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	<title>POA SHOW &#187; HC</title>
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		<title>Joe Lynn Turner</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 23:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poashow</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Data: 26/05/2010 Local: Opinião (José do Patrocínio, 834) Horário: 23h]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Joe" src="http://www.jltlatinamerica.com/img/indexphoto.jpg" alt="indexphoto Joe Lynn Turner" width="540" height="270" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Data: </strong>26/05/2010</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Local: </strong>Opinião (José do Patrocínio, 834)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Horário:</strong> 23h</p>
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=3861&type=feed" alt=" Joe Lynn Turner"  title="Joe Lynn Turner" />]]></content:encoded>
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		<title>NOFX um dos expoentes do Hardcore mundial em Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 00:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poashow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[HC]]></category>
		<category><![CDATA[Pepsi OnStage]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito papo pra Muito Som]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-3287" href="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/n12p.jpg"><img class="size-medium wp-image-3287 alignnone" title="NOFX" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/n12p-400x270.jpg" alt="n12p 400x270 NOFX um dos expoentes do Hardcore mundial em Porto Alegre" width="400" height="270" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Após o Carnaval é que começa o ano. Esta velha máxima parece se aplicar, também, a agenda de shows na capital gaúcha. O primeiro show do mês de março ficou por conta da Abstratti Produtora, que trouxe mais uma vez a Porto Alegre os californianos do NOFX, um dos expoentes do Hardcore mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">A abertura ficou a cargo dos porto-alegrenses do Pernalonga, banda de Hardcore que já havia feito a abertura de alguns shows importantes do estilo. Não se intimidaram com a responsabilidade de esquentar o público para uma das maiores bandas de HC do mundo e cumpriram muito bem seu papel. Com um repertório basicamente de músicas próprias, ainda foram inteligentes na escolha de covers de Face to Face e Bad Religion. Fizeram o que uma boa banda de abertura deve fazer: som direto. Surpreenderam positivamente boa parte do púbico presente.<span id="more-3268"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Pouco depois do horário previsto, 22:30, o NOFX sobe ao palco do Pepsi On Stage. Estranhamente, a banda abre mão do impacto inicial de qualquer show para falar ao microfone. Quem conhece o NOFX sabe que o baixista e vocalista Fat Mike costuma falar muito durante as apresentações da banda. Agora, começar um show assim foi, no mínimo, estranho.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira música do set foi a clássica “Linoleum”, que transformou a pista do Pepsi numa imensa roda punk, que se extendeu durante todo o show. Este foi um aspecto que chamou muito a atenção: se existe hoje uma banda no mundo que sabe como provocar uma roda punk, é o NOFX.</p>
<p style="text-align: justify;">Na seqüência, uma alternância constante entre uma música e muito papo, o que foi se tornando cada vez mais incomodo ao longo da apresentação. No entanto, a energia e a empolgação da banda ao executar seus clássicos acabou por atenuar, muito, esse desconforto.</p>
<p style="text-align: justify;">O repertório foi bem escolhido, porém muito próximo ao do show de 2006. Mas a semelhança parou por aí. A banda que se apresentou na quarta-feira foi um “NOFX Turbo”, comparado ao de 2006. O trompete brilhantemente executado pelo guitarrista El Hefe (que vestia uma camiseta do Iron Maiden) também abrilhantou a apresentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Clássicos como “Murder The Government”, “Drugs Are Good”, “Kill All The White Men” e “Radio”, entre outras, levantaram o Pepsi On Stage como nenhuma outra banda do estilo conseguiu na casa anteriormente. E isso inclui, logicamente, o próprio NOFX.</p>
<p style="text-align: justify;">A competência do NOFX tocando aquelas canções que fizeram a história do Hardcore deixa claro o porquê da importância da banda. A idade, que fez diferença no quesito presença de palco, não influiu nem um pouco na execução. E, por fim, o público foi a grande estrela da noite. Seja na energia das incansáveis rodas ou na forma como cantavam os refrões do NOFX, fez sua parte com louvor e mostrou aos californianos que Porto Alegre é, sim, uma cidade com muito público HC.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram apenas 1h15 de show, de onde o NOFX se despediu sem grande cerimônia. A banda demorou para retornar para o bis. Foram mais de 5 minutos, que deram um pouco mais de veracidade a coisa. “Me sinto como se pudesse tocar mais quarenta ou cinqüenta ou quatro músicas!”, ironizou o vocalista Fat Mike. O bis, normalmente curto, contou com seis canções. Destaque para “Don’t Call Me White”, maior clássico da banda. Nesta, a voz de Fat Mike começou a apresentar alguns sinais de deterioração, comprometendo alguns trechos. Ninguém se importou.</p>
<p style="text-align: justify;">O NOFX em Porto Alegre foi “muito papo pra muito som”. O show poderia ter sido muito melhor se Fat Mike não ficasse falando besteiras antes de cada música. Chamou pelo menos 10 músicas de “great song”. O que faltou ao NOFX foi ritmo de show (ou deveria usar aqui “profissionalismo”?). As gafes como dizer que são melhores que os Ramones ou escorregar na geografia achando que estavam em São Paulo foram desnecessárias e renderam algumas vaias. Com menos conversa, sobraria tempo para incluir alguns daqueles clássicos que ficaram de fora.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Marcel Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> <a href="http://www.flickr.com/fabianamenine" target="_blank">Fabiana Menine</a></p>

<a href='http://poashow.com.br/2010/03/04/nofx-um-dos-expoentes-do-hardcore-mundial-em-porto-alegre/1p/' title='Pernalonga'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/1p-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="1p 150x150 NOFX um dos expoentes do Hardcore mundial em Porto Alegre" title="Pernalonga" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2010/03/04/nofx-um-dos-expoentes-do-hardcore-mundial-em-porto-alegre/2p/' title='Pernalonga'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/2p-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="2p 150x150 NOFX um dos expoentes do Hardcore mundial em Porto Alegre" title="Pernalonga" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2010/03/04/nofx-um-dos-expoentes-do-hardcore-mundial-em-porto-alegre/3p/' title='Pernalonga'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/3p-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="3p 150x150 NOFX um dos expoentes do Hardcore mundial em Porto Alegre" title="Pernalonga" /></a>
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<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">NOFX – 03 de Março de 2010 – Pepsi On Stage</span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Após o Carnaval é que começa o ano. Esta velha máxima parece se aplicar, também, a agenda de shows na capital gaúcha. O primeiro show do mês de março ficou por conta da Abstratti Produtora, que trouxe mais uma vez a Porto Alegre os californianos do NOFX, um dos expoentes do Hardcore mundial. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">A abertura ficou a cargo dos </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">porto-alegrenses</span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> do Pernalonga, banda de Hardcore que </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">já havia feito a abertura de alguns shows importantes do estilo. Não se intimidaram com a responsabilidade de esquentar o público para uma das maiores bandas de HC do mundo e cumpriram muito bem seu papel. Com um repertório basicamente de músicas próprias, ainda foram inteligentes na escolha de covers d</span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">e</span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> Face to Face e Bad Religion. Fizeram o que uma boa banda de abertura deve fazer: som direto. Surpreenderam positivamente boa parte do púbico presente. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Pouco depois do horário previsto, 22:30, o NOFX sobe ao palco do Pepsi On Stage. Estranhamente, a banda abre mão do impacto inicial de qualquer show para falar ao microfone. Quem conhece o NOFX sabe que o baixista e vocalista Fat Mike costuma falar muito durante as apresentações da banda. Agora, começar um show assim foi, no mínimo, estranho.</span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">A primeira música do set foi a clássica “Linoleum”, que transformou a pista do Pepsi numa imensa roda punk</span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">, que se extendeu durante todo o show</span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">. Es</span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">te</span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> foi </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">um </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">aspecto que chamou muito a atenção: se existe hoje uma banda no mundo que sabe como provocar uma roda punk, é o NOFX.</span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Na </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">seqüência</span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">, uma alternância constante entre uma música e muito papo, o que foi se tornando cada vez mais incomodo ao longo da apresentação. No entanto, a energia e a empolgação da banda ao executar seus clássicos acabou por atenuar, muito, esse desconforto. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">O repertório foi bem escolhido, porém muito próximo ao do show de 2006. </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Mas a semelhança parou por aí. A banda que se apresentou na quarta-feira foi um “NOFX Turbo”, comparado ao de 2006. </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">O </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">trompete</span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> brilhantemente executado pelo guitarrista El Jefe (que vestia uma camiseta do Iron Maiden) também abrilhantou a apresentação. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Clássicos como “Murder The Government”, “Drugs Are Good”, “Kill All The White Men” e “Radio”, </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">entre outras, </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">levantaram o Pepsi On Stage como nenhuma outra banda do estilo conseguiu na casa anteriormente. E isso inclui, logicamente, o próprio NOFX. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">A competência do NOFX tocando aquelas canções que fizeram a história do Hardcore deixa claro o porquê da importância da banda. A idade, que fez diferença no quesito presença de palco, não influiu nem um pouco na execução. E, por fim, o público foi a grande estrela da noite. Seja na energia das incansáveis rodas ou na forma como cantavam os refrões do NOFX, fez sua parte com louvor e mostrou aos californianos que Porto Alegre é, sim, uma cidade com muito público HC. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Foram apenas 1h15 de show, de onde o NOFX se despediu sem grande cerimônia. </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">A banda demorou para retornar para o bis. Foram mais de 5 minutos, que deram um pouco mais de veracidade a coisa. “Me sinto como se pudesse tocar mais quarenta ou cinqüenta ou quatro músicas!”, ironizou o vocalista Fat Mike. O bis, normalmente curto, contou com seis canções. Destaque para “Don’t Call Me White”, maior clássico da banda. </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Nesta, a voz de Fat Mike começou a apresentar alguns sinais de deterioração, comprometendo alguns trechos. </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Ninguém se importou.</span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">O NOFX em Porto Alegre foi “muito papo pra muito som”. O show poderia ter sido muito melhor se Fat Mike não ficasse falando besteiras antes de cada música. Chamou pelo menos 10 músicas de “great song”. O que faltou ao NOFX foi ritmo de show (ou deveria usar aqui “profissionalismo”?). As gafes como dizer que são melhores que os Ramones ou escorregar na geografia achando que estavam em São Paulo foram desnecessárias e renderam algumas vaias. Com menos conversa, sobraria tempo para incluir alguns daqueles clássicos que ficaram de fora. </span></span></p>
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<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=3268&type=feed" alt=" NOFX um dos expoentes do Hardcore mundial em Porto Alegre"  title="NOFX um dos expoentes do Hardcore mundial em Porto Alegre" />]]></content:encoded>
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		<title>No Fun At All na Tour &#8220;Low Rider&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 05:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poashow</dc:creator>
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		<category><![CDATA[HC]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro do Bourbon Country]]></category>

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		<description><![CDATA[Hardcore de primeira linha no Teatro do Bourbon Country]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2923" href="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/nfaa3.jpg"><img class="size-full wp-image-2923 alignnone" title="No Fun At All" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/nfaa3.jpg" alt="nfaa3 No Fun At All na Tour Low Rider" width="450" height="304" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Nem só do som do verão vivem os porto-alegrenses no mês de Janeiro. Os fãs gaúchos de hardcore tiveram, na última quarta-feira, dia 27, a oportunidade de conferir o show da banda sueca <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://nofunatall.com/" target="_blank">No Fun At All</a></strong></span>, no Teatro do Bourbon Country.</p>
<p style="text-align: justify;">Como é de praxe em shows internacionais, houve banda local como atração de abertura. Desta vez foi escolhida a <a href="http://www.myspace.com/atrack" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">Atrack</span></strong></a>, banda porto-alegrense de hardcore com mais de doze anos de estrada e um dos principais nomes da cena HC gaúcha. Começou tocando para um público pequeno, exatamente 17 testemunhas e, infelizmente, encerrou a apresentação apresentando-se para apenas 50. A banda, apesar da performance forte e coesa instrumentalmente, cometeu alguns deslizes. A forma de encarar o público, falando diretamente com alguns conhecidos e fazendo algumas piadas de gosto discutível, passaram a impressão de que a banda encarava aquela abertura como um grande ensaio ao vivo. A proposta musical da Atrack também se mostrou confusa. A alternância entre o hardcore mais pesado que os tornou conhecidos na cena e a proposta mais moderna e melódica, que justifica a admissão de uma vocalista, acabou por não deixar clara a identidade da banda.<span id="more-2922"></span>Pouco depois, cerca de 20 minutos, Christer Johansson e Mikael Danielsson (guitarras), Kjell Ramstedt (bateria), Stefan Neuman (baixo) e Ingemar Jansson (vocais) sobem ao palco para a excelente “My Mind Mine”, faixa que abre o último disco “Low Rider”.  Em seguida, sem intervalos, mandam as clássicas “Believers” e “Suicide Machine”, abrindo as primeiras rodas entre o pequeno público presente.</p>
<p style="text-align: justify;">“É muito bom estar de volta ao Brasil e a Porto Alegre”, disse Jansson, saudando o público pequeno, porém fiel que compareceu para prestigiá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Donos de uma energia impressionante e de um entrosamento fora do comum, o No Fun At All é uma banda que se diferencia no estilo, seja por suas composições de qualidade ou por ser criativo em seus arranjos mesmo em um estilo tão simples. As variações de andamento e as paradas com timing perfeito são executadas como em estúdio, porém com energia muito <a rel="attachment wp-att-2924" href="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/nfaa4.jpg"><img class="size-full wp-image-2924 alignleft" title="No Fun At All" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/nfaa4.jpg" alt="nfaa4 No Fun At All na Tour Low Rider" width="244" height="360" /></a>maior. Os pequenos problemas técnicos (como a voz baixa nas primeiras músicas ou a falha no som do baixo (rapidamente consertada) passaram quase despercebidos.</p>
<p style="text-align: justify;">A escolha de repertório também não deixou nada a desejar: “Estivemos tocando muito na Europa no último ano&#8230;Mas agora viemos ao Brasil e resolvemos alterar algumas coisas no setlist. Vamos tocar algumas coisas muito antigas, que não tocamos há muito, muito tempo&#8230;” sentenciou o vocalista Ingemar Jansson. Por conta desta decisão, os fãs gaúchos foram presenteados com um set recheado de clássicos e com apenas quatro músicas de seu álbum mais recente, Low Rider, de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">O clima de diversão e de proximidade entre banda e público proporcionou algumas cenas inusitadas. Primeiro o vocalista Ingemar Jansson provoca “vejo muitas camisetas do Millencolin hoje&#8230; Depois do show vocês podem ir ali comprar camisetas do No Fun At All”, arrancando risos. Logo depois, Ingemar convida todos a formarem a maior roda da noite, e inclusive escolhe um fã e determina “você organiza, eu estou muito velho pra isso”. Mais adiante, já no bis, Jansson tenta cantar o que seria “Garota de Ipanema”, enquanto o pedal da bateria é trocado. Mais risos.</p>
<p style="text-align: justify;">O bis, aliás, foi a cereja do bolo: “Invitation” (que precisou ser reiniciada em função do problema supracitado com o pedal da bateria), “Out Of Bounds”, “Don’t Be a Pansy” e “Master Celebrator” deixaram os fãs de alma lavada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando uma banda tem experiência, competência e, ainda por cima, gosta do que faz, o resultado não pode ser negativo. O No Fun At All provou isso na noite de quarta. Comprar um ingresso para um show do No Fun At All é satisfação e diversão garantidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Por: </strong>Marcel Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> Fabiana Menine</p>

<a href='http://poashow.com.br/2010/01/28/no-fun-at-all-na-tour-low-rider/atrack/' title='Atrack'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/atrack-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="atrack 150x150 No Fun At All na Tour Low Rider" title="Atrack" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2010/01/28/no-fun-at-all-na-tour-low-rider/atrack2/' title='Atrack'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/atrack2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="atrack2 150x150 No Fun At All na Tour Low Rider" title="Atrack" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2010/01/28/no-fun-at-all-na-tour-low-rider/nfaa3/' title='No Fun At All'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/nfaa3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="nfaa3 150x150 No Fun At All na Tour Low Rider" title="No Fun At All" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2010/01/28/no-fun-at-all-na-tour-low-rider/nfaa4/' title='No Fun At All'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/nfaa4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="nfaa4 150x150 No Fun At All na Tour Low Rider" title="No Fun At All" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2010/01/28/no-fun-at-all-na-tour-low-rider/nfaa/' title='No Fun At All'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/nfaa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="nfaa 150x150 No Fun At All na Tour Low Rider" title="No Fun At All" /></a>
<a href='http://poashow.com.br/2010/01/28/no-fun-at-all-na-tour-low-rider/nfaa2/' title='No Fun At All'><img width="150" height="150" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/nfaa2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="nfaa2 150x150 No Fun At All na Tour Low Rider" title="No Fun At All" /></a>

<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=2922&type=feed" alt=" No Fun At All na Tour Low Rider"  title="No Fun At All na Tour Low Rider" />]]></content:encoded>
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		<title>Down By Law + Dead Fish</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 04:06:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de dez anos sem pisar na cidade, os californianos do Down By Law finalmente desembarcaram por essas bandas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/dbl1.jpg"><img class="size-medium wp-image-495 alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="dbl1" src="http://poashow.com.br/wp-content/uploads/dbl1.jpg" alt="dbl1 Down By Law + Dead Fish" width="300" height="199" /></a>Depois de dez anos sem pisar na cidade, os californianos do Down By Law finalmente desembarcaram por essas bandas. Melhor do que rever um dos mais influentes grupos do hardcore da Califa foi saber que a abertura ficaria por conta dos capixabas do Dead Fish, que mostrariam os clássicos e as músicas do cd mais recente, Contra Todos.</p>
<p style="text-align: justify;">O lado ruim é que parece que os produtores deste tipo de show querem, a todo custo, testar a paciência do público. Só isso explica o fato de quatro (sim, quatro!!) bandas locais serem escaladas pra tocar na mesma noite. Te todas que subiram ao palco, apenas uma tinha condições de realmente fazê-lo. Era a Mundano, que fazia um HC direto e rápido, sem cair em clichês e sem descuidar dos arranjos de cada música.Muito depois do horário previsto e já ultrapassando qualquer atraso tolerável, Rodrigo e sua trupe entraram em ação. A espera valeu a pena.<span id="more-478"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Manara estava lotado quando soaram os primeiros acordes de Venceremos, petardo contido no  álbum Contra Todos, lançado no começo do ano. Sem amaciar, a banda emendou Old Boy, do disco Um Homem Só, a clássica Cidadão Padrão (berrada em uníssono pela platéia) e Asfalto, essa última também do mais recente trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">O som do lugar contribuiu, o entrosamento do DF era perfeito e a nova formação deu um gás novo às performances ao vivo. Na batera, Marcos, que toca no Ação Direta e substituiu Nô, da formação original, se mostrava seguro e perfeito. Phillipe (guitarra) e Alyand (baixo) completavam o time e deixavam Rodrigo à vontade para sua louca performance no pequeno palco. No meio do show, o vocalista lembra de perguntar quem estava na apresentação da banda durante o Fórum Social Mundial de 2004, no Anfiteatro Pôr do Sol. Na ocasião, um mega-tumulto envolvendo a polícia e uma minúscula parte do público atrapalhou todos que queriam pogar em paz.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o clima agora é de harmonia e a banda solta mais uma rajada com as canções Sonhos Colonizados, Siga, Iceberg e Molotov. Entre elas, Tupac Amaru.O legal é que os caras rechearam o set com os clássicos que todo mundo quer ouvir, sem esquecer de apresentar os trampos mais novos como Autonomia, Shark Attack e Descartáveis.  Pra fechar o concerto, Dialética e Contra Todos, que batiza o disco lançado no começo do ano, foram as escolhidas. Show perfeito, que mostrou a sintonia que o Dead Fish tem com o público da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no meio da madrugada de sábado o Down By Law tomou seu posto no palco do local. Antes de começar a apresentação, o vocalista Dave Smalley olhou para o relógio e perguntou: &#8220;São 3h da manhã. Vocês ainda agüentam um pouco mais de rock?&#8221; A platéia, formada por menos da metade das pessoas que estavam vendo os capixabas do Dead Fish, respondeu que sim e teve como presente Independence Day, do disco All Scrached Up. Right Or Wrong, Punk As Fuck e Burning Heart vieram na sequência.<img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Down By Law + Dead Fish" src="http://www.poashow.com.br/fot/dbl2.jpg" alt="dbl2 Down By Law + Dead Fish" width="192" height="127" /></p>
<p style="text-align: justify;">Tudo corria bem até que um retardado mental, bêbado como o cão, decidiu subir no palco pra simplesmente tentar roubar o boné de Dave. Levou um safanão e a promessa de que se repetisse o ato imbecil, levaria um &#8220;kick in the ass&#8221;. Pra mim, um sujeito desse deveria ser condenado a passar o resto da vida assistindo a shows de celebridades internacionais como o Oasis, sendo separado da banda por uma barricada de metal e mais 40 seguranças psicopatas.</p>
<p style="text-align: justify;">O legal é que o DBL não se intimidou, e engatou a quinta marcha. Gruesome Gary, foi executada com maestria, sem antes receber uma intro de Smaley: &#8220;Essa música fala que não importa se você é fraco, forte, alto, baixo, magro ou gordo. O que importa é que se traz por dentro&#8221;. A cada música tocada, o público diminuía, o que fazia a apresentação dos caras ficar mais fria. Outra vez, um figura perturbou a performance da banda, subindo ao palco e, em vez de dar o clássico mosh, ficou tentando tocar a guitarra de Dave. Mais uma vez o cara reclamou do comportamento da galera: &#8220;Meu, façam o que é normal em todos os shows de punk rock. Subam no palco, pulem, dêem o mosh. Deixa que eu toco a porra da minha guitarra, ok?&#8221;. Constrangedor, né?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas mesmo com poucas pessoas na pista e em horário avançado, os caras seguiram em frente, mostrando respeito pelos que esperaram quase uma década para ver a banda novamente na cidade. No Equalizer foi tocada com emoção, como se não houvesse amanhã. Nenhum dos clássicos ficou de fora e o quarteto tocou os &#8220;hits&#8221;All American, 500 miles e a linda Radio Ragga, música que fala sobre viver em uma cidade onde não há grandes opções de lazer. Lembra algo pra você?</p>
<p style="text-align: justify;">Os californianos foram tão generosos que, apesar do horário esdrúxulo (o show acabou às 4h de sábado), ainda fecharam com Values Here, clássico do Dag Nasty. Espero que os caras não demorem mais 10 anos pra aparecer por aqui e, quando voltarem, o público dê o valor que eles merecem.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Manara| 15 de maio de 2009</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por:</strong> Felipe de Souza</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos:</strong> Waldomiro Aita</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota da Produção: </strong>Em nota ao PoaShow, a Infinnity Produções esclarece que o atraso aconteceu em função da atração principal, o Down By Law, que levou duas horas para deixar o hotel. O produtor responsável pela banda impediu que a passagem de som do Dead Fish ocorresse antes da passagem do Down By Law, ocasionando o atraso.</p>
<p style="text-align: justify;">
<img src="http://poashow.com.br/?ak_action=api_record_view&id=478&type=feed" alt=" Down By Law + Dead Fish"  title="Down By Law + Dead Fish" />]]></content:encoded>
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