Chuck Berry

Date: 14/05/2010
Local: Teatro do Bourbon Country
Hora de Início: 21h
Johnny Rivers: uma hora e meia do bom e velho Rock N’ Roll
maio 4, 2010
Categoria Reviews
Na noite de 29 de abril, Porto alegre recebeu o cantor e compositor Johnny Rivers e sua banda para uma hora e meia do bom e velho Rock N’ Roll.
O show foi bem diferente dos últimos que desembarcaram em Porto Alegre, principalmente com relação ao público. Ao invés dos cabeludos fãs do Megadeth, os comportados pais, tios e avós que foram ao show relembrar sua juventude e uma época em que o rock era mais próximo do blues e do country.
Começando pelo local da apresentação, o Teatro do Sesi foi impecável, deixando seus fãs a vontade para degustar desde um cafézinho até champagne, passando pela produção da Opus, com um tratamento sempre cordial e um sorriso para todos.
O show começou pontualmente às 21horas, com o palco bem simples, com jogo de luzes aproveitando o fundo com reflexos. Johnny, com muito bom humor, comandou a festa com sua carismática e excelente banda.
Mesclando músicas do novo álbum “Shadows on the Moon”, como “The American Dream” sobre a crise econômica americana, e a bela “The Beautiful World”, com sucessos mais antigos como “Baby I Need Your Loving” e “Down at the House of Blues”.
Deixando o melhor para o final, fechou o show com “Do You Wanna Dance?” e “Secret Agent Man”.
Apesar de incentivar e conversar com o público durante todo o show, Johnny Rivers teve dificuldade em fazer com que o público participasse do show. Infelizmente, pois a simpatia e a qualidade musical estavam lá, o público é que se esqueceu de colaborar.
Por: Taís Kirchmann
Fotos: Rafael Jeffman — rafaelfoto.com
College Rock FTSK e Cine
abril 29, 2010
Categoria Agenda
Data: 07/05/2010
Local: Pepsi OnStage
Hora de Início: abertura da casa às 17h
Pitty

Data: 03/06/2010
Local: Opinião
Horário: 23h
Placebo: Apenas o que o público esperava
abril 15, 2010
Categoria Reviews
Noite de terça-feira e Porto Alegre recebe, mais uma vez, uma das bandas que fizeram a história do Rock Alternativo nos anos 90: O Placebo se apresentou pela segunda vez na capital dos gaúchos em um show para uma platéia pequena, porém fiel.
A abertura ficou a cargo de duas bandas que vem conseguindo obter alguma atenção: os gaúchos da Volantes e os paulistas do Superdose fizeram show curtos, de cerca de meia hora de duração. A Volantes mostrou personalidade misturando Rock e elementos eletrônicos. Já o Superdose, apesar de competentes, serão mais lembrados por demonstrar, em seu som, o quanto são influenciados pelo Oasis.
Cinco minutos antes do previsto, as 21h55, o Placebo sobe ao palco. Brian Molko (Vocal e Guitarra), Stefan Olsdal (Baixo e Guitarra) e o baterista Steve Forrest (que substituiu o excelente Steve Hewitt em 2008), arrancam gritos histéricos das pouco mais de 600 pessoas que compareceram ao Pepsi On Stage.
Logo no começo, uma peculiaridade. O guitarrista de apoio chama o riff principal de “For What Is Worth”. A banda se desencontra e pára. O chefe Brian Molko passa uma orientação e a banda, então, recomeça. Aparentemente foi o último erro naquele show. Perfeitos também foram o som e a luz. Era possível distinguir com clareza todos os instrumentos. A voz? Alta e clara. Além disso, a luz compunha todo um clima em perfeita coerência com as músicas e um gigantesco telão de led ao fundo completava o espetáculo audiovisual com as imagens do show.
A tecnologia que engrandeceu muito a apresentação.
O público, totalmente heterogêneo, se emocionou com as canções da banda do início ao fim. No entanto, um público pequeno em uma casa com capacidade para cinco mil pessoas acabou por deixar a falsa impressão de uma apresentação morna.
A banda se dirigiu muito pouco ao público. Preferiu mandar som. Foram 20 canções em apenas 90 minutos. O repertório foi basicamente o que vem sendo executado, mas surpreendeu com as ausências de “Nancy Boy”, música que fechou a última apresentação dos caras na capital, e “Come Undone”, que constava no setlist repassado a imprensa.
Os pontos altos, previsivelmente, foram os hits “Every You, Every Me” e “Special K”, com destaque para a clássica vocalização deixada a cargo do público.
Enfim, foi um bom show, de uma banda competente, mas sem muita riqueza de detalhes. Os caras subiram, tocaram 20 músicas bem e se despediram. Não deixaram a desejar quanto aos álbuns, mas também não ousaram. Mantiveram-se na zona de conforto e isso não significa demérito algum.
Apresentaram o que o público esperava. A banda é que não esperava um público, lamentavelmente, tão pequeno.
Set List
For What It’s Worth
Ashtray Heart
Battle For The Sun
Soulmates
Speak In Tongues
Follow The Cops Back Home
Every You Every Me
Special Needs
Breathe Underwater
Julien
The Never-Ending Why
Bright Lights
Devil In The Details
Meds
Song To Say Goodbye
Special K
The Bitter End
Bis:
Trigger Happy
Infra-red
Taste In Men
Por: Marcel Bittencourt
Fotos: Fabiana Menine

































