” entre muitas outras.<span id="more-266"></span>Era de se perguntar que tipo de repertório, o esperado Vitor Ramil (última atração da noite) levaria ao palco,  considerando que iria tocar depois de uma enxurrada de alegres marchinhas de carnaval. Isso não parece ter sido problema para o músico que após alguns atrasos técnicos deixou a apresentação aberta a pedidos. Iniciando com a conhecida “Não é Céu”, Vitor prova ser músico de repertório variado sem excluir músicas que já estão no gosto popular a mais de vinte anos, falo é claro de “Estrela, Estrela” e “Loucos de Cara” que, aliás, fazia muito tempo que eu não o via toca-la, e acabou ganhando um lindo arranjo, sendo um dos momentos mais interessantes do show.<img class="alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Vitor Ramil" src="http://www.poashow.com.br/fot/vr.jpg" alt="vr Projeto 24 horas de Cultura" width="240" height="160" />Mesmo cansado por ter recém voltado de viagem, Vitor fez uma apresentação completa e bem humorada, durante todo o show o músico correspondeu a ótima receptividade dos presentes, mesclando os clássicos acima citados com músicas do repertório mais recente, nesse embalo tocou canções como, “A Ilusão da Casa”, “Neve de Papel”, “Invento”, “Astronáuta Lírico” e “A Zero por Hora”. Ainda houve espaço para as já consagradas “Deixando o Pago” e “Querência”, ambas do seu repertório, digamos, “gaúchesco”, que no próximo ano voltará a ser a tônica de seu trablho novo de estúdio, segundo o músico, este material novo contará com poemas de João da Cunha Vargas, musicados por ele.<br />
Vitor ao fim do show deixa de lado qualquer firula e diz ao público que irá tocar a última música, sair e voltar para encerrar. Esse encerramento fica aberto ao público que clama por “Joquim”, o músico diz que a letra é muito grande e que já errou letra suficiente nesta noite, mesmo assim os apelos seguem e carinhosamente o músico cede, pedindo que a platéia lhe acompanhe.<br />
“Joquim”, assim como todas as outras canções, foi interpretada apenas na voz e no violão, e mesmo assim cativou a todos que ali se encontravam. Ao sair do palco, Vitor, mesmo cansado, atendeu aos pedidos de autógrafo, abraços, fotos&#8230; Nada como um músico tão querido pelos gaúchos para celebrar mais um ano de Porto Alegre!</p>
<p style="text-align: justify;">Porto Alegre, 21 de março de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Samuel Nervo e Angelo Borba<br />
<strong>Fotos: </strong>Samuel Nervo</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=266&type=feed" alt=" Projeto 24 horas de Cultura"  title="Projeto 24 horas de Cultura" />]]></content:encoded>
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		<title>Tenente Cascavel</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 02:38:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ainda na quinta-feira, dia 05 de março, após uma sessão de Frejat no Teatro do Bourbon Country, nossa equipe correu até o Bar Opinião para conferir o show do Tenente Cascavel, o revival das mais notáveis bandas do rock gaúcho (TNT e Cascavelletes), que tem sido um sucesso absoluto. O show estava marcado para as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ainda na quinta-feira, dia 05 de março, após uma sessão de Frejat no Teatro do Bourbon Country, nossa equipe correu até o Bar Opinião para conferir o show do Tenente Cascavel, o revival das mais notáveis bandas do rock gaúcho (TNT e Cascavelletes), que tem sido um sucesso absoluto.<img class="alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Tenente Cascavel" src="http://poashow.com.br/fot/tc.jpg" alt="tc Tenente Cascavel" width="196" height="147" /><br />
O show estava marcado para as 23h, mas nesse horário ainda rolava um DVD do AC/DC no telão, e a banda de abertura ainda preparava o palco.<br />
Após a meia-noite, as Velhas do Rock, formada por Rafael Malenotti (Acústicos e Valvulados), Nando Endres (Comunidade Nin-Jitsu), Júlio Porto (ex-Ultramen) e Didi Gloor (Ex-Tequila Baby) subiram ao palco para um pré-aquecimento, baseando o show em covers de hits do rock. Partindo de Queens Of The Stone Age, os caras passearam por Alice in Chains, Nirvana, Ramones e até mostraram trabalho próprio. Bom show, apesar de o som não estar ajudando.<br />
Pelo avanço do horário, já se imaginava que o espetáculo iria terminar bem tarde. &#8220;Azar&#8221;, era o que o público pensava naquele momento. O bar estava cheio, mais uma vez, tamanho o sucesso desta união.<br />
Formada por Luís Henrique &#8220;Tchê&#8221; Gomes (guitarra/vocais), Márcio Petracco (guitarra/vocais), Frank Jorge (baixo/guitarra/vocais), Luciano Albo (baixo/guitarra/vocais) e Alexandre Barea (bateria), a banda abre o show com a carismática &#8220;Quem Procura Acha&#8221;, conseguindo de cara criar aquele clima de &#8220;anos dourados&#8221; no Bar Opinião. De repente a pista enche e fica agitada. <span id="more-202"></span><br />
O show continua com &#8220;Carro Roubado&#8221; e &#8220;Nunca Mais Voltar&#8221;.<br />
Durante o show do Tenente Cascavel o som já estava melhor do que na apresentação de abertura &#8211; o que acabou sendo mais uma razão pra tornar a apresentação sensacional.<br />
Do clima nostálgico do TNT a banda passa repentinamente à aura descompromissada e despojada dos &#8220;garotos maus&#8221; do Cascavelletes, em músicas como &#8220;Moto&#8221;, &#8220;Menstruada&#8221; e &#8220;Morte Por Tesão&#8221;, alguns de seus maiores clássicos. Aliás, clássicos aqui são o que não faltam, pois neste extenso set list (22 músicas, além de um medley, contendo outras quatro) fica mesmo difícil apontar o que não se tornou clássico através desses anos todos.<br />
Os hits &#8220;Ana Banana&#8221;, &#8220;Identidade Zero&#8221;, &#8220;Gata Maluca&#8221; e &#8220;Entra Nessa&#8221;, todos consagrados pelo TNT, também não poderiam ficar de fora do repertório, que foi quase idêntico ao do último show do Tenente Cascavel (detalhe mínimo diante da grandiosidade do espetáculo).<br />
Olhar ao redor e ver gente cantando todas, sem exceção, do início ao fim, não era coisa rara.<br />
O show segue, revelando mais uma vez uma banda competente, bem ensaiada, sem falar na atmosfera de satisfação e bom humor criada pelos 5 músicos.<br />
Uma pequena surpresa na hora do bis: a banda retorna com &#8220;Charles Master&#8221;. A música, não o vocalista original do TNT, que não participa deste projeto (e, bem como Flávio Basso, o irreverente Júpiter Maçã, não chega a fazer falta).<br />
E o que já era esperado vem para deixar o show completo:<br />
&#8220;Lobo da Estepe&#8221;, &#8220;Sob um céu de Blues&#8221; e para a quebradeira final, &#8220;Cachorro Louco&#8221;. Imperdível.<br />
3:30 da madrugada e os fãs pareciam incansáveis.<br />
Mas a festa acabou e o dia seguinte era uma sexta-feira&#8230;Resta aguardar o próximo Tenente Cascavel!<br />
Agradecimentos: Alexandre Barea e Luciano Albo.</p>
<p><strong>Por:</strong> Murilo Bittencourt</p>
<p><strong>Fotos: </strong>Felipe Grahl</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=202&type=feed" alt=" Tenente Cascavel"  title="Tenente Cascavel" />]]></content:encoded>
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		<title>Graforréia Xilarmônica</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 00:56:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Noite de segunda-feira em Porto Alegre e o tradicional projeto Segunda Maluca, da Rei Magro Produções, proporciona mais uma noite de muita diversão. Os gaúchos do Graforréia Xilarmônica foram incumbidos desta edição do projeto. Como é de praxe, a Rei Magro dá oportunidade a bandas independentes. Desta vez foram duas. Osmarmotta, de Porto Alegre abriram [...]]]></description>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Noite de segunda-feira em Porto Alegre e o tradicional projeto Segunda Maluca, da Rei Magro Produções, proporciona mais uma noite de muita diversão. Os gaúchos do Graforréia Xilarmônica foram incumbidos desta edição do projeto.<a href="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/2008/12/rep.jpg"><img class="size-full wp-image-68 alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Repolho" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/2008/12/rep.jpg" alt="rep Graforréia Xilarmônica" width="225" height="150" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Como é de praxe, a Rei Magro dá oportunidade a bandas independentes. Desta vez foram duas. Osmarmotta, de Porto Alegre abriram os trabalhos. Em seguida, os catarinenses do Repolho. Vinda de Chapecó e fãs de carteirinha do Graforréia, a banda chamou bastante a atenção, por vários motivos: visual estranho, música bizarra, escracho e até mesmo macumba no palco. Foi nota dez. Para esse redator, que imaginou nunca ter a oportunidade de ver um show dos caras, foi um excelente espetáculo de abertura.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Pouco depois da meia noite sobem ao palco Alemão (Bateria), Carlo Pianta (Guitarra) e Frank Jorge (Baixo e Vocal). Abrem com o clássico “Literatura Brasileira”, que abre o álbum “Coisa de Louco II”. Em seguida, do mesmo álbum, “Bagaceiro Chinelão”. Bastou que os gaúchos começassem a tocar para que a pista do Opinião lotasse. Impressionante o público que a banda reuniu em uma noite de segunda. Não menos impressionante foi a receptividade do público com todas as canções.<a href="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/2008/12/gx.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-69" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="gx" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/2008/12/gx.jpg" alt="gx Graforréia Xilarmônica" width="225" height="150" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Algumas figuras conhecidas da cena local se encontravam na platéia, como Iuri Freiberger (Tom Bloch), Tonho Croco (Ultramen) e Marcelo Birck (guitarrista fundador da própria Graforréia).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Após uma fileira de clássicos como “Nunca Diga”, “Benga Minueto”, “Grito de Tarzan” e “Chapolin”, o momento mais estranho do show: Alemão sai de trás da bateria com uma enorme bandeira do Internacional (N. do R.: Os três, Alemão, Pianta e Frank, são colorados) e a galera responde com gritos. O que inicialmente parecia aprovação, foi ganhando força e se condensando em uma imensa vaia. Estranhamente, a maioria naquela noite era gremista. Normalmente as torcidas se equiparam nesse tipo de evento.<span id="more-65"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Então foi hora de alguns discursos jocosos referentes ao vice campeonato do Grêmio e mais alguns se vangloriando pela conquista da Copa Sul Americana pelo Inter. Mais vaias e jogaram até cerveja na banda. Mas tudo sem violência, em um clima totalmente cordial e divertido.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>A piada da noite foi que o Banrisul retiraria o patrocínio do Grêmio, pois “quem tem Banrisul, tem tudo.”</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Voltando a música, seguiram com um clássico em cima do outro. “Amigo Punk”, “Colégio Interno”, “Empregada”, “Fulvio Silas”, “Twist”, “Eu Gostaria de Matar os Dois”, entre outros.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span><a href="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/2008/12/fg.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-73" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="fg" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/2008/12/fg.jpg" alt="fg Graforréia Xilarmônica" width="203" height="225" /></a>E na finaleira, três momentos imprevisíveis: Uma releitura de Musical JM. Isso mesmo, Musical JM. Além disso, em “Rancho”, o palco foi tomado pelas 3 bandas, com direito a uma aula de aeróbica da Repolho, que o publico em frente ao palco não se fez de rogado e acompanhou cada “exercício”. E, por fim, “Feira da Fruta”, cujo autor desconheço, mas se tornou bastante popular na Internet com o famosíssimo “Filme do Bátema” (aquela redublagem de um episódio do Batman da antiga série de TV).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span>Após quase trinta canções, Graforréia prova por A + B que ainda é uma das maiores bandas do chamado “Rock Gaúcho”. Prova também que ainda estão em plena forma, mantendo a energia ao longo de todo o show. E prova, ainda, que não existem fórmulas para o sucesso. Seu estilo bizarro, dissonante, fora de todo e qualquer padrão, conquista a cada dia mais fãs. E é por isso, exatamente por isso, que é tão satisfatório assistir a um show dos caras. A gente recomenda.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Por: Marcel Bittencourt</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Fotos: Fabiana Menine</strong></p>
<p class="MsoNormal">
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=65&type=feed" alt=" Graforréia Xilarmônica"  title="Graforréia Xilarmônica" />]]></content:encoded>
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