Rosa Tattooada: Rock gaúcho abre turnê de Alice Cooper
Glenn Hughes: A Voz do Rock em Porto Alegre
dezembro 16, 2010
Categoria Reviews

Noite chuvosa de domingo e Porto Alegre recebe mais um grande nome do Rock and Roll: Glenn Hughes, lendário baixista e vocalista que já fez parte de grandes bandas como Trapeze e Black Sabbath, mas que fez história principalmente no Deep Purple, com os álbuns clássicos “Stormbringer” e “Burn”. Dono de uma carreira solo de muita qualidade, Glenn Hughes vem a Porto Alegre para uma apresentação curta, porém histórica. Leia mais
Noite Senhor F: Superguidis, Zava e Sociedade Bico de Luz
dezembro 16, 2010
Categoria Reviews

Capital Inicial: Uma excelente apresentação, recheada de sucessos
julho 19, 2010
Categoria Reviews
Um ótimo show com muitos problemas extra-palco. Assim pode ser definida a noite de sexta-feira, 16 de Julho, no Pepsi On Stage. O Capital Inicial, uma das mais bem sucedidas bandas do Rock Nacional trouxe a Porto Alegre sua nova turnê, Das Kapital. Dinho Ouro-Preto (vocal), Yves Passarel (guitarra) e os irmãos Flávio Lemos (baixo) e Fê Lemos (bateria) empolgaram com uma apresentação competente e recheada de covers.
Antes do show, recebemos a informação de que o responsável pela TSO Produtora (produtora do evento até a data) havia desaparecido. Não havia credenciais de imprensa nem maiores informações do que havia sido previamente acertado. Fomos informados também de que a realização do show foi assumida pela Opinião Produtora (administradora do Pepsi On Stage) para que o evento acontecesse. Existiu a possibilidade de não haver show. Coincidência ou não, havia seis viaturas da Brigada Militar e muitos policiais no local. Além disso, o próprio POA Show foi lesado pela atitude da produtora, conforme esclarecemos em nota oficial.
Minutos após a meia noite a banda sobe ao palco para “Ressurreição”, do álbum mais recente, “Das Kapital”, seguida de “Quatro Vezes Você”, o primeiro hit da noite. “Quatro Vezes Você”, guiada por seu riff característico, levantou o Pepsi On Stage.
Black Drawing Chalks estréia em Porto Alegre
julho 9, 2010
Categoria Reviews
Segunda sempre foi uma noite de bandas autorais. Pequenos shows em pequenas casas revelaram muitas bandas legais nas segundas-feiras em Porto Alegre. Na última, no entanto, o palco não foi das locais: a banda goiana Black Drawing Chalks foi quem agitou a noite no Beco. Um público suficiente para quase lotar a pista esperava pelos caras que cruzaram alguns Estados para, a caminho da Argentina, fazerem uma parada estratégica na capital dos gaúchos.
Pouco depois da meia-noite a banda sobe ao palco e abre os trabalhos com duas porradas certeiras: “The Legend” e “Find Another Road”, ambas do álbum mais recente “Life Is a Big Holiday For Us”, de 2009. Estes seis minutos serviram para demonstrar o calibre da destruição que estava por vir. Com riffs pesados, criativos e cheios da mais pura energia rocker, o Black Drawing botou a casa abaixo em plena segunda-feira.
“A gente está muito feliz de estar aqui” declarou o vocalista Victor Rocha. Já o guitarrista Renato Cunha surpreendeu-se com a presença dos gaúchos: “Nossa, não dá pra acreditar que é segunda. Parece sábado!” disse, sorridente.
A noite também foi de novidades: a banda lançava um novo single. As canções presentes no material, “Red Love” e “Simmer Down” fecharam a primeira metade da apresentação. Uma porrada atrás da outra, dentro dos conformes do Rock and Roll.
Depois de toda a barulheira, uma pequena pausa para respirar: o hit “My Favorite Way”, que chegou a ser veiculado na MTV e render à banda três indicações no VMB 2009 (Aposta MTV, Rock Alternativo e Melhor Clipe do Ano), foi, de longe, a música mais cantada da noite. Uma receptividade de banda grande para uma grande banda. Na seqüência a grudenta “Everything Is Gonna Be Fine”, do primeiro álbum também agradou, mostrando uma face mais melódica, mas não menos interessante do Black Drawing Chalks.
Com pouco papo e muito som, rapidamente chegamos aos 50 minutos de apresentação, quando esta encaminhou-se para seu final com as excelentes “A Place to Hide This Gold”, “Free From Desire” e “Big Deal”.
Com apenas 62 minutos a banda se despede para não mais voltar. E nem precisava. 62 minutos foi tudo o que a banda precisou para agradar seus fãs e ganhar novos admiradores. A competência, a força e a energia do Black Drawing Chalks no palco estão acima do que qualquer review pode transcrever. O show do Black Drawing é algo realmente impressionante. Existem bandas que prometem. O Black Drawing Chalks cumpre.
Enfim. Se você gosta de Rock com R maiúsculo, Rock de roqueiro, Rock pra quebrar um bar por dentro, Rock com guitarra pesada, cozinha concisa e muita, mas muita energia, vá ao show desses caras.
Este passou. Não perca o próximo.
Por: Marcel Bittencourt
Fotos: Amanda Teixeira










