<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>POA SHOW &#187; gótico</title>
	<atom:link href="http://poashow.com.br/tag/gotico/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://poashow.com.br</link>
	<description>Reviews, entrevistas, fotos, novidades...</description>
	<lastBuildDate>Tue, 22 May 2012 01:51:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=</generator>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>The Sisters of Mercy</title>
		<link>http://poashow.com.br/2009/06/10/the-sisters-of-mercy/</link>
		<comments>http://poashow.com.br/2009/06/10/the-sisters-of-mercy/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 03:38:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poashow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[gótico]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poashow.com.br/?p=753</guid>
		<description><![CDATA[Um frio causticante tomava conta de Porto Alegre na noite de 3 junho de 2009...  clima perfeito para o show de um dos ícones do rock gótico dos anos 80.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/8393469@N06/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-770 alignleft" title="The Sisters of Mercy" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/3597471528_1f628c7fa9_o-400x536.jpg" alt="3597471528 1f628c7fa9 o 400x536 The Sisters of Mercy" width="320" height="429" /></a>Um frio causticante tomava conta de Porto Alegre na noite de 3 junho de 2009&#8230;  clima perfeito para o show de um dos ícones do . Sendo essa primeira apresentação do The Sisters of Mercy em terras gaúchas, havia muita expectativa em relação ao que se veria naquela noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Devidamente à caráter, grande parte dos fãs presentes não escondiam a empolgação de tornar real o sonho de ver e ouvir &#8220;ao vivo&#8221;, aquela que é considerada por muitos, uma das mais influentes bandas do estilo. Por volta de meia hora antes do horário previsto para o início do show, uma pequena e animada roda se formou ao lado do bar inferior do Opinião para conversar e tirar fotos com um dos integrantes da banda (o guitarrista Ben Christo), que fazia questão de atender a todos com desenvoltura, fazendo com que atraso de quase um hora passasse quase despercebido, pelo menos por estes.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo hoje acompanhado por apenas dois guitarrista no palco, juntamente com alguma encarnação moderna da outrora inovadora Doktor Avalanche(máquina de ritmos utilizada em lugar de um baterista), a Irmandade de Andrew Eldritch(vocalista e único membro da formação original) finalmente surgiu em meio à luzes e muita fumaça, era chegada a hora de conferir o que a atual encarnação do Sisters tinha para apresentar.<span id="more-753"></span>O set iniciou com a explosiva e empolgante(apesar de nova), &#8220;Crash &amp; Burn&#8221;, fazendo todos se aproximarem do palco, acreditando que logo seriam recompensados pela fé que os moveu até ali&#8230;  a apresentação seguiu na mesma pegada com &#8220;Ribbons&#8221; e &#8220;Detonation Boulevard&#8221;, ambas do segundo álbum Floodland. Veio o clássico &#8220;Alice&#8221; e esse foi início do fim&#8230; não do show, mas do sonho.</p>
<p style="text-align: justify;">A reação do público ao show que vinha sendo apresentado e ao que se seguiria, causava estranheza a todos que não estivessem comprometidos com a versão 2009 do The Sisters of Mercy. O comprometimento da banda com seu público fiel também era posto prova, visto que não havia uma boa resposta aos estímulos da apresentação, e saber quando e como gerenciar as expectativas do espetáculo e do público é uma das coisas mais importantes em um show como aquele. A banda poderia ter sentido isso e encarrilhado mais alguns hinos tidos como certos &#8211; &#8220;Walk Away&#8221;, &#8220;No Time To Cry&#8221;, &#8220;More&#8221;, &#8220;Doctor Jeep&#8221; ficaram de fora &#8211; ou mesmo lados B mais empolgantes. O cuidado na escolha do repertório de apenas 01:20hs não  ocorreu, e aliado a deficiências na equalização da casa(ou da banda?!) deixaram o resto noite entre altos e baixos. Não que estivesse ruim, bem pelo contrário, mas os inúmeros re-trabalhos nas músicas clássicas e timbragens de <a href="http://www.flickr.com/photos/8393469@N06/" target="_blank"><img class="alignleft size-medium wp-image-771" title="Sisters of Mercy" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/3597471704_e326847fd2.jpg" alt="3597471704 e326847fd2 The Sisters of Mercy" width="298" height="400" /></a>guitarra incompátiveis com as mesmas, fizeram com que os olhares de muitos desviassem do palco se perguntando: Porquê soavam tão diferentes aquelas canções? Talvez a dupla de guitarras se esforçasse em demasia para acrecentar entusiasmo ao público com sua performance inquieta e deixasse de lado as melodias e texturas que são marca registrada das &#8220;Irmãs&#8221;, assim como a inexistência de um baixo que foi deixado por conta de um programador-tecladista, afetando de maneira muito séria a essência do Sisters&#8230; o vocal de Andrew soava bem, mas somente quando se podia ouvi-lo com clareza em meio a parede de guitarras em que ele se cercou nesse últimos tempos.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguiram &#8220;Flood I&#8221;, &#8220;Floorshow&#8221;, &#8220;Anaconda&#8221;, &#8220;Marian&#8221; que acabou ressuscitando o público para ser morto em seguida por &#8220;We Are The Same Suzanne&#8221; e &#8220;Arms&#8221;. O restante do show seguiu neste caminho entre algum êxtase e muitas quedas. Mesmo clássicos como &#8220;First and Last and Always&#8221;, &#8220;This Corrosion&#8221; e “Lucretia My Reflection” ficaram muito estranhas com suas novas texturas e abreviações a ponto de perder o seu lugar no ápice deste encontro um tanto robotizado entre entidade desfigurada e seus seguidores. Tivemos ainda duas(!!) dramáticas pausas antes de um final com “Temple of Love”!<br />
Claro que devíamos todos ter revisto nossas preces antes de comungar no templo, e não somente após a apresentação lamentar pelo templo estar ruindo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Aurélio Rockfelle</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> <span class="name"><strong class="username"></strong> <span class="realname"><a href="http://www.flickr.com/photos/8393469@N06/" target="_blank">Paulo Capiotti </a><br />
</span></span></p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=753&type=feed" alt=" The Sisters of Mercy"  title="The Sisters of Mercy" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poashow.com.br/2009/06/10/the-sisters-of-mercy/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Peter Murphy</title>
		<link>http://poashow.com.br/2009/02/18/peter-murphy/</link>
		<comments>http://poashow.com.br/2009/02/18/peter-murphy/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 02:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poashow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Bourbon Country]]></category>
		<category><![CDATA[gótico]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poashow.com.br/?p=124</guid>
		<description><![CDATA[Noite de sexta-feira 13 e nada poderia ter mais a ver com essa data do que um show daquele que liderou a mais emblemática banda gótica dos anos 80: o Bauhaus. Pois finalmente Porto Alegre teve a oportunidade de receber Peter Murphy, autor do clássico &#8220;Cuts You Up&#8221;. Algumas figuras conhecidas do meio musical prestigiaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Noite de sexta-feira 13 e nada poderia ter mais a ver com essa data do que um show daquele que liderou a mais emblemática banda gótica dos anos 80: o Bauhaus. Pois finalmente Porto Alegre teve a oportunidade de receber Peter Murphy, autor do clássico &#8220;Cuts You Up&#8221;. <img class="alignleft" style="margin-right: 10px;" title="Peter Murphy" src="http://farm4.static.flickr.com/3414/3278104884_b8444a41c9_m.jpg" alt="3278104884 b8444a41c9 m Peter Murphy" width="160" height="240" /><br />
Algumas figuras conhecidas do meio musical prestigiaram o evento. Jimi Joe, músico e diretor da Rádio Unisinos FM falou ao Poa Show: &#8220;É um acontecimento. Primeiramente é um acontecimento. Tardio, mas é um acontecimento. Não é como o Echo and the Bunnymen, quando veio pela primeira vez, mas é importante.&#8221;. Cagê, da rádio Atlântida, também se mostrava animado com a possibilidade de relembrar o Bauhaus: &#8220;Não conheço muito do trabalho solo, mas conheço bem os dois primeiros álbuns do Bauhaus. Esperamos que ele toque também algo do Bauhaus.&#8221;<br />
O show, começou pouco depois do horário anunciado, com um público que pode ser classificado tranquilamente como frustrante. Pouco menos de um terço da capacidade do Teatro do Bourbon Country. Mas as frustrações ficaram resumidas apenas ao número de ingressos vendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Peter Murphy subiu ao palco após longa introdução instrumental. Abriu com &#8220;Burning&#8221;. Com uma luz amarela, que pode ser observada na foto, ficou durante toda a música  interagindo com a cortina de fundo. Em seguida, &#8220;Disappearing&#8221;, levantou um pouco mais o publico presente. A partir daí o set foi imenso, e para todos os gostos. &#8220;Hurt&#8221;, &#8220;Black Stone Heart&#8221;, e &#8220;Strange Kind of Love&#8221; fizeram parte do repertório.<span id="more-124"></span><br />
O público, pequeno porém sincero, se surpreendeu com um Peter Murphy bem humorado, fazendo pequenas piadas espiriruosas. No momento em que pediu menos som de violão no retorno, obteve mais. Chamou o operador da mesa para o palco e mandou &#8220;este é o homem que pensa que &#8220;mais baixo&#8221; é &#8220;mais alto&#8221;. Risadas generalizadas. Peter ainda convidou as pessoas a fazerem perguntas, algo nunca antes presenciado, pelo menos por este redator. A performance cênica também não ficou para trás. Murphy é um verdadeiro ator, expressivo e performático, com movimentação perfeita dentro de seu universo musical.<br />
<img class="alignright" style="margin-left: 10px;" title="Peter Murphy" src="http://farm4.static.flickr.com/3343/3278105754_05759d6acb_m.jpg" alt="3278105754 05759d6acb m Peter Murphy" width="216" height="144" />Igualmente surpreendente foram os dois bis e a duração do show, que ultrapassou os 120 minutos. E, como era de se esperar, &#8220;Cuts You Up&#8221; foi o ponto alto, sem sombra de dúvida. Cantada em coro, foi a que arrancou mais aplausos. Destaque também para o cover de &#8220;Lust For Life&#8221;, de Iggy Pop. Excelente.<br />
O ritmo lento das músicas de Peter Murphy acabou jogando um pouco contra ele, visto que o show durou quase duas horas e meia, mas não deixou de abrilhantar o talento e a performance do gênio gótico. Saldo altamente positivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por: Marcel Bittencourt</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos: Fabiana Menine</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Theatro do Bourboun Country | 13de fevereiro de 2009|</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=124&type=feed" alt=" Peter Murphy"  title="Peter Murphy" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poashow.com.br/2009/02/18/peter-murphy/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

