Capital Inicial

Data: 16/07/2010
Local: Pepsi On Stage
Horário: 20h
College Rock FTSK e Cine
abril 29, 2010
Categoria Agenda
Data: 07/05/2010
Local: Pepsi OnStage
Hora de Início: abertura da casa às 17h
Megadeth: Um dos melhores shows da banda…
abril 27, 2010
Categoria Reviews
Noite de segunda-feira e o Pepsi On Stage recebe uma das bandas que fizeram a história do que se conhece por Thrash Metal: Megadeth, banda liderada por Dave Mustaine, um dos mais criativos compositores do Metal, se apresentou pela primeira vez em Porto Alegre.
A noite começou com a demora na abertura dos portões, motivado pelo atraso na chegada do equipamento do Megadeth. Por conta disso houve lentidão na entrada e muitos não puderam conferir o show dos gaúchos da Distraught (banda escolhida para abrir o show dos americanos), fato que causou certa indignação.
Pontualmente no horário previsto, 22h, a Distraught sobe ao palco para o show que a banda tem como o mais importante da carreira. A experiência e, principalmente, a competência de seus cinco integrantes fizeram com que a Distraught tirasse de letra qualquer possível adversidade. Encarar um público já um pouco insatisfeito não significou nada. A força da banda no palco e a energia que demandam ao executar suas composições demonstram o quando estão maduros musicalmente e, especialmente, o quanto acreditam em sua música. Talvez isso, somado à sua qualidade, tenha sido fator decisivo para o quando a banda foi bem recebida pelo público do Megadeth.
A Distraught, que teve seu álbum “Unnatural Display of Art” lançado no Brasil e no Japão no ano passado, provou no palco, em breves 30 minutos, que está pronta para o mercado internacional.
Pouco depois das 23h as luzes se apagaram. Na ordem, sobem ao palco Shawn Drover (Bateria), Chris Broderick (Guitarra) e o clássico baixista recém-readmitido Dave Ellefson. Por fim, o líder Dave Mustaine, obviamente o mais ovacionado pelos fãs que lotaram a casa.
A expectativa da música escolhida para abrir o show se foi, deixando todos muito satisfeitos: a dobradinha “Dialectic Chaos” e “This Day We Fight” era indicativo claro de que teríamos um set, no mínimo, muito parecido com o excelente repertório apresentado em São Paulo. De negativo, a qualidade do som (na realidade, a falta dela). Bateria muito alta e vocal muito baixo estenderam-se durante toda a apresentação, o que de fato fez diferença. Ainda no início, tivemos também um momento curioso: ao observar as pessoas apertadas na grade em frente ao palco, Mustaine gentilmente pede que as pessoas “andem um passo para trás, pois não queremos nos machucar”. Uma atitude muito bonita do Frontman do Megadeth.
Após “In My Darkest Hour”, a primeira grande reação do público: “Skin O’My Teeth” agitou o Pepsi On Stage.
“Boa noite… vocês sabem por que estamos aqui…” provoca Mustaine, referindo-se ao aniversário de 20 anos do álbum “Rust In Peace”, comemorado nesta turnê.
Como não poderia deixar de ser, a banda executa o álbum na íntegra.
Do poderoso riff de introdução de “Holy Wars… The Punishment Due” até o encerramento de “Rust In Peace… Polaris”, a execução completa de “Rust In Peace” foi responsável por uma verdadeira catarse entre os fãs que compareceram. Por se tratar de algo bastante singular, os fãs se emocionaram ainda mais. Destaque para “Tornado of Souls” e “Hangar 18”, além das já citadas “Holy Wars… The Punishment Due” e “Rust In Peace… Polaris”.
Após breve intervalo, Mustaine retorna para a segunda parte do set, que incluiria mais músicas do álbum “Endgame”. Dave sozinho no palco convoca o público porto-alegrense a cantar o refrão de “Headcrusher”:
“Amanhã estamos partindo para a Argentina. Vamos ver se vocês conseguem ser mais altos que eles, vamos fazer com que ouçam lá”. Mustaine puxa o riff, mas obtém uma resposta tão apática que diz que não pode deixar o Brasil com essa resposta. Chama novamente e aí, sim, ouve a voz dos fãs gaúchos retumbar pelo Pepsi On Stage. Foi alto, mas nada perto do que viria a seguir, logo após “The Right To Go Insane”.
Eis que veio, então, o ponto alto do show: primeiro, com a introdução muito bem executada pelo excelente guitarrista Chris Broderick, “A Tout Le Monde”. A música, que ficou de fora dos primeiros shows do Megadeth no Brasil em 2010, emocionou a todos. Seu refrão foi o mais cantado até aquele momento, título que durou pouco. Em “Symphony of Destruction”, como no DVD “That One Night”, gravado em Buenos Aires, o coro “Megadeth, Megadeth, Aguante Megadeth” foi entoado com muita força e energia. Curiosamente nas duas músicas onde o público fez muito barulho (“A Tout Le Monde” e “Symphony of Destruction”) foi onde se pode ouvir mais claramente a voz de Dave Mustaine.
Para o bis, duas ótimas escolhas: “Trust”, do álbum “Cryptical Writings” e “Peace Sells”, do “Peace Sells… But Who’s Buying?”. Após breve apresentação da banda, Mustaine diz que o público foi ótimo, tendo sido aquele o último show da banda no Brasil, mas que foi um dos melhores shows do Megadeth. Foi assim, lavando a alma do público gaúcho, que Mustaine e Cia se despediram, não sem antes distribuir algumas palhetas.
O Megadeth, apesar de muito prejudicado pelo som, apresentou um show digno da banda emblemática e importante que é. Dave Mustaine é um compositor diferenciado mas, acima de tudo, um bandleader que manteve o Megadeth na ativa por mais de duas décadas e que ainda apresenta um trabalho cheio de bom gosto e energia, capaz de emocionar fãs de todas as idades. Um bom show, com ressalvas puramente técnicas.
Resta esperar pela turnê comemorativa de “Countdown to Extinction” em 2012. Sonhar não custa nada.
Por: Marcel Bittencourt
Fotos: Fabiana Menine
A noite começou com a demora na abertura dos portões, motivado pelo atraso na chegada do equipamento do Megadeth. Por conta disso houve lentidão na entrada e muitos não puderam conferir o show dos gaúchos da Distraught (banda escolhida para abrir o show dos americanos), fato que causou certa indignação.
Pontualmente no horário previsto, 22h, a Distraught sobe ao palco para o show que a banda tem como o mais importante da carreira. A experiência e, principalmente, a competência de seus cinco integrantes fizeram com que a Distraught tirasse de letra qualquer possível adversidade. Encarar um público já um pouco insatisfeito não significou nada. A força da banda no palco e a energia que demandam ao executar suas composições demonstram o quando estão maduros musicalmente e, principalmente, o quanto acreditam em sua música. Talvez isso, somado à sua qualidade, tenha sido fator decisivo para o quando a banda foi bem recebida pelo público do Megadeth.
A Distraught, que teve seu álbum “Unnatural Display of Art” lançado no Brasil e no Japão no ano passado, provou no palco, em breves 30 minutos, que está pronta para o mercado internacional.
Pouco depois das 23h as luzes se apagaram. Na ordem, sobem ao palco Shawn Drover (Bateria), Chris Broderick (Guitarra) e o clássico baixista recém-readmitido Dave Ellefson. Por fim, o líder Dave Mustaine, obviamente o mais ovacionado pelos fãs que lotaram a casa.
A expectativa da música escolhida para abrir o show se foi, deixando todos muito satisfeitos: a dobradinha “Dialectic Chaos” e “This Day We Fight” era indicativo claro de que teríamos um set, no mínimo, muito parecido com o excelente repertório apresentado em São Paulo. De negativo, a qualidade do som (na realidade, a falta dela). Bateria muito alta e vocal muito baixo estenderam-se durante toda a apresentação, o que de fato fez diferença. Ainda no início, tivemos também um momento curioso: ao observar as pessoas apertadas na grade em frente ao palco, Mustaine gentilmente pede que as pessoas “andem um passo para trás, pois não queremos nos machucar”. Uma atitude muito bonita do Frontman do Megadeth.
Após “In My Darkest Hour”, a primeira grande reação do público: “Skin O’My Teeth” agitou o Pepsi On Stage.
“Boa noite… vocês sabem por que estamos aqui…” provoca Mustaine, referindo-se ao aniversário de 20 anos do álbum “Rust In Peace”, comemorado nesta turnê.
Como não poderia deixar de ser, a banda executa o álbum na íntegra.
Do poderoso riff de introdução de “Holy Wars… The Punishment Due” até o encerramento de “Rust In Peace… Polaris”, a execução completa de “Rust In Peace” foi responsável por uma verdadeira catarse entre os fãs que compareceram. Por se tratar de algo bastante singular, os fãs se emocionaram ainda mais. Destaque para “Tornado of Souls” e “Hangar 18”, além das já citadas “Holy Wars… The Punishment Due” e “Rust In Peace… Polaris”.
Após breve intervalo, Mustaine retorna para a segunda parte do set, que incluiria mais músicas do álbum “Endgame”. Dave sozinho no palco convoca o público porto-alegrense a cantar o refrão de “Headcrusher”:
“Amanhã estamos partindo para a Argentina. Vamos ver se vocês conseguem ser mais altos que eles, vamos fazer com que ouçam lá”. Mustaine puxa o riff, mas obtém uma resposta tão apática que diz que não pode deixar o Brasil com essa resposta. Chama novamente e aí, sim, ouve a voz dos fãs gaúchos retumbar pelo Pepsi On Stage. Foi alto, mas nada perto do que viria a seguir, logo após “The Right To Go Insane”.
Eis que veio, então, o ponto alto do show: primeiro, com a introdução muito bem executada pelo excelente guitarrista Chris Broderick, “A Tout Le Monde”. A música, que ficou de fora dos primeiros shows do Megadeth no Brasil em 2010, emocionou a todos. Seu refrão foi o mais cantado até aquele momento, título que durou pouco. Em “Symphony of Destruction”, como no DVD “That One Night”, gravado em Buenos Aires, o coro “Megadeth, Megadeth, Aguante Megadeth” foi entoado com muita força e energia. Curiosamente nas duas músicas onde o público fez muito barulho (“A Tout Le Monde” e “Symphony of Destruction”) foi onde se pode ouvir mais claramente a voz de Dave Mustaine.
Para o bis, duas ótimas escolhas: “Trust”, do álbum “Cryptical Writings” e “Peace Sells”, do “Peace Sells… But Who’s Buying?”. Após breve apresentação da banda, Mustaine diz que o público foi ótimo, tendo sido aquele o último show da banda no Brasil, mas que foi um dos melhores shows do Megadeth. Foi assim, lavando a alma do público gaúcho, que Mustaine e Cia se despediram, não sem antes distribuir algumas palhetas.
O Megadeth, apesar de muito prejudicado pelo som, apresentou um show digno da banda emblemática e importante que é. Dave Mustaine é um compositor diferenciado mas, acima de tudo, um bandleader que manteve o Megadeth na ativa por mais de duas décadas e que ainda apresenta um trabalho cheio de bom gosto e energia, capaz de emocionar fãs de todas as idades. Um bom show, com ressalvas puramente técnicas.
Resta esperar pela turnê comemorativa de “Countdown to Extinction” em 2012. Sonhar não custa nada.
Moby: Competência e Versatilidade no Pepsi On Stage
abril 22, 2010
Categoria Reviews
Não se pode dizer que o inglês Richard Melville Hall seja assim um exímio guitarrista, embora tenha sugerido suas pretensões e algumas de suas influências (ou mesmo admirações) mais secretas ao executar, em certo momento, na noite da última terça-feira, 20 de abril, em Porto Alegre, um dos riffs mais clássicos de Jimmy Page (o lendário guitar hero do Led Zeppelin).
Também não se pode dizer que seja exatamente um grande percussionista, embora tenha se arriscado, e tenha, afinal de contas, se saído bastante bem, na ênfase rítmica, dando ainda mais balanço e cadência ao ritmo dançante que vinha sendo sustentado pela banda que o acompanhava, somando-se ainda às seqüências de bases pré-gravadas que ouvia o público presente no Pepsi On Stage, por volta das 23h 30min., naquela véspera de feriado. Também não se pode dizer com certeza que Moby, o inglês em questão, ainda seja, atualmente, um dos mais inventivos e arrojados DJs em atividade, embora tenha inegavelmente contribuído para a definição e para o reconhecimento da arte de pilotar as pickups e os seqüenciadores eletrônicos.
De todo modo, é inegável que o maior mérito de Moby, evidente em sua apresentação recente em Porto Alegre, é sua versatilidade, a disposição e a naturalidade com que combina e atravessa esses instrumentos e recursos musicais todos, testando-os, fundindo-os, borrando-lhes os limites, atuando bem, sempre com relativo sucesso, em qualquer um deles, seja como guitarrista ou percussionista, seja então como DJ, compositor-arranjador, ou mesmo como vocalista carismático, líder irrequieto à frente de uma banda igualmente carismática e simpática.
Maior mérito ainda é o fato de que Moby – o show demonstrou isso largamente – é uma usina criativa de hits pops, extremamente convidativos e dançantes. As músicas são de forte apelo e forte potencial radiofônico, são melodias que (embora possam parecer similares, em alguns momentos) são facilmente reconhecíveis e muito agradáveis, vêm de pronto à memória. Saliente-se também outra característica interessante da sonoridade construída por esse franzino multiinstrumentista-produtor, de pouco mais de 40 anos de idade: o que temos são climas ou ambientes sonoros muito aconchegantes e muito sensuais, que possuem uma classe que parece remeter aos melhores momentos de David Bowie, por exemplo. Noutras vezes, podem remeter também aos alemães do Kraftwerk ou então aos ingleses do Joy Division (talvez sem o tom melancólico e lamurioso), mais tarde rebatizados como New Order. Seja como for, Moby é responsável por um pop elegante, invulgar e dono ainda de muita vitalidade.
Em síntese, o show em Porto Alegre foi uma demonstração disso tudo. Mais ativo criativamente e em melhor forma do que outros artistas contemporâneos e relacionáveis a ele (tais como Tricky ou mesmo Fat Boy Slim – aliás, onde andam Tricky e Fat Boy Slim?), Moby proporcionou um desfile invejável de hits delicados e dançantes. Leia mais
Distraught abrirá show do Megadeth
abril 20, 2010
Categoria Novidades
A Distraught será a banda de abertura do show do Megadeth, em Porto Alegre, dia 26 de Abril, no Pepsi on Stage. A informação encontra-se no MySpace oficial da banda.
O Megadeth está fazendo a TOUR de 20 anos do lançamento do RUST IN PEACE, e a Distraught 20 Anos de banda!
A DISTRAUGHT foi formada em 1990 em Porto Alegre, fazendo um thrash/death metal muito vigoroso, estando no seu 4º disco “Unnatural Display of Art” que foi lançado aqui no Brasil , pelo selo Voice Music de São Paulo , e no Japão pelo selo Spiritual Beast .
-Conheça mais sobre a Distraught-
www.spiritual-beast.com/distraught/index.html
www.myspace.com/bandadistraught
Fonte: Arena Heavy (www.arenaheavy.com.br)
O Megadeth está fazendo a TOUR de 20 anos do lançamento do RUST IN PEACE, e a Distraught 20 Anos de banda!
A DISTRAUGHT foi formada em 1990 em Porto Alegre, fazendo um thrash/death metal muito vigoroso, estando no seu 4º disco “Unnatural Display of Art” que foi lançado aqui no Brasil , pelo selo Voice Music de São Paulo , e no Japão pelo selo Spiritual Beast .
-Informações sobre o show-
26/04/2010 – Porto Alegre/RS
Pepsi On Stage – Av. Severo Dulius, 1995
Horário: 22h00
-Ingressos-
R$ 90,00 (Pista, 1º lote)
R$ 110,00 (Pista, 2º lote)
R$ 130,00 (Pista, 3º lote)
-Pontos de venda-
Multisom (Rua dos Andradas, 1001)
-Contato para Informações-
51 3062-3251
http://www.pepsionstage.com.br
-Conheça mais sobre a Distraught-
www.spiritual-beast.com/distraught/index.html
www.myspace.com/bandadistraught





























