Roubos de celular: casos caem 27% na capital paulista no 1º quadrimestre





Polícia de SP realiza operações Mobile e Speed Bike para combater roubos de celular; região central teve 40% de queda em abril



Viatura da Polícia Civil de SP
Polícia Civil de São Paulo realiza operações voltadas especialmente ao combate a roubos de celular

Os furtos e roubos de celular na capital paulista caíram 27% nos quatro primeiros meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2023. Foram mais de 15 mil ocorrências a menos no primeiro quadrimestre.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o resultado é fruto da atuação integrada das polícias Militar e Civil, com ações voltadas especialmente ao combate desse tipo de crime, como as operações Mobile e Speed Bike, além do trabalho estratégico em megaeventos.

As forças de segurança também atuam contra as quadrilhas de receptadores dos aparelhos roubados.

Celulares apreendidos
Celulares roubados apreendidos pela Polícia Civil de SP

Houve ainda reforço no policiamento em pontos considerados críticos na cidade. O centro da capital registrou em abril queda de cerca de 40% nas ocorrências em relação ao mesmo mês do ano passado.

Outro ponto importante da cidade com diminuição nessa modalidade de crime é a avenida Paulista, com 27% a menos de registros em abril. Somente a operação Speed Bike, voltada ao combate das chamadas “gangues da bicicleta”, prendeu na região da Paulista 84 pessoas e devolveu 54 celulares roubados aos donos entre março de 2023 e abril de 2024.

Em toda a cidade, a operação Mobile, da Polícia Civil, recuperou mais de 2 mil aparelhos e prendeu 213 infratores nos quatro primeiros meses do ano.

Além disso, o trabalho estratégico na segurança dos megaeventos que ocorreram na capital também colaborou para a melhora nos índices, com a atuação de batalhões especiais da PM e o emprego de drones e helicópteros, além da presença de policiais à paisana.

Roubos de celular no estado

A exemplo da capital, os furtos e roubos de celulares diminuíram em todo o estado. A queda foi de 23% entre janeiro e abril, na comparação com o primeiro quadrimestre de 2023.

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