Gotan Project: música sofisticada no palco do Pepsi On Stage
Noite de sábado e o Pepsi On Stage recebe um show especial: o trio Gotan Project, formado pelo francês Philippe Cohen Solal, pelo guitarrista Eduardo Makaroff (argentino radicado em Paris) e pelo músico e programador suíço Christoph Muller trouxe a Porto Alegre sua nova turnê “Tango 3.0” e agradou um público pequeno, porém seleto, que compareceu para conferir de perto a apresentação.
Com pouco mais de 30 minutos de atraso, às 22h32 as luzes se apagam, destacando os cinco bumbos contendo cada um uma letra da palavra “tango”. Cuidadosamente posicionados à frente do palco, estes instrumentos receberam iluminação específica em vermelho e azul, interna e externamente, como pode ser observado nas fotos. Um detalhe simples, porém grandioso na composição do aspecto visual do show do Gotan Project. Leia mais
A Orquestra típica de tango Café de los Maestros volta a Porto Alegre

Dias 04 e 05 de maio de 2011, Quarta e Quinta às 21h, no Teatro do Bourbon Country
Tanghetto
abril 26, 2010
Categoria Agenda

Data: 01 e 02 05/2010
Local: Teatro CIEE (Av. Dom Pedro II, 861)
Hora de Início: 21h dia 01/5 e 20h dia 02/5
Um dos maiores nomes do tango eletrônico vêm pela primeira vez a Porto Alegre, última parada de sua tournée brasileira, que passará por Aracaju, Recife, Belo Horizonte, Brasília, Juiz de Fora, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre e que marca o lançamento de seu novo disco Alla del Sur.
Bajofondo
Na noite do último domingo, a data na agenda do Teatro do Bourbon Country foi reservada para o talento e
criatividade do grupo Bajofondo. Formado por músicos da Argentina e do Uruguai, o grupo apresenta uma mistura musical no mínimo interessante, mesclando basicamente tango, milonga e música eletrônica.
O início deu-se pontualmente às 20h, com o violinista Javier Casalla, executando um tema instrumental. Em seguida, todos os oito músicos ao palco para “No Pergunto Quantos Son”. Enquanto imagens aleatórias de fenômenos naturais e cinema antigo eram projetadas no telão pela VJ Veronica Loza, a banda apresentava suas músicas, basicamente instrumentais, mas com uma ou outra inserção vocal. Este foi o único aspecto que jogou contra a banda naquela noite. Apesar de serem muito bons no que fazem e de mostrarem um trabalho que é sucesso de crítica, o Bajofondo acabou tendo que enfrentar o fato de que nós, brasileiros (para não dizer ocidentais) estamos muito habituados a música essencialmente cantada. E isso acaba tornando o show cansativo em determinados momentos, sem que a banda tenha culpa. Leia mais




