Natiruts Reggae Power…
março 19, 2010
Categoria Reviews
Criada em 1996, em Brasília, Distrito Federal, a banda Natiruts fez uma apresentação em grande estilo e para um grande público.
No bar Opinião, o reggae do planalto central foi cultuado em uma celebração musical. Uma cerimônia com a presença de, aproximadamente, 1.500 fiéis, entre devotos, devotas e simpatizantes.
Antigamente chamada de Nativus, até ser obrigada a trocar de nome, devido um processo movido por um grupo regionalista, os brasilienses apresentaram aos gaúchos um show que teve de tudo, dos antigos sucessos, quando a banda ainda carregava o nome Nativus, até o seu mais recente trabalho, denominado “Raçaman”.
Procedentes da babilônia política brasileira, o grupo veio a Porto Alegre com o aval de ser uma das mais tradicionais bandas do gênero no país.
Porém, antes do show, às 23h25min, a movimentação na Rua José do Patrocínio dava um panorama do espetáculo. Em grande número, o público predominantemente jovem dirigia-se a casa de shows para prestigiar o evento.
Por isso, logo cedo, longas filas foram formadas na bilheteria e na entrada do bar.
O tumulto na entrada do Opinião demonstrava que, também, haveria certo atraso no início da apresentação, marcada para as 23h..
Assim, aos poucos, os presentes foram adentrando ao recinto e preenchendo os espaços vagos. Leia mais
Espetaculation

Porto Alegre, 10 de março de 2010. Essa data ficará na história. Uma noite de amor à arte, uma verdadeira celebração da música reggae. Em poucas palavras, esta seria a melhor definição para o que ocorreu ontem, no Pepsi On Stage, em Porto Alegre.
Retornando à capital gaúcha, os californianos do Groundation deram uma aula de música. Uma palestra em acordes, ritmos, letras, melodias e virtuosismo.
Liderados por Harrison Stafford, ex-professor de História da Música Reggae, na Universidade de Sonoma, Califórnia, o grupo norte-americano não deixa dúvidas: o novo reggae passa por eles.
Depois de sair dos bancos acadêmicos, Stafford conseguiu, definitivamente, escrever sua banda na história do reggae. Passou de professor coadjuvante a mestre protagonista, comandando um doutorado musical em inovação, criatividade e competência.
A partir de então, há necessidade de atualizar os livros.
No entanto, antes de começar o show, a capital dos gaúchos recebeu uma chuva refrescante, bem-vinda, miúda, que caiu de mansinho, bem devagar.. Foi o suficiente para amenizar a temperatura que, por volta das 22h, registrava agradáveis 23 graus. Leia mais
Natiruts
fevereiro 24, 2010
Categoria Agenda

Data: 18/03/2010
Local: Opinião (José do Patrocínio, 834)
Israel Vibration e Groundation

Data: 10/03/2010
Hora: 22h
Local: Pepsi On Stage
Sunsplash One Life Festival
Na última terça, dia 26 de janeiro, as portas do Teatro se abriram para a música popular mundial.
A chuva deu sinais que viria, porém, o céu iluminou-se com as estrelas da noite e a lua guiou um grande público às dependências do Bourbon Country. A temperatura amena, se comparada com a parte da tarde, registrava 24 graus naquela noite.
O evento tratava-se do Sunsplash One Life, o mais tradicional evento de reggae do mundo. Criado nos anos 70, na Jamaica, e depois de muitas idas e vindas, sobre os diretos da marca, o festival continua divulgando o reggae mundo afora.
Na capital gaúcha, as atrações foram: Representando a América Central, os jamaicanos do Wailers que, ano passado, estiveram aqui e, da mãe África, o marfinense Alpha Blondy, estreante em solo gaúcho.
Devido alguns problemas técnicos, o show começou com atraso. A banda de apoio de Bob Marley subiu ao palco perto das 22h. Assim como no ano passado, Aston Barret trazia na bagagem o peso de ser um dos fundadores do grupo, em 1969.
Todavia, no vocal, uma surpresa. O vocalista não era o mesmo do ano passado, Elan Attias. Outro cantor ficou encarregado, com a difícil missão, de assumir o posto do gênio jamaicano.
Antes de começar o show, um áudio de Bob Marley, com o tradicional cântico rastafári, trouxe a lembrança do passado e, também, fez um prefácio, transcendental, do que viria pela frente.
No Teatro, bem mais de 1.000 pessoas aguardavam com ansiedade o começo do festival. O público era predominantemente jovem, porém, havia alguns mais experientes, na casa dos 40 e 50 anos. Contudo, estes ocuparam os camarotes, as galerias e a platéia alta.
Já no palco, Aston Barret vestia chapéu, camisa xadrez, bermuda jeans e calçava coturno. Ficou postado no lado esquerdo do palco, perto da bateria.
Ao todo, oito integrantes representavam a banda, e a história do reggae. Baixo, guitarra solo, guitarra base, bateria, teclado, o novo vocalista e duas backing vocais. Leia mais





