Maria Rita

abril 23, 2010
Categoria Agenda

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Date: 30/04/2010
Local: Teatro do SESI
Hora de Início: 21h

Os fãs de Maria Rita têm sua última oportunidade de conferir o show “Samba Meu” em Porto Alegre. A turnê, que por dois anos faz sucesso nos palcos, retorna a capital gaúcha, desta vez no Teatro do SESI, dia 30 deste mês, a partir das 21h. O espetáculo, que tem direção geral da própria cantora, apresenta releituras de obras de mestres como Gonzaguinha, além de interpretação de composições inéditas de Arlindo Cruz, e de jovens talentos como os compositores Edu Krieger e Rodrigo Maranhão.

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Aerosmith – Alterações nos preços dos ingressos

abril 22, 2010
Categoria Novidades

Na manhã de quinta-feira, 22 de Abril, a Assessoria de Imprensa da H4 Entretenimento enviou a seguinte nota a imprensa, alterando os preços referentes ao primeiro lote para o show do Aerosmith em Porto Alegre:

Ingressos – As entradas para o show começam a ser vendidas no dia 26 de abril, segunda-feira.

Pontos de venda:

  • Ingresso Rápido – 4003 1212 - www.ingressorapido.com.br
  • Loja Multisom – Rua dos Andradas, 1001 – Porto Alegre – (de segunda à sexta-feira, das 9h às 18h)

1º lote de ingressos – Setores e valores:

  • Setor Gold – R$ 380,00
  • Setor Premium – R$ 230,00
  • Arquibancada – R$ 260,00
  • Pista – R$ 130,00

Desconto

Clube do Assinante (somente para o titular):

  • 50% para os 100 primeiros ingressos vendidos;
  • 10% para os seguintes.

Formas de Pagamento:

Pista: somente em dinheiro
Pista Vip, Setor Premium e Setor Gold: dinheiro, cartão débito e crédito à vista

Não há confirmação sobre alguma alteração nos setores, nem tampouco um novo mapa.

Entrevista: Distraught

abril 21, 2010
Categoria Entrevistas

 

kardistr1 Entrevista: Distraught

 

 

Com 20 anos de carreira e muitos shows na bagagem a banda gaúcha de Thrash Metal Distraught foi escolhida para abrir o show do Megadeth que acontece dia 26 de abril as 22h no Pepsi OnStage. O vocalista André Meyer concedeu entrevista exclusiva ao Poa Show falando sobre a carreira da banda além, é claro, desse momento tão importante.

POA Show – A banda divulga atualmente seu quarto álbum, "Unnatural Display of Art". O que ele traz de diferente com relação aos trabalhos anteriores?

André Meyer - No "Unnatural Display of Art" conseguimos atingir um ótimo nível de gravação. A arte gráfica ficou excelente também, isso tudo, somado ao nosso amadurecimento musical diferenciou bastante em relação aos álbuns anteriores.

 

POA Show – O disco foi lançado no Brasil e no Japão. Como surgiram os selos? Há expectativa de lançamento em outros países?

André Meyer – No Brasil foi lançado em maio de 2009 e no Japão em setembro de 2009. A Voice Music aqui do Brasil já estava interessada em lançar esse CD. O Silvio Golfeti (Voice) já conhecia a Distraught. No Japão mandamos uma cópia através do Diego (Hibria) para entregar para os caras da Spiritual Beast. Eles gostaram bastante e assinamos com eles o que já rendeu até uma entrevista na Burnn. Em outros países recebemos algumas propostas, mas nada do nosso interesse ainda.

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Johnny Winter

abril 20, 2010
Categoria Agenda

apb johnnywinter1 Johnny Winter

Date: 21/05/2010
Local: Teatro do SESI
Hora de Início: 21h Leia mais

Maria Gadú em Porto Alegre

abril 20, 2010
Categoria Reviews

A quinta-feira começou ranzinza na capital farroupilha. Embora o calor estivesse acima da média para a estação, o céu nublado denunciava as pegadas do tempo. Desse modo, pouco a pouco, as nuvens foram encobrindo o céu dos gaúchos até que a chuva veio medrosa, porém, refrescante. Nessa combinação climática, a temperatura foi caindo gradativamente.

Assim, às 22h50min, o termômetro da Av. Borges de Medeiros registrara 17 graus, fora o vento miúdo.

Todavia, para abrilhantar à noite, São Pedro colaborou. A chuva deu uma trégua, as estrelas apareceram e, no céu, as três Marias puderam acompanhar, do alto, o deslocamento da quarta, no caso, Gadú.

Aos 23 anos, a cantora mostra que, musicalmente falando, há esperança na nova geração..Para quem nunca tinha visto seu show, como eu, ficou a agradável surpresa de assistir uma baita cantora, autêntica, com qualidade, personalidade e, sobretudo, muito talento.

Nascida em São Paulo, mas, radicada no Rio de Janeiro, Maria Gadú ganhou destaque nacional com “shimbalaiê”, executada, literalmente, na novela Viver a Vida, da rede Globo.

Falo isso porque nas novelas, geralmente, as músicas são tocadas por 30 segundos, no máximo. Desse modo, os trechos que simbolizam lugares, identificam personagens ou anunciam momentos, se repetem incessantemente.

Foi o que ocorreu com “shimbalaiê” que, para muitos, chegou a “enjoar”. Logo, causou equivocadas objeções ao trabalho da cantora. Porém, para as pessoas que rotulam Maria Gadú somente por essa música, vos aviso: ela é muito mais, e o melhor ainda está por vir..

Acontece que, por outro lado, foi justamente à novela que abriu as portas da fama e, conseqüentemente, do reconhecimento para a cantora. Uma oportunidade que, provavelmente, será lembrada saudosamente por ela, daqui muitos anos.

Agora, voltando ao show, quando os ponteiros marcavam 23h24min Maria Gadú subiu ao palco do Opinião. Utilizava um boné e vestia camiseta regata, cor preta, calça jeans e tênis. Também usava óculos.

Entrou e, como de costume, foi sentar-se em um banquinho de bar, localizado diante do pedestal. Trazia consigo o violão.

Ao pegar o microfone, saudou os presentes e começou a apresentação com “encontro”.

Outra surpresa da noite foi ver a participação do público. Aproximadamente 1.200 vozes cantavam verso a verso, sem parar, mostrando total conhecimento das músicas da paulistana.

Entre eles, muitos casais, jovens, senhores e senhoritas prestigiavam a cantora.

Quando terminou a primeira música, os gritos da platéia mesclavam-se com os aplausos e assobios. No palco, visivelmente feliz pela recepção, Maria Gadú exibia um sorriso largo, pleno, porém, tímido.

O show continuou com “bela flor” e “shimbalaiê” que, tocada na íntegra, arrancou muitos aplausos e, nas cordas vocais do público, decibéis de reconhecimento.

Acompanhando a cantora uma banda composta de cinco músicos, entre baixo, teclado, percussão, bateria e guitarra. Por problemas técnicos, de audição, não consegui pegar o nome dos músicos na totalidade, contudo, saúdo todos destacando o baterista, João Viana, filho do Djavan, e o guitarrista Fernando Caneca.

Dando continuidade, Maria Gadú cantou “tudo diferente”, bela canção de André Carvalho, que está no seu cd.

Nos versos, o público cantava: “Todos caminhos trilham pra gente se ver/todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu/ eu ligo no sentido de meia verdade/metade inteira chora de felicidade..”.

No final de cada música, sistematicamente, Maria Gadú sorria timidamente e, em seguida, voltava-se para sua banda e os aplaudia. Dividia o prestígio com os músicos.

Mais tarde teve “Dona Cila” e “lanterna dos afogados”, música dos Paralamas do Sucesso.

Logo após, para delírio do público, principalmente, o feminino, cantou “A história de Lily Braun”, uma versão espetacular da música de Edu Lobo e Chico Buarque.

Enquanto o público cantava, dançava, Fernando Caneca solava com sua guitarra, dedilhava as cordas com a perícia de um cirurgião.

Quando terminou a canção, a jovem cantora dialogou com a platéia. Disse que “era maneiro voltar a Porto Alegre” e mencionou a participação que fez no show de Vanessa da Mata, mês passado, no teatro do Sesi.

Depois das recordações, Maria Gadú chamou ao palco o amigo, carioca, Leandro Léo. Juntos, só com violão, guitarra e voz, cantaram “Hoje a noite não tem luar”, da banda Legião Urbana. Leia mais

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